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Posts tagged “câmera fotográfica

Como limpar o sensor da sua DSLR.

ATENÇÃO

Se não se sentir confortável com este procedimento, contacte um profissional.

Esta operação pode provocar danos irreparáveis no seu sensor.

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ENGLISH VIDEO.


Canon EOS 5D mark III

A EOS 5D Mark III é uma DSLR com enquadramento total de 22,3 MP, AF de 61 pontos e disparo contínuo de 6 fps. Captura filmes Full HD de alta qualidade, com controlo manual de tudo, desde o intervalo de fotogramas ao áudio.

Características

  • Sensor de enquadramento total de 22,3 megapixels
  • AF de 61 pontos
  • Disparo contínuo de 6 fps
  • Sensibilidade ISO 100–25 600, extensível até ISO 102 400
  • Vídeo Full HD com controlo manual
  • Processador DIGIC 5+ de 14 bits
  • Protecção contra condições atmosféricas
  • Ecrã de 8,11 cm (3,2″) com 1 040 000 pontos
  • Modo HDR
Uma DSLR de enquadramento total, com capacidade para capturar imagens de 22 megapixels a 6 fps e filmes Full HD.

Sensor de enquadramento total de 22,3 megapixels
Capture imagens de alta qualidade, repletas de detalhe, com um sensor CMOS de 22,3 megapixels e processador de imagem DIGIC 5+. As cores são brilhantes, mas naturais, e os detalhes são preservados mesmo em áreas de sombras escuras e destaques claros.

Desempenho de alta qualidade, mesmo com pouca luz
A EOS 5D Mark III produz uma qualidade de imagem soberba, independentemente das condições de iluminação. Continue a fotografar manualmente, mesmo depois do pôr-do-sol, graças a um intervalo de sensibilidade ISO 100–25 600 (extensível até ISO 102 400).

Focagem automática de área ampla de 61 pontos
Foque de forma rápida e precisa, mesmo em motivos descentrados, com um sistema AF de área ampla de 61 pontos. 41 pontos de tipo cruzado (cinco dos quais do tipo cruz dupla extra sensíveis) asseguram um acompanhamento bastante preciso de objectos em movimento.

Disparos contínuos a alta velocidade
Acompanhe a acção a 6 fps, gravando até 16 270 imagens JPEG contínuas num cartão UDMA modo 7 numa única sequência de disparos.

Imagens de alta gama dinâmica (HDR)
Preserve os detalhes em áreas de realce ou sombra com a criação de imagens HDR na câmara.

Vídeo Full HD com controlo manual
Desfrute de vídeo Full HD de alta qualidade com resolução de 1080p. Utilize controlos manuais e a ampla gama de objectivas EF da Canon para alcançar efeitos visuais cinematográficos.

Som de grande qualidade
Dê à sua filmagem a banda sonora que merece. A EOS 5D Mark III grava som estéreo digital a 48 KHz e permite o controlo manual do nível de áudio. Uma tomada de microfone de 3,5 mm padrão permite a utilização de microfones de terceiros; uma tomada de auscultadores permite a monitorização de áudio durante a gravação.

Funções de edição na câmara
Inicie o seu fluxo de trabalho de edição digital antes de chegar a casa. Classifique as suas imagens numa escala de um a cinco e compare duas imagens simultaneamente no ecrã. Utilize o processamento Raw na câmara para explorar possibilidades criativas – como conversão para preto e branco e equilíbrio de brancos a posteriori.

Concebida para ir para todo o lado
Um chassis de magnésio fornece força e durabilidade, sem adicionar peso. A protecção contra condições atmosféricas oferece protecção contra o pó e a humidade.


Video – Aula 14 – Parte 2/2

Esta é a 2ª parte de 2, do 14º vídeo de 24.

Lição 14 (parte 2 de 2) – Película fotrográfica e cartões de memória.


Video – Aula 14 – Parte 1/2

Esta é a 1ª parte de 2, do 14º vídeo de 24.

Lição 14 (parte 1 de 2) – Película fotrográfica e cartões de memória.


Video – Aula 13 – Parte 2/2

Esta é a 2ª parte de 2, do 13º vídeo de 24.

Lição 13 (parte 2 de 2) – A Composição.


