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Equipamento

Como limpar o sensor da sua DSLR.

ATENÇÃO

Se não se sentir confortável com este procedimento, contacte um profissional.

Esta operação pode provocar danos irreparáveis no seu sensor.

VIDEO PORTUGUÊS

ENGLISH VIDEO.


Canon EOS 5D mark III

A EOS 5D Mark III é uma DSLR com enquadramento total de 22,3 MP, AF de 61 pontos e disparo contínuo de 6 fps. Captura filmes Full HD de alta qualidade, com controlo manual de tudo, desde o intervalo de fotogramas ao áudio.

Características

  • Sensor de enquadramento total de 22,3 megapixels
  • AF de 61 pontos
  • Disparo contínuo de 6 fps
  • Sensibilidade ISO 100–25 600, extensível até ISO 102 400
  • Vídeo Full HD com controlo manual
  • Processador DIGIC 5+ de 14 bits
  • Protecção contra condições atmosféricas
  • Ecrã de 8,11 cm (3,2″) com 1 040 000 pontos
  • Modo HDR
Uma DSLR de enquadramento total, com capacidade para capturar imagens de 22 megapixels a 6 fps e filmes Full HD.

Sensor de enquadramento total de 22,3 megapixels
Capture imagens de alta qualidade, repletas de detalhe, com um sensor CMOS de 22,3 megapixels e processador de imagem DIGIC 5+. As cores são brilhantes, mas naturais, e os detalhes são preservados mesmo em áreas de sombras escuras e destaques claros.

Desempenho de alta qualidade, mesmo com pouca luz
A EOS 5D Mark III produz uma qualidade de imagem soberba, independentemente das condições de iluminação. Continue a fotografar manualmente, mesmo depois do pôr-do-sol, graças a um intervalo de sensibilidade ISO 100–25 600 (extensível até ISO 102 400).

Focagem automática de área ampla de 61 pontos
Foque de forma rápida e precisa, mesmo em motivos descentrados, com um sistema AF de área ampla de 61 pontos. 41 pontos de tipo cruzado (cinco dos quais do tipo cruz dupla extra sensíveis) asseguram um acompanhamento bastante preciso de objectos em movimento.

Disparos contínuos a alta velocidade
Acompanhe a acção a 6 fps, gravando até 16 270 imagens JPEG contínuas num cartão UDMA modo 7 numa única sequência de disparos.

Imagens de alta gama dinâmica (HDR)
Preserve os detalhes em áreas de realce ou sombra com a criação de imagens HDR na câmara.

Vídeo Full HD com controlo manual
Desfrute de vídeo Full HD de alta qualidade com resolução de 1080p. Utilize controlos manuais e a ampla gama de objectivas EF da Canon para alcançar efeitos visuais cinematográficos.

Som de grande qualidade
Dê à sua filmagem a banda sonora que merece. A EOS 5D Mark III grava som estéreo digital a 48 KHz e permite o controlo manual do nível de áudio. Uma tomada de microfone de 3,5 mm padrão permite a utilização de microfones de terceiros; uma tomada de auscultadores permite a monitorização de áudio durante a gravação.

Funções de edição na câmara
Inicie o seu fluxo de trabalho de edição digital antes de chegar a casa. Classifique as suas imagens numa escala de um a cinco e compare duas imagens simultaneamente no ecrã. Utilize o processamento Raw na câmara para explorar possibilidades criativas – como conversão para preto e branco e equilíbrio de brancos a posteriori.

Concebida para ir para todo o lado
Um chassis de magnésio fornece força e durabilidade, sem adicionar peso. A protecção contra condições atmosféricas oferece protecção contra o pó e a humidade.


Leica M9-P and f/0.95 Noctilux-M Hands On Preview

Via Scoop.itReviews and comparisons gear

Leica M9-P 18 megapixel full frame Digital Rangefinder and Leica f/0.95 Noctilux-M 50mm ASPH Hands On Preview.
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Canon 24-105mm f/4 L IS USM Hands-on Review (feat. 5D Mark II)

Via Scoop.itReviews and comparisons gear

Although this L lens has been out for a few years now, we still get a lot of questions about it, especially given that it is one of the “kit” lenses that com…
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Lensbaby.

Há alguns anos atrás, a Lensbaby original foi lembrada pelo seu conceito simples e divertido. Na verdade, a lente original Lensbaby é apresentada como bastante engraçada e muito diferente do habitual, com um tubo plástico macio e deformável.

As Lensbabies já estão disponíveis em vários formatos, Control FreakMuse, Scout e Composer  que incorporam o conceito de objectivo deformável e elástica, com algumas inovações.

O tubo plástico flexível permite que você fácilmente, com dois dedos, desloque a objectiva para qualquer lado. Não sómente você pode focar  mais perto ou mais longe  para fazer o foco, mas pode igualmente inclinar a lente do plano focal, para alterá-lo e assim criar áreas específicas bastante desfocadas.

O conceito

Quando se estreou há alguns anos, bastantes fotógrafos foram seduzidos pela Lensbaby com o seu conceito original e surpreendente. Com a Lensbaby, que são a antítese das características desejáveis de uma lente (dita) normal.

Aqui, não estamos a falar de nitidez, mas sim de imagens com um ponto de foco (nítido) e o restante da imagem bastante difusa e que cria em muitas das vezes o tão desejado efeito bokhe.  Todos os ajustes são manuais e até mesmo o grau de exposição não é automática.

Exemplos de fotos captadas com lensbabies

Para quem não tem uma noção exacta do que estas objectivas possam fazer, aqui ficam alguns exemplos que espelham todo o potencial criativo destas lentes.

 

Video review

(Nota: as imagens foram retiradas aleatóriamente da web e não violam a lei de privacidade de direitos de autor)


Diferenças entre objectivas Canon – EF e EF-S.

A diferença visual entre modelos EF (para sensor full frame) e EFS (para sensor APS-C, distância focal multiplicada por 1,6x), está na parte traseira da objetiva, o que as torna "incompatíveis" com determinados modelos de câmeras.

No caso, as EF-S da Canon têm uma tecnologia chamada de Short Back Focus, que aproveita o facto do espelho ser menor para criar objectivas mais compactas e/ou facilitar a construção das outras, tornando-as mais baratas.

Assim, as objectivas EF-S são o único caso de objectivas para sensores APS-C que não encaixam fisicamente em camaras que sejam fullframe.

Objectivas de outras marcas exclusivas para APS-C usam ainda assim a baioneta EF, o que significa que podem ser encaixadas em camaras fullframe, embora depois, sofram de vinhetagem e/ou perda acentuada de resolução nos cantos da imagem.

Quanto ao factor de multiplicação, isto é um dado da camara e não da objectiva. As distancias focais nunca mudam, o que varia é o campo de visão que a objectiva dá, em comparação ao que daria numa fullframe.

Por isto, o factor de multiplicação deve ser tido em conta quaisquer que sejam as objectivas usadas…


Que objectiva usar para assuntos específicos de fotografia.

Independemente da marca da sua câmera fotográfica, deixo um link que considero bastante útil em relação às objectivas que deve de usar para fotografar os temas/assuntos que mais gosta.

Se tem dúvidas com que objectiva deve fotografar, macro, paisagem, retrato, desporto ou vida selvagem. Consulte o link em baixo e com a possibilidade igualmente de ver tutoriais em vídeo (inglês).


EVIL – Nova categoria de câmeras fotográficas.

O mercado das câmeras digitais tem dois lados bastante distintos. Enquanto profissionais e amadores avançados procuram as dSLR (digital Single Lens Reflex – Reflex digitais de lente única), com milhares de lentes diferentes, sensores enormes e controles avançados, as pessoas que só querem um meio de registar seus momentos especiais procuram as compactas: simples de usar, muitas funções, leves e portáteis.

Num paralelo com o mundo dos computadores, de um lado você tem os super equipamentos – desktops poderosos, com componentes de altíssima performance – ocupando o espaço que, na fotografia, pertence às dSLR. No outro lado reverso estão os netbooks – tecnologia avançada voltada principalmente à portabilidade, mesmo que isso diminua a capacidade total – equivalentes às câmeras compactas.

As câmeras EVIL (Electronic Viewfinder, Interchangeable Lens – visor eletrónico e lentes intercambiáveis) pretendem ocupar – nessa comparação – o espaço de notebooks. Mais poderosos que netbooks e bastante portáteis, porém sem a mesma capacidade dos desktops.

Qual o nome?

Além do acrónimo EVIL, algumas pessoas referem-nas como MIL (Mirrorless Interchangeable Lens – lentes intercambiáveis sem espelho), mencionando uma das principais diferenças em relação às dSLR, que usam um espelho em frente ao sensor para direcionar a imagem até ao visor.

As câmeras EVIL da Sony, anunciadas na PMA 2010

Compacta, mas quase profissional

A fotografia digital entrou no gosto dos consumidores muito antes de chegar ao meio profissional. A qualidade das imagens – nos seus primórdios – era péssima, e levou vários anos até conseguir equiparar-se ao resultado obtido em filme. Desde que isso aconteceu, entretanto, as diferenças entre uma câmera profissional e uma amadora eram claras: sensor grande e troca de lentes.

Mesmo câmeras com 6 ou 8 Megapixels e um sensor grande produzem imagens de mais qualidade que compactas de 10 ou 12 MP.

Sigma DP1

Com isso em mente, em 2007 a Sigma lançou a DP1, primeira câmera compacta utilizando exatamente a mesma tecnologia de uma dSLR (no caso, a Sigma SD14). Processadores, sensor e software eram os mesmos nas duas câmeras, mas a DP1 ainda não podia ser considerada uma câmera EVIL, pois não permitia a troca de lentes.

Um pouco antes, em 2006, diversas empresas reuniram-se em consórcio para a criação de um novo sistema de lentes e câmeras – o sistema Four-Thirds ou 4/3 – que ainda utilizava o espelho característico das câmeras Reflex.

Olympus, Panasonic, Kodak e vários fabricantes menores do mercado de fotografia digital comprometeram-se com o formato e lançaram câmeras e lentes para ele. A grande diferença das câmeras 4/3 para dSLRs comuns era seu tamanho menor – tanto em termos de câmera bem como de sensor.

Micro 4/3

Olympus EP-1Em 2009 o consórcio responsável pelo formato 4/3 resolve inovar e, utilizando vários conceitos comuns em câmeras compactas – como a ausência de espelho e a utilização de uma ecrã LCD para a composição da imagem – lança o padrão Micro 4/3, explicado em detalhe aqui.

Com rigor, pode-se considerar as câmeras Micro 4/3 como as primeiras da categoria EVIL, já que apresentam todas as características consideradas marcantes desse tipo de câmera. Porém o nome e a própria menção de “categoria” só aparece em 2010.

Novidades “Made in Asia”

Samsung NX10Apesar de quase desconhecida, uma câmera pode ser considerada precursora de todo o buzz em torno das câmeras EVIL hoje. No final de 2009, a coreana Samsung apresentava a NX10, com sensor APS-C de 15.1 Megapixels e baioneta NX para lentes específicas. Até agora apenas três lentes acompanham a NX10: 30mm fixa e as zoom 18-55mm e 50-200mm.

Em janeiro de 2010 a Sony anunciou o projeto de câmeras conceito, com corpo menor que uma dSLR, mas usando o sensor de tamanho APS-C – o mesmo que na maioria das câmeras profissionais.

A empresa é uma das maiores fabricantes no mercado da fotografia digital, produzindo sensores de diversos tamanhos, câmeras compactas variadas e também lentes e câmeras dSLR da série Alfa.

Como o padrão Micro 4/3 – devido principalmente ao alto custo dos equipamentos – nunca teve grande expressão no mercado, a aposta da Sony e da Samsung seria o de ocupar ocupar um nicho práticamente inexplorado.

Apelos variados

Samsung NX10Em termos de mercado, as câmeras EVIL oferecem um benefícios para todo tipo de consumidores. Para o profissional e para os amadores avançados os novos modelos oferecem qualidade de imagem e recursos existentes em câmeras dSLR, mas mais portáteis e práticos. Ainda que não sejam utilizadas no dia a dia do trabalho fotográfico, as EVIL tornam-se uma opção muito válida para as fotos sem compromisso comercial, graças à sua portabilidade.

Aos amadores a oferta é semelhante, porém vista de um outro ângulo. Com este equipamento não é necessário abrir mão da prática e do conforto do uso de uma câmera compacta para se obter mais opções e versatilidade.

Como o mercado começa a reconhecer o espaço vazio que existia entre as câmeras atualmente disponíveis, e com a entrada de concorrentes de peso como a Sony, pode-se também esperar preços mais competitivos, além do desenvolvimento da tecnologia.

Canon e Nikon

Quando se fala em câmera fotográfica, é difícil imaginar que algo surgiu sem influência dos principais fabricantes. Apesar de existirem rumores – principalmente sobre a Nikon – de câmeras EVIL da dupla dinâmica da imagem, existem considerações a fazer.

Ambos os fabricantes têm uma longa história no mercado fotográfico – desde o tempo dos filmes essas são as marcas dominantes – e o lançamento de um equipamento compacto exigirá um investimento muito grande em tecnologia.

dSLR Canon EOS 5D MkII           dSLR Nikon D90

Também deve ser levado em conta o histórico de seus utilizadores, já que muita gente investiu dinheiro em lentes e equipamentos dSLR das duas marcas. Devido às diferenças de construção entre uma dSLR e uma câmera EVIL, é praticamente impossível acreditar que exista compatibilidade entre as lentes atuais e possíveis câmeras sem espelho desses fabricantes.

Compacta Canon Powershot G11Outro problema que pode desestimular os grandes fabricantes a entrar na competição é a necessidade de – uma vez lançada a linha EVIL – manter não só a produção de câmeras dSLR e compactas.

Um terceiro conjunto de equipamentos, que graças à sua engenharia não deve compartilhar acessórios com nenhuma das linhas já existentes, deve ser projetado. O custo operacional de uma jogada como essa pode ser crítico, e o risco é muito alto.

Confirmação absoluta no mercado?

Tudo indica que este mercado de câmeras veio para ficar e prosperar. Tanto para o fotógrafo amador como para o pofissional.

Os peços são atractivos e a gama de oferta não pára de aumentar por parte dos fabricantes.

Deixo um comparativo ente duas câmera quase em tudo semelhantes.


Canon 1Ds Mark IV mais 3 lentes em Agosto?

1Ds Mark IV antes 5D Mark III?

Agosto será um mês de grandes novidades. A substituição da Canon 1Ds Mark III  e mais 3 lentes serão anunciadas. Não existe referência alguma sobre as características das lentes que serão lançadas.

No seguimento será anunciada a 5D Mark III, segundo alguns rumores a circular.

Em princípio o anúncio não será efectuado até Julho,  com especificações esperadas conforme já havia sido divulgado neste artigo.

 7D Mark II?

Não será anunciada antes de 2012.


Canon EOS 5D Mark III – Especificações Previstas.

Mais uma vez notícias relevantes em relação à Canon EOS 5D Mark III, desta vez em relação às possíveis especificações do modelo, que em princípio será lançado no final deste ano ou início de 2012, conforme já havia sido referido neste artigo.

As principais novidades são:

  • 32mp
  • ISO 100-25600 (L1, H1, H2, H3)
  • DIGIC V
  • 4.2 fps
  • 19 point AF
  • CF Card
  • Slightly larger LCD (new ratio)
  • New autofocus while filming, performance unknown.
  • All the standard video stuff.
  • RAW video still unknown

Atenção: estas especificações são em relação a um protótipo que está a ser desenvolvido com mais dois em simultâneo, portanto poderá e deverá haver mais alterações em relação ao modelo final a ser comercializado.


Como limpar a sua objectiva.

Para assegurar umas fotos com qualidade e preservar as suas objectivas é preciso de ter algum cuidado com elas. Uma limpeza periódica é um bom princípio para isso.

Material necessário:

  • Bomba de ar comprimido
  • Caneta de limpeza
  • Pano microfibras
  • Líquido de limpeza de lentes (de qualidade)


A melhor câmera compacta feita até hoje?

Não fazia qualquer tipo de intenção de publicar aqui no blog algum artigo sobre câmeras compactas, para além deste que publiquei: Tipos de câmaras digitais.

Não  por achar que sejam os parentes pobres da fotografia, nada disso. Aliás, faço-me acompanhar todos os dias de uma pequena compacta que por sinal (e não foi por coincidência) é a Fujifilm JZ300 que podem ver no artigo que linquei no primeiro parágrafo.

Pois como é fácil de perceber, no dia-a-dia não se torna de todo confortável andar sempre com a DSLR a reboque para tirar umas quantas fotos, e por vezes até fazemos a maior parte da semana o mesmo  percurso urbano e acabam por se esgotar as possiblidades de se fazerem fotos diferentes. A não ser que se faça disso profissão e aí sim acredito que uma compacta não faça sequer parte dos planos de um fotógrafo profissional.

Daí, fazer todo o sentido (já que não faço da fotografia profissão) ter sempre comigo uma compacta. Cabe em qualquer bolso e a qualquer momento está disponível para ser disparada, inclusive até fazer vídeos HD, e que actualmente quase todos os  modelos trazem essa opção.

Bom, passando ao que interessa realmente e conforme indica o título do artigo, será esta a melhor câmera compacta feita até hoje?

Fujifilm FinePix X100

Para já o que chama logo a atenção é o seu aspecto “retro”, é na minha opinião simplesmente maravilhosa.

Acima de tudo as especificações é que deixam qualquer fotógrafo boquiaberto (seja profissional ou não), deixo-vos apenas algumas e o resto poderão consultar no site e aproveitem para dar uma “volta” por lá que vale a pena.

  • Corpo: Liga de magnésio com acabamento/revestimento em pele
  • Número efectivos de pixeis:  12.3 milhões de pixels
  • Sensor:  23.6mm×15.8mm(APS-C)CMOS com filtro primário de cor (sensor do tamanho igual às das DSLR)
  • Ficheiros de imagem:  JPEG (Exif Ver 2.3 *2), RAW (RAF format), RAW+JPEG
  • Distância focal: f=23mm, lente fixa F2 (campo de visão equivalente a uma lente de 35mm em full frame)
  • Ocular: Visor electrónico/Visor híbrido (alternando as funções rápidamente num simples botão)
  • Botões de controle: De estilo tradicional, botões de controle de velocidade de obturador, abertura e compensação de exposição
  • Vídeo: 1280×720 gravação de filmes em HD com som estéreo

Site oficial: Fujifilm FinePix X100

De referir que neste momento julgo não ser fácil ainda encontrar este modelo em Portugal devido ao seu recente lançamento e também as que chegarem nem para as prateleiras irão, devido ao inúmero pedido de pré-reservas.

Fujifilm Finepix X100 Hands-on Review

Fuji X100 Hands-On Preview Video [UPDATED]


Canon lançamentos. Novos prazos.

Depois de aqui ter anunciado que a Canon iria lançar a EOS 5D Mark III em meados de 2011, eis que novos prazos se adivinham para este modelo bem como para outros:

  • 1Ds Mark IV – Início de 2012
  • 1D Mark V – Início de 2012
  • 5D Mark III – Final de 2011/Meados de 2012
  • 7D Mark II – Final de 2012
  • 70D – Início de 2013
  • T4i  – Início de 2012

Objectivas

Em relação a lançamento de novas objectivas, actualmente não existe nada de concreto que se possa afirmar que irá ser lançado este ou aquele modelo, mas estarei atento a qulaquer situação por parte da Canon


Canon EOS 5D Mark III – Actualização.

Em estado selvagem?

Conforme tinhamos reportado neste artigo e segundo fonte segura, a Canon está a enviar (para testes) corpos da EOS 5D para fotógrafos chave. Óbviamente que esses mesmos fotógrafos não serão divulgados por razões claras.

Há rumores que a próxima EOS 5D não irá apostar num sensor com maior número de megapixels,  caso venha a apostar a faixa de 26-28 megapixelsmas não deverá ser ultrapassada. Mas irá ser na qualidade da imagem e redução de ruído que a Canon irá apostar mais fortemente. Haverá muito mais nitidez e detalhe com maior ISO.

Aparentemente existirá nesta altura um par de protótipos diferentes em testes.

O que é certo, é que terá um  sistema AF de 19 pontos, mas não existe nenhuma certeza em relação ao número de pontos cruzados.


Canon EOS 5D Mark III?

Não sendo ainda oficial por parte da Canon, prevê-se que venha a ser anunciado brevemente e lançada no mercado sensivelmente a meio do ano de 2011, a Canon EOS 5D Mark III.

Características esperadas:

  • 26,4 milhões de pixels efetivos
  • ISO expansível até 102.400
  • Sistema AF de 19 pontos, 3 pontos de tipo cruzado
  • DIGIC 5
  • 4,9 fps de disparo contínuo
  • 63 zonas de medição iFCL
  • 1,04 milhões de pontos do LCD
  • Melhoria do grip da câmara
  • Melhoria do pentaprisma,  cobertura de imagem cerca de 100%
  • Lançamento previsto em meados de 2011

Pentax 645D – Best D-SLR Professional – TIPA AWARDS 2011.

Best D-SLR Professional – TIPA (Technical Image Press Association) 2011.

Hoya Corporation Pentax A Pentax 645D com lentes intercambiáveis, de médio formato SLR digital. Graças à incorporação de um grande sensor de imagem, igual em desempenho profissional padrão costas câmera digital, este modelo de alto desempenho oferece imagens de alta-resolução super com cerca de 40 megapixeis efectivos. Também oferece confiabilidade excepcional e excelente operacionalidade e capacidade de manobra para fazer fotos ao ar livre sem esforço e confortável para fotógrafos exigentes.

A 645D PENTAX foi desenvolvida para fornecer super-alta resolução de imagens produzidas por sensores de imagem grande – algo até então disponível somente em modelos profissionais. Ela combina qualidade de imagem excepcional, com excelente maneabilidade e excelente confiabilidade para simplificar a nível profissional fotos ao ar livre.

Graças à incorporação de um grande sensor de imagem de alta performance (medindo 44 milímetros por 33 milímetros) a PENTAX com uma tecnologia original de processamento de imagem, produz imagens nítidas e de super-alta resolução com cerca de 40 megapixeis efectivos. Possui durabilidade e fiabilidade notável, graças ao seu corpo leve, mas solidamente construído com um corpo de magnésio-aço, vidro reforçado com protetores de LCD de confiança à prova de poeira e de construção resistente às intempéries. Além disso, é projectada para ser compatível com a maioria dos actuais sistemas 645 PENTAX, de modo que os utilizadores de câmeras PENTAX actual 645-series, podem tirar proveito de seus recursos valiosos, incluindo os de alto desempenho smc PENTAX 645 lentes intercambiáveis.

Principais Características

Qualidade de imagem sem precedentes

  • Super imagens de alta resolução possível em cerca de 40 megapixels – A Pentax 645D incorpora uma alta performance sensor de imagem CCD produzidos pela Kodak.  Mede 44 milímetros por 33 milímetros, e é aproximadamente 1,7 vezes maior do que suas congéneres de 35mm. Graças aos cerca de 40 megapixels,  garante uma ampla faixa dinâmica para reproduzir fielmente o ambiente vigente e o sentido de profundidade em super alta resolução de imagens que são ricas em gradação e verdadeiro na descrição de textura. A fim de trazer todo o potêncial da lente e do sensor de imagem e assegurar o mais alto nível de poder de resolução de imagem.
  • De alto desempenho, alta velocidade PRIME mecanismo de imagem II – A Pentax 645D possui o aclamado,  PRIME PENTAX original (PENTAX Real Image Engine) II como seu mecanismo de imagem. Graças à sua capacidade de processamento de dados de alta velocidade e novo algoritmo exclusivo programado para médio formato de câmeras SLR digitais, este mecanismo de imagem de alta performance de alta qualidade produz imagens de super-ricas em gradação e fiel na reprodução de cores, permitindo a transmissão de dados rápida de grande volume dados da imagem – imagens mesmo em formato RAW, tão grande como alguns 50MB por arquivo.
  • Um 14-bit conversor A / D para a conversão de fiéis de dados de imagem em sinais digitais  – A Pentax 645D possui um alto desempenho conversor A / D, que converte fielmente o grande volume de saída analógica de dados de imagem pelo sensor de imagem CCD, carregando uma grande quantidade de dados de imagem, incluindo a resolução e gradação.

Sólido, o corpo manipulável

O quadro principal 645D da Pentax é feita de liga de leve, mas forte em fibra de magnésiol, enquanto que o chassis é feito de alumínio fundido para minimizar a expansão e extensão causados pelo calor e também para optimizar a precisão cinematográfica e estabilidade térmica. Os painéis LCD – uma no painel superior da câmera, outro no painel traseiro – são cobertas com placas de vidro temperado para proteção extra. O corpo da 645D PENTAX também é projetado para ser uma câmera  de medio formato compacto e altamente manobrável, apesar da incorporação de características tão confiáveis como sendo à prova de pó, de construção resistente ao tempo com 70 selos especiais, performance resistentes ao frio excepcional para garantir a operação contínua em um temperatura de até -10 ° C, e uma unidade recém-projectado do obturador com uma velocidade máxima de obturador de 1 / 4000 segundo que pode suportar até 50.000 expansível no obturador.

SD Dual / slots para cartão de memória SDHC

A Pentax 645D possui um par de slots de cartão de memória para a gravação de imagens em SD e SDHC. Este projecto dual-slot dá ao fotógrafo opções adicionais de armazenamento de dados: por exemplo, as imagens gravadas podem ser atribuídos a diferentes cartões de acordo com o formato de gravação (como RAW ou JPEG) ou um dos cartões pode ser usado como backup do outro. As configurações para cada slot de cartão memória pode ser feito fácilmente por um botão dedicado.

Confiável DR II mecanismo para minimizar as manchas de poeira

A 645D PENTAX vem equipado com o mecanismo altamente confiável DR II (Dust Removal), que minimiza as manchas de poeira desagradáveis sobre as imagens gravadas, mesmo quando as lentes são mudadas em ambientes propensos ao pó, nomeadamente ao ar livre. Ao mudar os filtros UV / IR-cut colocado na frente do sensor de imagem CCD em velocidade supersónica usando um elemento piezoelétrico, este mecanismo eficaz e eficiente sacode a poeira do sensor de imagem. Graças ao sistema de user-friendly pó de alerta, o fotógrafo pode conferir em uma rápida visualização ao pó que adere ao sensor de imagem antes de fotografar.

Design renovado, 11 pontos de alta precisão com um amplo sensor AF

A nova 645D Pentax SAFOX IX + quadro amplo sistema de autofoco tem 11 pontos de sensores (com nove sensores do tipo cruzado posicionado no meio) para assegurar a extra-alta precisão de foco exigido no médio formato em câmeras digitais SLR. Para desenvolver este sofisticado sistema AF, todo o sistema óptico foi redesenhado, ao mesmo tempo com a adição de novas funcionalidades para analisar e fazer uso dos dados de fontes de luz no campo de visão.

Avançado 77 segmentos de medição multi-padrão

A 645D PENTAX emprega um state-of-the-art, 77  segmentos do sistema de medição multi-padrão para garantir a super-alta precisão de medição de luz. A precisão da exposição é ainda reforçada através da recolha de dados adicionais, tais como a orientação da imagem (horizontal ou vertical) e a distância e ampliação do tema utilizando os sensores instalados no interior do corpo da câmera, com os dados obtidos incorporado nos cálculos de exposição.

Grande, fácil de ver no visor óptico

Constituída em unidade 645D Pentax finder, um prisma de vidro em formato trapezoidal, não só garante um campo de aproximadamente 98% da visão, mas também muito contribui para a redução do tamanho do corpo da câmera. Acoplado com um  visor brilhante, de fácil foco Natural-Bright-Matte, o visor da 645D da Pentax oferece uma visão geral clara do assunto.

Função Imagem personalizada para criar os efeitos desejados visual com facilidade

A função imagem personalizada da 645D Pentax  permite ao fotógrafo controlar fácilmente os toques finais de uma imagem mais precisa e reflectir as intenções da fotografia criada pelo utilizador, e reproduzir fielmente o ambiente da cena. O utilizador pode selecionar um dos oito modos, incluindo o novo modo de filme reverso projectado para criar imagens com as cores que são típicas de filme de reversão. Além disso, todos os parâmetros – como saturação, matiz, contraste, nitidez, chave, e destacar / sombra contraste – podem ser fácilmente ajustados aos níveis desejados, de modo a que o fotógrafo possa gravar imagens com grande facilidade.

Versátil, o modo multi-sistema de exposição para a reprodução fiel de imagens criativas

  • Função Hyper Program – O Hyper 645D Pentax função Programa permite ao usuário mudar de imediato de modo AE Programado para obturação ou com prioridade à abertura AE modo com uma simples volta dos mostradores elétricos posicionados ao redor do punho. Um simples toque no botão verde muda o modo de exposição de volta ao original de modo AE Programado.
  • Hyper função manual – Ao fotografar no modo Medido manual, o PENTAX 645 do Hyper modo manual permite ao fotógrafo definir rápidamente a exposição correta para o assunto com um simples toque no botão verde.
  • Modo de Prioridade de Sensibilidade – O único modo de Prioridade de Sensibilidade (Sv) selecciona automticamente a melhor combinação de abertura e velocidade do obturador para a sensibilidade´definida pelo utilizador. A sensibilidade pode ser deslocada rápidamente pelo botão eletrónico no painel traseiro. O montante variável do ISO pode ser configurado para 1 / 2 ou 1 / 3  por clique.
  • Shutter / modalidade com prioridade à abertura – Aproveitando ao máximo a capacidade exclusiva de câmeras digitais para o deslocamento automático da sensibilidade a qualquer momento, o obturador /-Priority Mode (TAv) seleciona automáticamente a sensibilidade mais adequada para a abertura selecionada pelo fotógrafo / combinação de velocidade do obturador. Ele permite fácilmente experimentar uma maior variedade de expressões fotográficas.

Grande, de fácil visualização de 3,0 polegadas LCD com cerca de 921.000 pontos

Posicionado no painel traseiro da câmera, uma cor de 3.0 polegadas LCD com aproximadamente 921.000 pontos oferece uma visão clara e brilhante das imagens no LCD e menus. Desde a sua concepção de visão larga permite a confirmação rápida e sem esforço da imagem do monitor de aproximadamente 170 graus na horizontal e na vertical, o fotógrafo tem pouca dificuldade em captar imagens de ângulos baixos e altos. O monitor LCD também é tratado com um exclusivo revestimento AR (anti-reflexo) para minimizar os reflexos, mesmo em locais ao ar livre sob o sol brilhante.

Longa vida útil da bateria
A 645D PENTAX é alimentada por uma grande capacidade, bateria de íons de lítio recarregável, que pode capturar cerca de 800 imagens * quando totalmente carregado.

Outras características

  • HDR (high dynamic range) para criar uma imagem composta com uma gradação de alcance extra-larga a partir de três imagens com exposições diferentes
  • Dynamic-Range função de expansão para compensar tanto brancas (excessivamente superexposta) e escuras (excessivamente subexposta) áreas
  • Digital função Nível de fácil verificação dos níveis da imagem
  • A compensação automática de distorção e aberração cromática lateral (disponível em combinação com o D AF 645 – e FA 645 – As lentes da série)
  • Versátil sistema de controle de balanço de brancos, incluindo o modo CTE projetado para enfatizar os componentes de cor dominante das imagens captadas, que funciona especialmente bem com a cena, tais como o pôr do sol.
  • Espelho de choque / ruído de funcionamento, função de redução para assegurar um funcionamento suave e silencioso do espelho durante a filmagem
  • Penhora de créditos de direitos autorais sobre as imagens gravadas
  • Compatível com o SDM (Supersonic Direct-drive do motor) o mecanismo de foco automático, projetado para assegurar um funcionamento suave e silencioso com o motor supersônico instalado dentro lentes SDM
  • Terminal HDMI (para conectores do tipo mini-C) de alta resolução de saída de dados de imagem
  • Convivial, cor-classificados botões de controle / opções, com base no conceito de design universal cor
  • Pentax Digital Camera Utility pacote de software 4, incluindo um aplicativo de processamento de dados RAW (baseado no popular motor de processamento de dados RAW SILKYPIX desenvolvido pelo Laboratório de Ichikawa Soft) e aplicação de browser

* Em condições de ensaio prescrito pela PENTAX, quando se utiliza uma bateria D-LI90-íon de lítio
bateria sem flash.

PENTAX 645D especificações

Tipo de Câmera focagem automática TTL, exposição automática de médio formato SLR digital
Sensor • 40 milhões de pixels efetivos
• 40,1 milhões de pixels total
• 44 x 33 mm sensor CCD
• 6,0 x 6,0 mM mM tamanho do pixel
Dynamic Range 11.5f – pára
remoção de poeira Sensor de Imagem função de limpeza por vibração supersônica (DR II) com a poeira função de alerta
Processador de Imagem PRIME II
Os tamanhos das imagens • 7264 x 5440 pixels
• 6528 x 4896 pixels
• 5376 x 4032 pixels
• 4224 x 3168 pixels
• 3072 x 2304 pixels
Formatos de imagem (Foto)
• JPEG (EXIF 2.21) – Melhor / Melhor / Bom
• RAW (PEF ou DNG)
Montagem da lente • Pentax baioneta 645AF2 montagem
• As lentes Útil: 645AF2 Pentax, 645AF, 645A e lentes de montagem
Focalizando TTL de detecção de diferença de fase, 11 pontos, sistema de focagem automática (SAFOX IX +)
Os modos de foco • AF Único
• AF Contínuo
• Foco manual
Selecção de ponto AF • Selecione
• Centro
• Auto
Medição Abertura TTL • Abrir
• 77 – Sensor de segmento
• Faixa de Medição: EV 2-21 EV (ISO 200, 55 mm F2.8)
Modos de medição
• Multi-segmento
• A taxa média ponderada ao centro
• Spot
Bloqueio AE Sim
A compensação de exposição + / – 5,0 EV
Sensibilidade
• Auto (ISO 200-1000)
• Reforço (100,1600)
• 1EV, 1/2EV, 1/3EV
Shutter • controlado eletronicamente Obturador de plano focal de movimento vertical
• 30 sec-1/4000
• 1 / 3 ou 1 / 2 EV
• Flash X-sync: 1 / 125 sec
• Bulbo
função Preview • Pré-visualização óptica
• previsão Digital
Balanço dos brancos • Auto
• luz do dia
• Sombra
• Nublado
• Fluorescente (D, N, W, L)
• Tungstênio
• Flash
• CTE
• Manual (3 ajustes)
• Temperatura de Cor (3 memórias) com ajuste fino
imagem configurações personalizadas • Brilhante
• Natural
• Retrato
• Paisagem
• Vibrante
• Mudo
• Cinema Reversão
• Monocromática
Visor • Localizador de prisma Trapézio
• 98% de campo vista
• Ampliação: 0,62 x aprox (com D FA645 55mmF2.8 no infinito), aprox. 0.85X (com FA645 75mmF2.8 no infinito)
• Ajuste de dioptrias: -3,5 a +2,0 dioptria m
• Natural Bright Tela Matte
flash externo • Sapata
• Tomada de X-Sync
• P-TTL
• alta velocidade de sincronização, a sincronização sem fio com flash externo dedicado PENTAX
Modos de fotografia
• Programa AE
• Prioridade de Sensibilidade
• Prioridade do obturador
• Prioridade de Abertura
• Obturador e Prioridade à abertura
• Medição manual
• Bulbo
• X-Speed
modos de condução • Único
• Contínuo Hi
• Contínuo Lo
• Temporizador: 2 segundos ou 12
• Controle remoto: imediato, demora três segundos
Tiroteio remoto • Contínuo
• Bracketing de Exposição
• Extensão Bracketing
• Intervalo
• Exposição Múltipla
O disparo contínuo Aprox. 1,1 fps
Monitor LCD • 3.0 “TFT LCD
• 921.000 pontos
• Ajuste de nível de brilho
• Cor ajustável
Recursos de reprodução • Imagem única
• 2, 4, 9, 16, 36, 81 de miniaturas
• Ampliação (até 32x, desloque-se disponível)
• Rotação de Imagem
• Visualização de pastas
• Apresentação de slides
• Histograma
• Redimensionar
• Recorte
• Brilhante / área escura
• exibição Calendário
• Índice de vista
Filtros Digitais (Modo Reprodução) Monocromático, extrato cor, cor, Tweaking Base, Soft
Conectividade
• USB 2.0 Hi-Speed
• HDMI Tipo C mini
• Saída de vídeo NTSC / PAL
• DC-IN
Armazenamento SD / SDHC
Poder • Lithium-Ion D-LI90 bateria recarregável (fornecida  carregador)
• O adaptador AC opcional
Dimensões 156 x 117 x 119 mm (6,1 x 4,6 x 4,7 in)
Peso • Sem bateria: 1400g (49,4 oz)
• Com a bateria e 2 cartões SD: 1480g (52,2 oz)

O flash fotográfico.

O flash eletrónico é o sistema de iluminação artificial mais evoluído que existe, e cada vez tem se tornado mais sofisticado e mais fácil de usar. É um dispositivo que revolucionou a fotografia, e actualmente é uma arma de trabalho dos fotógrafos profissionais.

O flash é usado na fotografia para produzir uma luz instantânea com uma temperatura de cor por volta dos 5500ºK para ajudar a iluminar a cena. Mas é preciso tomar alguns cuidados, pois um mau uso do flash pode arruinar a foto, fazendo as imagens apresentarem efeitos artificiais.

O flash geralmente é usado nas seguintes situações:

Flash como luz principal:  O flash é usado como principal fonte de luz, como em interiores escuros e fotos nocturnas.

Flash de preenchimento:  Muito usado em dias ensolarados. Ao fotografar uma pessoa à luz do sol, aparecem sombras no rosto, ou a pessoa fica sub-exposta devido à contra-luz. Neste casos,  o flash é usado para iluminar essas áreas sombreadas e para equilibrar a exposição da cena. Veja os exemplos abaixo:

flash de preenchimento

Velocidade de sincronização

Para qualquer flash (externo, portátil, incorporado na câmera…), devemos observar a velocidade de sincronização, que se refere ao intervalo de tempo entre a abertura do obturador e o disparo do flash. É preciso uma velocidade que dispare o flash no momento em que o obturador esteja totalmente aberto para capturar o máximo de luz.

Caso você ajuste uma velocidade mais rápida que a velocidade de sincronização, a foto sairá parcialmente tapada pela cortina do obturador. Então, a velocidade de sincronização é a velocidade máxima na qual podemos operar ao utilizar o flash. Em câmeras SLR, geralmente, esta velocidade é à volta dos 1/200s.

Para contornar esta limitação, alguns flashes possuem uma função chamada “High speed synchro”, que permite ao fotógrafo utilizar velocidades bem acima da velocidade de sincronização padrão, como em fotografias ao sol ou fazendo flash de preenchimento, por exemplo. Nestes casos, o obturador não estará completamente aberto no momento do flash, então este é disparado diversas vezes seguidas (visualmente imperceptível) para que sua luz atinja todo o sensor.

Modo de operação automática

Hoje em dia já não há razão para utilizar o flash em modo manual. A maioria é capaz de operar em modo automático, utilizando uma moderna função chamada TTL (Through the lens), que faz a medição da luz na cena a ser fotografada directamente através da lente. Tanto a câmera como os flashes possuem uma unidade de processamento que calcula o volume de luz disponível, trocando informação entre si.

Então, de acordo com a combinação entre abertura do diafragma / distância ao assunto a ser fotografado / luz ambiente, a intensidade da luz a ser emitida pelo flash é ajustada para expor corretamente a imagem. Este método é bastante eficaz e por este motivo é o mais utilizado pelos fotógrafos, proporcionando muito mais comodidade e agilidade.

Para regular o flash manualmente, deve-se observar a abertura do diafragma e a distância entre o flash e o assunto a ser fotografado. Para isso, utilizamos o número guia, uma unidade de medida de potência normalmente informada pelo fabricante nas especificações. Quanto mais alto o número guia, mais potente será o flash, e maior será a distância percorrida por sua luz.

Para obter qual a abertura a ser utilizada na máquina, é preciso dividir o número guia pela distância do assunto a ser fotografado. Por exemplo, fotografando em ISO 100 com um flash cujo número guia é 30, teremos:

– Distância de 5 metros: 30/5 = 6 ou seja, teríamos que usar uma abertura de F5.6.

O flash rebatido

Fotógrafos profissionais, principalmente os de estúdio, raramente usam o flash directamente para iluminar uma pessoa num retrato, pois o resultado não é natural nem atractivo, deixando o primeiro plano muito claro e o fundo muito escuro. Além disso, provocam os conhecidos “olhos vermelhos” e uma grande sombra atrás da pessoa. No exemplo abaixo, é possível ver claramente a diferença entre a utilização do flash direto e o flash rebatido, uma técnica que veremos logo a seguir:

Para fazer isto, você precisará de um flash externo com cabeça móvel. A técnica baseia-se na reflexão da luz: em ambientes fechados, devemos direccionar a cabeça do flash para o tecto com um ângulo de aproximadamente 45° (dependendo da sua distância à pessoa a ser fotografada), fazendo com que a luz seja reflectida de forma muito mais homogenea. Fique atento ao ângulo utilizado, pois este interfere directamente no local de incidência da luz ao ser reflectida de volta (que pode ser mais atrás ou à frente da pessoa).

Nalguns casos, o tecto pode estar a uma altura muito grande, então você pode também rebater a luz nalguma parede ou numa qualquer outra superfície branca. Deve de ter-se cuidado, pois se o tecto ou a parede forem de alguma outra cor sem ser branco, esta cor será reflectida, causando um efeito indesejado em toda a cena.

O flash rebatido melhora completamente o aspecto das fotos, mas causa perda de certa potência do flash já que ele se espalha. Certifique-se de que a foto ficou bem exposta, caso contrário, use aberturas maiores ou maiores sensibilidades ISO.

Rebatendo o flash em locais externos

Como você viu, esta técnica está limitada a ambientes fechados onde você disponha de alguma superfície branca para rebater a luz. Mas e em ambientes externos, terei que usar o flash directo?… Não!

Nestes casos, você poderia utilizar rebatedores, que são presos directamente à cabeça do flash através de elásticos. Talvez já tenha visto fotógrafos a usar algo assim e perguntou-se para que servia aquilo. Veja este exemplo:

Há diversos tipos à venda pelo mercado, mas também é possível encontrar na internet diversos modelos que você mesmo pode fazer utilizando materiais simples, uns mais eficientes que os outros.

Flash anelar ou circular

Diferente dos modelos convencionais os flahes anelares ou circulares, são especiais para o uso a curtas distâncias. A área emissora de luz é acoplada directamente na lente, tendo um formato circular e um material que porporciona uma luz bem suave e difusa, sendo que em alguns modelos, o grau de difusão é controlável. Seu uso limita-se a uma distância de 1,2 metros, aproximadamente, adequados à fotografia científica ou para macrofotografias.


Canon EOS 1100D.

Características

  • Qualidade de imagem superior de 12 megapixels
  • Guia de funções no ecrã
  • Basic+ e Automático criativo
  • Captura de vídeo em HD
  • Sensibilidade ISO 100-6400
  • Sistema AF de área ampla de 9 pontos
  • Medição de exposição iFCL de 63 zonas
  • Ecrã de 6,8 cm (2,7”), com 230 000 pontos
  • Utilize com qualquer objectiva EF e EF-S

Resolução de 12 megapixels
Evolua para qualidade de imagem DSLR com um sensor APS-C de 12 megapixels. O processador de imagens DIGIC 4 de 14 bits proporciona até 3,2 fps de gravação contínua e imagens repletas de detalhes e com uma grande gama de tons.

 

Guia de funções intuitiva no ecrã
O guia de funções da EOS 1100D fornece descrições de muitas das funções da câmara, assim como conselhos sobre como as utilizar nas suas fotografias.

Modos de cena e Basic+ fáceis de utilizar
Os modos de cena temáticos seleccionam automaticamente as definições de exposição, a focagem e o avanço mais adequados para o motivo a fotografar, e o modo Automático criativo apresenta funções ajustáveis de uma forma fácil de compreender. Com a tecnologia Basic+ da Canon, a aparência e toque destes modos automáticos básicos podem ser afinados de acordo com o tipo de ambiente e iluminação.

Modo de filme HD EOS
Grave vídeos HD impressionantes a 25 ou 30 fps, com controlo automático de exposição, deixando-o concentrar-se na acção. Os vídeos gravados podem ser editados no seu PC ou Mac, ou reproduzidos directamente numa TV HD através da ligação HDMI da câmara.

Sensibilidade ISO 100-6400
É possível fotografar em condições de pouca luz sem flash graças ao intervalo de sensibilidade ISO 100-6400 da EOS 1100D. O processador DIGIC 4 de 14 bits da câmara ajuda a controlar o ruído e a manter a qualidade da imagem.

Sistema AF de área ampla de 9 pontos
A EOS 1100D foca rapidamente e com precisão motivos estáticos ou em movimento, graças a nove pontos AF, espalhados pela moldura. Um ponto de AF cruzado central é sensível a linhas horizontais e verticais.

Medição de exposição iFCL de 63 zonas
A medição de exposição iFCL avançada divide uma cena em 63 zonas antes de a analisar para descobrir a combinação perfeita de velocidade de obturador, abertura e ISO.

Ecrã LCD de 6,8 cm (2,7”), com 230 000 pontos
Componha e reveja imagens num ecrã LCD grande de 230 000 pontos, que também dá acesso ao sistema de menu da câmara e ao ecrã de controlo rápido.

Utilize com qualquer objectiva EF e EF-S
A EOS 1100D é suportada por toda a gama de objectivas e acessórios EOS: unidades de flash, controlos remotos e um sistema de mais de 60 objectivas em que fotógrafos profissionais de todo o mundo confiam.


Canon EOS 60D.

Canon 60D é oficial e já foi anunciada

Canon EOS 60D

 

Em temos de características, destaque para: sensor CMOS APS-C de 18 MP, processador DIGIG 4, ecrã LCD de 3″ (7,7 cm) articulado, sensibilidade ISO 100 a 6400 (expansível até 12800), velocidade de disparo de 5,3 fotos por segundo (até 58 em formato JPEG), gravação de vido em Full HD (1080p) e sistema de edição de vídeo na própria câmara.

A Canon Portugal ainda não divulgou os preços, mas já há sites europeus a anunciar um preço recomendado de 1149 euros para o corpo e 1399 euros para o kit onde a máquina é acompanhada de uma objetiva 18-135 mm.

Sensor CMOS de 18 MP
Ideal para quem pretende criar impressões grandes, tipo poster – ou cortar imagens sem perder nenhum dos detalhes necessários para impressão – o sensor CMOS de 18 MP da EOS 60D é extraordinário em situações de baixa luminosidade e produz imagens com muito pouco ruído.
Funções criativas avançadas
Use a sua imaginação para melhorar as suas fotografias com uma gama de filtros criativos como o efeito de toy camera ou de focagem suave. Estes filtros podem ser aplicados a imagens RAW e JPEG, dando-lhe controlo criativo depois de ter tirado a fotografia. O Basic+ permite-lhe aplicar um ambiente criativo em fotografias tiradas nos modos Basic (básicos), dando-lhe controlo criativo sem necessidade de um grande conhecimento fotográfico

LCD Clear View 3:2 de ângulo variável com 7,7 cm (3,0″)
Visualize imagens e vídeos pormenorizadamente ou capte ângulos únicos ou difíceis com o ecrã LCD Clear View 3:2 de 7,7 cm (3,0”) que inclui uma elevada contagem de 1 040 000 pontos para uma maior claridade. Passe para o modo Live View (Visualização directa) e utilize a função de alimentação visual em tempo real para o ajudar a captar o melhor ângulo.

Gravação de filmes Full HD
A EOS 60D combina a possibilidade de tirar fotografias excepcionais com a gravação de vídeos Full HD (1080p). Para satisfazer a sua criatividade, a EOS 60D inclui as funções de controlo manual total e intervalos de fotogramas variáveis. Pode ainda gravar filmes de 720p a alta velocidade: 50/60 fps para quando a acção é realmente rápida. A ligação HDMI permite a reprodução de filmes e imagens em Alta Definição em qualquer HDTV. Para televisores com função HDMI a reprodução pode ser controlada utilizando o telecomando.

DIGIC 4
O processador DIGIC 4 da Canon trabalha com o sensor CMOS proporcionando um processamento de imagens de 14 bits, para cores com tonalidades naturais e gradações suaves. O DIGIC 4 também possui funções de Redução de Ruído quando utiliza velocidades ISO mais elevadas, tempos de arranque extremamente rápidos e consulta da imagem quase instantânea após a captura.

Velocidade ISO elevada para baixa luminosidade
Quando os níveis de luz diminuem, a EOS 60D dispõe de um intervalo ISO de até 6400, expansível até 12 800, para aqueles ambientes onde não é aconselhável o uso de flash.

Sistema de medição iFCL
O sensor de medição de dupla camada de 63 zonas analisa as informações relativas à focagem, cor e luminância, oferecendo medições precisas e consistentes.

Ecrã de controlo rápido
Acessível através de um botão próprio, o ecrã facilita o acesso às funções mais utilizadas, assegurando que está pronto para tirar a fotografia quando necessário.

Crie um sistema de captura de imagens único para si
A EOS 60D é compatível com a gama completa de objectivas EF/EF-S e Speedlites da série EX da Canon.


Sensores câmeras digitais (2).

Full frame vs APS-C

Tudo tem a ver com o tamanho do sensor, existem diferenças em vários aspectos dos sensores das máquinas fotográficas, como “absorvem a luz“, como transformam a cor, e neste caso a diferença de tamanhos dos sensores que geralmente difere de marca para marca e depende do tipo de máquina fotográfica. Tipo uma máquina chamada “profissional” tem um sensor maior do que uma máquina fotográfica de bolso, mas devido a custos as marcas tendem para ter o mesmo tamanho de sensores para os modelos chamados “equivalentes” ou “equiparados“.

As câmeras chamadas full-frame são as máquinas com sensores de tamanho equivalente às velhinhas máquinas fotográficas analógicas de filme de 35mm. Digamos que foi uma das maneiras de equipararmos as máquinas profissionais digitais às máquinas profissionais analógicas.

Os outros sensores mais pequenos são geralmente falados nos artigos de “crop factor”, tal como a palavra “crop” que indica cortar, que para quem usa um editor de fotografia em Inglês sabe que usa esta ferramenta para cortar parte da fotografias.

Mas será que a minha máquina é full-frame?

Os sensores de full-frame têm uma medida de 36mm x 24mm equiparando as máquinas de filme de 35mm. Estes sensores só são encontrados nas máquinas profissionais de topo das marcas de máquinas fotográficas, todas as restantes têm sensores mais pequenos… Existem sensores maiores mas para casos especiais…

Mas afinal qual é a diferença dos sensores em termos práticos?

Existem várias diferenças no produto final devido à diferença dos sensores, vejamos:

Pegamos numa máquina fotográfica DSLR com sensor abaixo de full-frame e metemos uma máquina DSLR full-frame no mesmo lugar, usamos a mesma lente e neste caso uma lente preparada para full-frame, se tirarmos a mesma fotografia com as mesmas características podemos encontras várias diferenças:

Notamos que a imagem fica mais pequena na máquina DSLR de sensor menor que na máquina DSLR de full-frame e porquê? É devido a esta diferença que falam dos sensores abaixo de full-frame com como croped e passo a explicar:

Se temos uma lente preparada para full-frame quer dizer que a lente tem que “dar” uma imagem do tamanho do sensor que seria de 36mm x 24mm, ora se o sensor da nossa máquina fotográfica tiver menos que esta medida quer dizer que só vai apanhar parte desta imagem… Por essa razão é falado em “crop”.

As marcas de máquina fotográficas têm geralmente um standard para as máquinas fotográficas com sensores abaixo das full-frame, geralmente esse standard difere como já tinha dito de marca para marca, mas é medido pelo factor de “crop” que efectua na imagem.

Marca
Crop
Canon 1.6x
Nikon 1.5x
Olympus 2.0x
Pentax 1.5x
Sony 1.5x

Mas afinal o que quer dizer este 1.6, 1.5, 2….?

Quer dizer que se tirarmos uma fotografia com uma máquina DSLR que tenha um factor de “crop”, vamos mas é falar em Português, uma máquina que tenha o factor de “corte” de 1.5 quer dizer que corta 1/5 da fotografia. mas não só, quer dizer que com a mesma lente a máquina com o sensor mais pequeno tem maior zoom que a máquina de full-frame. Isto porque capta parte da imagem e não necessitamos de estar tão perto para captar o mesmo tamanho de imagem que a full-frame. Era por isso que falei na mensagem das lentes manuais antigas que as lentes correspondiam a valores maiores que os valores que têm, porque estas lentes foram feitas para máquinas fotográficas de 35mm. seria algo como:

Lente Crop
Valor Final
50mm 1.5x 50mm x 1.5 = 75mm
50mm 1.6x 50mm x 1.6 = 80mm
100mm 1.5x 100mm x 1.5 = 75mm
100mm 1.6x 100mm x 1.6 = 160mm
200mm 1.5x 200mm x 1.5 = 300mm
200mm 1.6x 320mm x 1.6 = 75mm

Ok, se acham que as diferenças ficaram por aqui estão enganados. Porque se o zoom é maior quer dizer que o campo de profundidade é diferente usando o mesmo f. Quanto maior é o zoom e maior o f, maior é o campo de profundidade. Por isso é simples se a lente é de 50mm em full-frame nos outros sensores equivale a um valor mais alto, por essa razão os sensores mais pequenos têm mais campo de profundidade.

E o que será que acontece com as lentes angulares para paisagem? Pois é, a lente em full-frame apanha um ângulo muito maior do que as outras com a mesma lente pois apanha mais imagem devido ao tamanho do sensor e ao multiplicador que vimos acima…

Os sensores de full-frame produzem menos “grão digital” ou ruído nas fotografias.

E ainda, como o sensor é maior necessita de mais luz para tirar a mesma fotografia que os outros tipos de sensor. É devido a esses problemas que por vezes notamos um pouco escuro nos cantos das fotos. Este efeito é geralmente chamado de “Vignette“/vinhetagem.

As desvantagens da máquinas de full-frame são o facto de serem muito mais caras que as outras, e também pelo facto de as lentes de valor “razoável” estarem também preparadas para máquinas de sensores inferiores o que indica que não são as melhores escolhas para as máquinas fotográficas de full-frame, o que nos leva às lentes “caríssimas”.

Fonte: efotospt.com

Artigo relacionado: Sensores câmeras digitais (1)


Sensores câmeras digitais (1).

Tipos de sensores

Nem todos os sensores de câmeras digitais são iguais. Eles têm diferenças quanto à sua fabricação e consumo de energia. Veja os principais modelos existentes.

CCD (charge-coupled device) – é o tipo mais comum e equipa a maioria das câmeras compactas e DSLR. Apesar de sua qualidade de captura de imagem ser a melhor que existe, consome muita energia e a sua produção é cara.

CMOS (complementary metal-oxide-semiconductor) – sensores mais baratos e com baixo consumo de energia. Seus resultados costumam ser abaixo da qualidade do CCD, mas o seu preço faz com que ele equipe a maioria das câmeras de baixa qualidade à venda no mercado, mas é usado com sucesso nas DSLR da Canon, onde os factores de qualidade da lente e do processador interno fazem a diferença.

Foveon – Sensor desenvolvido pela Sigma para equipar as suas câmeras reflex. O Foveon baseia-se numa tecnologia de três camadas, onde cada uma é responsável por capturar uma das três cores primárias (vermelho, verde, azul). Nos sensores comuns as três cores são capturadas numa única camada em forma de mosaico.

O futuro – por mais que a tecnologia avance dia a dia, algumas surpresas ainda estão por vir. A Fuji está a trabalhar numa tecnologia muito parecida com a do Foveon e baptizou o seu projeto como Sensor Orgânico (CMOS Organic Image Sensor). Este sensor vai tornar tudo que conhecemos como fotografia digital obsoleto.

Tamanho do sensor

Esse é um fator muito importante. Existem vários tamanhos de sensores no mercado. A norma dita que quanto maior o sensor melhor vai ser a qualidade da imagem. Isso acontece também por conta do tamanho dos píxeis. Quando dizemos que uma câmera tem 5 megapíxels estamos afirmando que existem 5 milhões de píxels no sensor. Quando um fabricante lança um novo modelo com 6 megapíxels, mas com o sensor do mesmo tamanho do modelo anterior, implica numa diminuição do tamanho do píxel para que mais um milhão sejam alojados nesse sensor. O píxel é a unidade básica de captação de luz no sensor. Quanto maior for seu tamanho físico melhor será a qualidade da imagem. Veja na figura abaixo a relação de tamanhos de sensores disponíveis no mercado.

Existem duas câmeras com sensores do mesmo tamanho que os antigos negativos de 35mm as câmeras com sensores Fullframe.  As demais  utilizam sensores menores que causam distorções nas distâncias focais das lentes (factor de corte,ou crop). O principal efeito causado pela diminuição constante do tamanho do píxel é o nível de ruído em fotos com pouca luz. O ruído é uma aberração cromática onde o píxel comporta-se de maneira errada e apresentando uma cor que não é real, gerando uma granulação estranha na foto. Isso acontece com fotos onde o ISO é elevado.

Da próxima vez que for comprar uma câmera fique atento nestes detalhes. O tamanho e o tipo do sensor da câmera podem oferecer um indicativo da qualidade do equipamento. Desconfie de equipamentos compactos com um zilhão de píxeis e sensores pequenos.

Fontelorenti.org

Artigo relacionado: Sensores câmeras digitais (2)


Cartões de memória SD-SDHC.

Cartão SD

Pequeno e Poderoso

O cartão SD mede apenas 24mm x 32mm x 2.1mm, aproximadamente o tamanho de um selo. Seu design fino e compacto garante um fácil manuseio, o que é importante para um cartão que poderá ser utilizado em diferentes produtos pelo mesmo usuário. Utilizando um software decoder, equipamentos que utilizam o cartão SD podem reproduzir música, vídeo e muito mais sem precisar de um drive como nos DVD players. Isso permite aos equipamentos serem mais compactos e dá aos designers de produto uma liberdade maior para sua criatividade. E a confiança no cartão SD é total, já que há eliminação de skkiping (pulos) na reprodução de arquivos de música ou vídeo. A tecnologia SD é usada em mais de 12 categorias de aparelhos, totalizando mais de 400 tipos de produtos e espantosos 8.000 modelos.

O padrão SD foi originalmente desenvolvido pela Matsushita (Panasonic), SanDisk e Toshiba em 2001 e representa uma evolução da tecnologia MultiMediaCard (MMC). A sigla SD significa Secure Digital, pois ele contém capacidade de criptografia e gestão de direitos autorais.

Seu desenvolvimento se deve ao fato da indústria detentora de direitos autorais reclamar do MMC que permitia a livre troca de qualquer tipo de arquivo. A indústria fonográfica foi uma das que mais reclamou por considerar que isso representava risco de pirataria.

Diante disso, a Toshiba trabalhou numa evolução do MMC e o cartão SD foi concebido recebendo recursos contra cópias de materiais protegidos por direitos autorais e também um barramento de transferência de dados mais rápido que o do MMC (4x). Além disso, os cartões SD contam com uma pequena trava que impede alterações ou a própria exclusão acidental de informações (veja a trava na imagem acima, do lado esquerdo do cartão).

Proteção de Copyright (CPRM)

Secured Digital Content (Conteúdo Digital Seguro)

Content Protection for Recordable Media (Proteção de Conteúdo para Mídia Gravável), é a tecnologia de proteção de conteúdo utilizada nos cartões SD. Chamada de CPRM, é a chave para permitir um novo sistema de distribuição para músicas e outras mídias comerciais. A CPRM assegura um alto nível de proteção contra cópias ilegais. Os circuitos internos do cartão SD só permitem leitura e cópia dos dados (na área de proteção) quando dispositivos externos apropriados são detectados.A tecnologia foi desenvolvida pela 4C Entity, LLC (entidade formada por IBM, Intel, Panasonic, and Toshiba, que detém juntas o direito sobre a tecnologia CPRM).

Especificações Técnicas do cartão SD

SD
Size SD Card
Área 768 mm2 (100)
Volume 1,613 mm3 (100)
Espessura 2.1 mm
Peso Aprox. 2g
Número de pinos 9 pinos
Voltagem 2.7V – 3.6V
Proteção anti-gravação Sim
Proteção de Copyright CPRM
Compatibilidade
Capacidade Até 2 GB 

 

mini SD e micro SD

Menores e Igualmente Poderosos

Em 2005, duas variações do cartão SD começaram a se popularizar: o miniSD e o microSD. Como os nomes indicam, são versões de tamanho reduzido do cartão SD original e foram originalmente destinados a pequenos aparelhos como telefones celulares.

O miniSD tem as seguintes dimensões: 20 mm x 21,5 mm x 1,4 mm. Por sua vez, o microSD tem dimensões de 15 mm x 11 mm x 1 mm. Ambos os cartões costumam vir acompanhados de adaptadores que permitem sua compatibilidade com leitores de cartões SD tradicionais

Muito por conta de sua portabilidade e confiabilidade, o cartão de memória SD desbancou o Compact Flash (CF) e arrebanhou grandes fabricantes de equipamentos como Canon, Kodak e Nikkon (essas utilizam o CF apenas em suas câmeras profissionas) que adotaram o formato para a maioria de seus produtos. Além das câmeras digitais, o cartão SD é compatível com palmtops, celulares (nos modelos Mini SD, Micro SD e TransFlash), sintetizadores MIDI, MP3 players portáteis, e até em aparelhos de som automotivos.

Tabela comparativa entre os cartões SD

Cartão SD, miniSD e microSD

Formatos Padrão

SD miniSD microSD
Size SD Card SD Card SD Card
Area 768 mm2 (100) 430 mm2 165 mm2
Volume 1,613 mm3 (100) 602 mm3 165 mm3
Espessura 2.1 mm 1.4 mm 1.0 mm
Peso Aprox. 2g Aprox. 1g Aprox. 0.5g
Número de Pinos 9 pinos 11 pinos 8 pinos
Sistema de Arquivo FAT16/32 FAT16/32 FAT16/32
Voltagem 2.7V – 3.6V 2.7V – 3.6V 2.7V – 3.6V
Proteção anti-gravação Sim Não Não
Proteção de Copyright CPRM CPRM CPRM
Compatibilidade Sim (com adaptador) Sim(com adaptador)
Capacidade até 2 GB até 2 GB até 2 GB

Compatibilidade

Dispositivos com entrada SD também podem usar os cartões do padrão MMC, sendo que o inverso não é possível, devido a espessura menor dos cartões MMC. Cartões SD podem ser usados em entradas CompactFlash e PC Card com o uso de um adaptador físico e elétrico. Já os cartões MiniSD e MicroSD podem ser usados diretamente em uma entrada SD com o uso de um adaptador físico.

Cartão SD de Alta Capacidade (SDHC)

Maior capacidade e velocidade de armazenameto, maior flexibilidade

O cartão SD de alta capacidade (SDHC – Secure Digital High-Capacity) conta com mais espaço de armazenagem do que o SD convencional. Sua capacidade começa com 4GB e vai até 32 GB. Seus fabricante também podem escolher três velocidades diferentes para taxas mínimas de transferência de dados (sistema Speed Class). O cartão SDHC já invadiu o mercado de câmeras digitais, pois preserva a integridade das fotos salvas nele e ainda aumenta a performance de memória garantindo boa velocidade de transferência de dados. O tamanho de armazenagem ajuda bastante para salvar fotos e vídeos de alta qualidade.

Cartão SDHC

Especificações técnicas do cartão SDHC

SDHC
High-Capacity SD card
Area 768 mm2 (100)
Volume Do Cartão 1,613 mm3 (100)
Espessura 2.1 mm
Peso Approx. 2g
Numero de Pinos 9 pinos
Voltagem 2.7V – 3.6V
Proteção anti-gravação Sim
Proteção de Copyright CPRM
Compatibilidade
Capacidade 4 – 32 GB

O que é Speed Class?

A SD Association estabeleceu uma nova especificação para velocidade mínima de transferência de dados. Conhecida como Speed Class, tanto os cartões SD convencionais como os HC (High Capacity, em português Alta Capacidade) agora têm sua velocidade aferida por esse sistema. Com o Speed Class, os cartões podem ter três velocidades mínimas de transferência: – 2, 4 e 6MB por segundo. Funciona da seguinte forma: o dispositivo que está transferindo dados para o SD consegue enxergar as partições fragmentadas do cartão e assim determinar a velocidade ideal para cada uma. Os cartões SD que contam com essa aferição têm a classe impressa no seu corpo.

tabela Speed ClassCartão SDHC de 8GB com speed class

a tabela de Speed Class e um cartão SDHC de 8GB com a classificação Speed Class 4

Formatos HC (Alta Capacidade)

SDHC miniSDHC microSDHC
Tamanho SD Card SD Card SD Card
Area 768 mm2 (100) 430 mm2 165 mm2
Volume 1,613 mm3 (100) 602 mm3 165 mm3
Espessura 2.1 mm 1.4 mm 1.0 mm
Peso Aprox. 2g Aprox. 1g Aprox. 0.5g
Número de pinos 9 pinos 11 pinos 8 pinos
Sistema de Arquivo FAT32 FAT32 FAT32
Voltagem 2.7V – 3.6V 2.7V – 3.6V 2.7V – 3.6V
Proteção anti-gravação Sim Não Não
Proteção de Copyright CPRM CPRM CPRM
Compatibilidade Sim(com adaptador) Sim(com adaptador)
Capacidade 4 – 32 GB 4 – 32 GB 4 – 32 GB

Fonte: http://www.cartaodememoria.com/


Filtros fotográficos.

Um filtro fotográfico é um acessório de câmera fotográfica ou de vídeo que possibilita o manejo de cores e/ou a obtenção de efeitos de luz pela sua inserção no caminho óptico da imagem.

Filtro ultravioleta, polaróide e FL-D (fluorescente tipo “luz do dia”) de 62 mm.

Os filtros são de gelatina, plástico, vidro ou cristal, na maioria das vezes montadas em anéis rosqueáveis na objetiva, ou em anéis elásticos para montar no cilindro liso da objetiva. Filtros circulares são mais comuns, mas uma gama de filtros mais ampla, de dezenas de filtros, é disponibilizada em formato quadrado, para serem encaixados em magazines de porta-filtros “universais”.

Grande parte das câmeras fotográficas digitais não dispõem de roscas nas suas objetivas. Para estas câmeras, há porta-filtros especiais que são rosqueados na base da câmera.

Finalidade dos filtros

A finalidade básica dos filtros fotográficos é a de filtrar a luz adequando-a às características do filme ou sensor de imagem.

Algumas poucas situações exigem o emprego do filtro.

  • fotografia a altas altitudes (dois mil metros ou mais);
  • fotografia à sombra tirada ao meio-dia;
  • fotografia à contra-luz com sol baixo;
  • presença de reflexos indesejáveis (na superfície da água, de uma vitrine).

A presença de luz mista às vezes é inevitável ou até mesmo necessária. Nesta situação os estúdios fotográficos, ou de cinema e TV fazem uso de filtros de gelatina em folhas para aplicar, não na direção da câmera, mas na direção da fonte de luz, como em janelas e refletores de luz.

Para fotógrafos exigentes, o efeito de um filtro varia de conforme a objetiva utilizada, ou de acordo com o modelo da câmera, no caso de câmeras compactas. Além disso, nem sempre o emprego do filtro leva a resultados sensivelmente melhores, sendo necessário tirar uma foto com filtro e outra sem filtro para notar a diferença.

Tanto para fotógrafos profissionais como para amadores exigentes, o filtro fotográfico é considerado útil para proteção do equipamento, evitando danos à lente da objetiva.

Os filtros na fotografia analógica e digital

As câmeras fotográficas digitais de preço mais elevado podem usar todos os filtros utilizados por câmeras analógicas sem o uso de adaptadores especiais. Já as câmeras digitais compactas (mais econômicas) dispõem de algoritmos que simulam filtros de correção e outros filtros como o sépia e o difusor, e não facilitam o uso de filtros reais (óticos).

As câmeras compactas, com raras exceções, não têm rôsca na objetiva para montagem de filtros rosqueáveis, além disso, as objetivas são retráteis, não admitindo a montagem de filtros elásticos.

Como as câmeras analógicas mais populares, que não dispõem de objetivas receptivas a filtros, as câmeras digitais também podem fazer uso de filtros menos comuns, através da montagem de um magazine para filtros roscado na base da câmera.

Usos de filtros em fotografia

Filtros fotográficos podem ser classificados pelos seus usos:

  • Transparente e Ultravioleta
  • Correção de Cor
  • Subtração de Cor
  • Aumento de Contraste
  • Infravermelho
  • Densidade Neutra
  • Polarizador
  • Efeitos Especiais, de vários tipos, incluindo:
    • Gradientes
    • Suavização
    • Tonalidade Sépia

Transparente e ultravioleta

Filtros de cristal transparente exclusivamente para proteção de lentes são raros. A maioria dos fotógrafos prefere utilizar filtros UVs e Skylights para esta finalidade por agregarem valor à fotografia, mesmo que estes valores sejam imperceptíveis.

Os filtros UV bloqueiam a passagem de luz ultravioleta invisível para evitar que a ela afete o filme ou sensor de imagem que não são insensíveis a este tipo de radiação. O filtro é usado onde a radiação UV está mais presente, ou seja, em regiões equatoriais, a grandes altitutes.

Os filtros UV são preferidos para efeito de proteção da objetiva da câmera por serem mais neutros em relação às cores que os filtros Skylight.

Já os filtros Skylight têm cor levemente rosada, são filtros UV que se usam para neutralizar os efeitos dos raios UV que tendem a estender o tom azulado sobre áreas de sombra à luz do dia plena. Os filtros Skylight costumam combinar funções de filtro UV, filtro de azul e filtro de difusão.

Correção de cor

Os filtros de conversão (um tipo de filtro de correção de cor) foram muito usados para fotografar com luz natural ou com luz artificial sem trocar o filme por outro mais adequado a esta ou aquela condição de luz específica. Filtros de cor azul (série 80 da Kodak wratten) eram usados para converter luz artificial em luz adequada para filmes do tipo Daylight e, vice-versa, filtros de cor âmbar (série 85) eram usados para tornar a luz natural adequada para filmes tipo Tungsten.

Embora seja comum as câmeras digitais compactas terem pre-sets para diversas condições de luz, somente algumas câmeras de filmar traziam filtros de conversão embutidos na própria câmera.

Pequenas diferenças entre temperaturas de cor de lâmpadas photoflood. A e lâmpadas photoflood B (3400 K e 3200 K respectivamente) são possíveis de ser corrigidas em câmeras digitais de preço mais elevado. Já as câmeras compactas podem tirar proveito dos chamados de filtros de compensação. Ao fotografar utilizando lâmpadas photoflood. A com câmera compacta configurada para Tungsten obtém-se melhor balanço de cores utilizando-se um filtro de cor âmbar 81A. Freqüentemente, a utilização de filtro azul 82A ou 82B resulta em fotos com cores mais equilibradas ao fotografar em ambiente iluminado com lâmpadas incandescentes comuns do que com a câmera simplesmente ajustada para Tungsten.

Tradicionalmente fotógrafos profissionais usavam kits de filtros de correção de cor CMY conhecidos como filtro CC, idênticas àquelas que eram usadas em laboratório fotográfico, para neutralizar dominância de cores diferentes daqueles provocada por lâmpadas incandescentes. Esses filtros continuam sendo úteis para filmagens.

Filtros de contraste

Os filtros de contraste diferem dos filtros de densidade por serem coloridos. Têm graduação que vai de 0 a 5. São usados para controlar o contraste relativo dos tons cinza com base na avaliação dos efeitos do filtro colorido sobre cores asemelhadas, diferentes e antagônicas que compõe o quadro. Assim, os filtros podem ser aplicados para aumentar o contraste ou, ao contrário, para suavizar o contraste de tons.

A manipulação dos contrastes de tons é bastante facilitada por editores gráficos em que se pode simular a aplicação de filtros de contraste para obter bons resultados por tentativa e erro.

Em fotografias que incluem a fonte de iluminação geralmente apresentam excesso de contraste que deve (ou só pode) ser corrigida previamente com filtro adequado.

Infravermelho

O filtro infravermelho é aplicado à objetiva da câmera carregada com filme conhecido como infrared para obter imagens em preto-e-branco geradas exclusivamente pela radiação infravermelha.

Câmeras digitais que usam um sensor de imagem no lugar de um filme também se prestam a este tipo de fotografia. Os sensores de imagens da maioria das câmeras digitais de fotografia e de vídeo são sensíveis a radiações infravermelhas (IR) como os filmes infrared, que são sensíveis ao IR sem serem exclusivamente sensíveis a eles.

Em algumas câmeras digitais, a sensibilidade aos raios UV (ultravioleta) e aos IR (infravermelho) é neutralizada por filtros de bloqueio UV/IR, mas outras câmeras como a Finepix IS-1 da Fujifilm admitem o desbloqueio do filtro UVIR, o que as torna sensíveis aos UV e IR. Estas câmeras são próprias para a fotografia infravermelha com a adição dos tradicionais filtros infrared.

A radiação infravermelha, sendo invisível, não tem cor associada a ela. Nos filmes infrared a cores a radiação infravermelha é tornada visível em cores avermelhadas. Algumas câmeras digitais da Sony manipulam a radiação infravermelha e representam a radiação infravermelha em tons esverdeados, como em alguns dispositivos militares monocromáticos de visão noturna.

Densidade neutra (ND)

O filtro de densidade neutra provoca uma redução uniforme da quantidade de luz que incide sobre o filme ou sensor de imagem. Usa-se geralmente para reduzir o valor de exposição (EV) com o propósito de obter combinações de abertura de diafragma e velocidade de obturação mais adequadas para a foto. Por exemplo, para obter um fundo desfocado que dê melhor destaque aos objetos situados no plano em foco.

Encontram-se comumente filtros ND em densidade 2X, 4X e 8X que baixam o valor de exposição em um, dois ou três pontos.

Polarizador

Os filtros polarizadores ou polaróides são usados geralmente para eliminar brilhos e reflexos indesejáveis como as imagens refletidas nas vidraças das janelas ou nas vitrines que atrapalham a visão do seu interior porém não tira o reflexo de metais. Eventualmente são utilizados também para reforçar a imagem refletida na superfície que é de luz polarizada.

Há dois tipos de filtros polarizadores: o linear e o circular. O filtro polarizador linear é ajustável, dando ao fotógrafo a possibilidade de controlar o grau de efeito desejado. O polaróide circular é fixo, não oferece a possibilidade de controlar o efeito, mas pode ser usado em câmeras de filmar ou na fotografia de ação.

O filtro polaróide circular é assim chamado pela orientação dos cristais e fibras plásticas que se estendem circularmente no plano do filtro e não devem ser confundidos com filtros de polarização circular.

Balanço de cores

Os filtros para balanceamento de cores têm seu campo de aplicação na fotografia digital profissional ou avançada para realizar um ajuste prévio e preciso do balanço do branco em função da iluminação que incide sobre o cenário.

O filtro vai montado na câmera digital que é apontada para a fonte de iluminação para que efetue as compensações necessárias à neutralização das diferenças de cor entre a fonte de iluminação e o branco de referência da câmera.

O filtro difunde a luz incidente para efeito de balanceamento de cores, mas pode também ter uma transmitância controlada para 18% para servir à fixação do valor de exposição (EV) pelo método da luz incidente.

Efeitos especiais

Há um grande número de filtros que produzem efeitos especiais, muitos deles inventado por Jean Coquin.

  • O Star que transforma pontos de luz brilhante em estrêlas de várias pontas;
  • o Diffractor que difracta os pontos de luz brilhantes da imagem;
  • o Multi Image que replica a imagem em paralelo ou em círculos;
  • o Speed que cria um efeito de rastro linear na imagem;
  • o Cyclone que cria um rastro circular;
  • o Radial Zoom que cria rastros radiais;
  • o kit de vinhetas diversas;
  • o Doble Exposure para montagem de fotos por dupla exposição;
  • o Doble Mask, também para fotomontagens;
  • o filtro Graduated, o Pastel, o Diffuser, o Sepia, o Center Spot, etc.

A maioria dos efeitos especiais que são obtidos com filtros óticos criativos podem ser obtidos em editores de fotos digitais, seja como um recurso integrado eles, seja na forma de plug-ins que acrescentam um novo recurso ao editor.


Canon EOS 600D.

Canon EOS 600D

Com resolução de 18 megapixels inovadora na sua classe, design de fácil utilização e a gama completa de objectivas e acessórios EOS à sua disposição, a EOS 600D não deixa que nada interfira com as suas fotografias.

Características

  • Sensor CMOS de 18 megapixels
  • Modo de Cena automática inteligente
  • Filmes EOS em Full HD
  • Guia de funções no ecrã
  • Gravação contínua de 3,7 fps
  • AF de área ampla de 9 pontos
  • Ecrã de 7,7 cm (3,0”) com 1040 mil pontos e ângulo variável
  • Filtros criativos e Basic+
  • Controlo de flash sem fios incorporado

Sensor CMOS APS-C de 18 MP
O sensor CMOS APS-C de 18 megapixels captura imagens repletas de detalhes e claridade. Uma alta resolução destas permite impressões de tamanho grande e a flexibilidade de recortar imagens para composições alternativas.

Sensibilidade ISO 100-6400
O intervalo ISO de 100-6400, extensível até ISO 12 800, permite fotografar manualmente e com alta qualidade em condições de pouca luz, sem necessidade de flash.

Processamento de imagem de 14 bits
No núcleo da Canon EOS 600D está um processador de imagens DIGIC 4 de 14 bits que proporciona uma reprodução de cores excepcional, uma gradação de cor suave e um controlo rigoroso do ruído.

Modo de Cena automática inteligente
A Cena automática inteligente analisa cada cena em detalhe e selecciona sempre a definição certa da câmara, deixando que se concentre no que é importante – a sua fotografia.

Guia de funções no ecrã
O guia de funções da EOS 600D fornece descrições de muitas das funções da câmara, assim como conselhos sobre como as utilizar.

Filmes EOS em Full HD
Grave filmes em Full HD com controlo manual sobre o intervalo de fotogramas, a exposição e o som. A tecnologia de Fotografias de Vídeo permite que clips de 2, 4 ou 8 seg. sejam unidos num único ficheiro de filme, para obter um vídeo com aspecto de ter sido editado profissionalmente, enquanto o Zoom digital de filme permite ampliações de 3-10x, mantendo a qualidade Full HD.

AF de área ampla de 9 pontos e medição iFCL
Nove pontos AF, incluindo um sensor cruzado central, espalhado pela moldura para uma focagem rápida e precisa, mesmo com motivos descentrados. A medição iFCL de 63 zonas garante sempre exposições precisas.

Ecrã de 7,7 cm (3,0”) com 1040 mil pontos e ângulo variável
Fotografe a partir de ângulos únicos com um ecrã LCD Clear View 3:2 de 7,7 cm (3,0”), com 1040 000 pontos para uma maior claridade.

Basic +
A tecnologia Basic+ permite que os fotógrafos personalizem as definições automáticas básicas de acordo com as condições de iluminação ou o ambiente.

Efeitos de filtros criativos
Os efeitos de filtros criativos podem ser aplicados a ficheiros Raw e JPEG após a sua captura, incluindo simulações de efeito Câmara brinquedo, Focagem suave, Miniatura, Preto e branco granulado e Olho de peixe.

Controlo de flash sem fios incorporado
Um controlador de flash Speedlite sem fios integrado e a tecnologia sem fios fácil permitem flash TTL externo sem a necessidade de acessórios extra.

Utilize com qualquer objectiva EF e EF-S
A EOS 600D é suportada por todo o sistema: unidades de flash, controlos remotos e um sistema de mais de 60 objectivas em que fotógrafos profissionais de todo o mundo confiam.