EVIL – Nova categoria de câmeras fotográficas.

O mercado das câmeras digitais tem dois lados bastante distintos. Enquanto profissionais e amadores avançados procuram as dSLR (digital Single Lens Reflex – Reflex digitais de lente única), com milhares de lentes diferentes, sensores enormes e controles avançados, as pessoas que só querem um meio de registar seus momentos especiais procuram as compactas: simples de usar, muitas funções, leves e portáteis.

Num paralelo com o mundo dos computadores, de um lado você tem os super equipamentos – desktops poderosos, com componentes de altíssima performance – ocupando o espaço que, na fotografia, pertence às dSLR. No outro lado reverso estão os netbooks – tecnologia avançada voltada principalmente à portabilidade, mesmo que isso diminua a capacidade total – equivalentes às câmeras compactas.

As câmeras EVIL (Electronic Viewfinder, Interchangeable Lens – visor eletrónico e lentes intercambiáveis) pretendem ocupar – nessa comparação – o espaço de notebooks. Mais poderosos que netbooks e bastante portáteis, porém sem a mesma capacidade dos desktops.

Qual o nome?

Além do acrónimo EVIL, algumas pessoas referem-nas como MIL (Mirrorless Interchangeable Lens – lentes intercambiáveis sem espelho), mencionando uma das principais diferenças em relação às dSLR, que usam um espelho em frente ao sensor para direcionar a imagem até ao visor.

As câmeras EVIL da Sony, anunciadas na PMA 2010

Compacta, mas quase profissional

A fotografia digital entrou no gosto dos consumidores muito antes de chegar ao meio profissional. A qualidade das imagens – nos seus primórdios – era péssima, e levou vários anos até conseguir equiparar-se ao resultado obtido em filme. Desde que isso aconteceu, entretanto, as diferenças entre uma câmera profissional e uma amadora eram claras: sensor grande e troca de lentes.

Mesmo câmeras com 6 ou 8 Megapixels e um sensor grande produzem imagens de mais qualidade que compactas de 10 ou 12 MP.

Sigma DP1

Com isso em mente, em 2007 a Sigma lançou a DP1, primeira câmera compacta utilizando exatamente a mesma tecnologia de uma dSLR (no caso, a Sigma SD14). Processadores, sensor e software eram os mesmos nas duas câmeras, mas a DP1 ainda não podia ser considerada uma câmera EVIL, pois não permitia a troca de lentes.

Um pouco antes, em 2006, diversas empresas reuniram-se em consórcio para a criação de um novo sistema de lentes e câmeras – o sistema Four-Thirds ou 4/3 – que ainda utilizava o espelho característico das câmeras Reflex.

Olympus, Panasonic, Kodak e vários fabricantes menores do mercado de fotografia digital comprometeram-se com o formato e lançaram câmeras e lentes para ele. A grande diferença das câmeras 4/3 para dSLRs comuns era seu tamanho menor – tanto em termos de câmera bem como de sensor.

Micro 4/3

Olympus EP-1Em 2009 o consórcio responsável pelo formato 4/3 resolve inovar e, utilizando vários conceitos comuns em câmeras compactas – como a ausência de espelho e a utilização de uma ecrã LCD para a composição da imagem – lança o padrão Micro 4/3, explicado em detalhe aqui.

Com rigor, pode-se considerar as câmeras Micro 4/3 como as primeiras da categoria EVIL, já que apresentam todas as características consideradas marcantes desse tipo de câmera. Porém o nome e a própria menção de “categoria” só aparece em 2010.

Novidades “Made in Asia”

Samsung NX10Apesar de quase desconhecida, uma câmera pode ser considerada precursora de todo o buzz em torno das câmeras EVIL hoje. No final de 2009, a coreana Samsung apresentava a NX10, com sensor APS-C de 15.1 Megapixels e baioneta NX para lentes específicas. Até agora apenas três lentes acompanham a NX10: 30mm fixa e as zoom 18-55mm e 50-200mm.

Em janeiro de 2010 a Sony anunciou o projeto de câmeras conceito, com corpo menor que uma dSLR, mas usando o sensor de tamanho APS-C – o mesmo que na maioria das câmeras profissionais.

A empresa é uma das maiores fabricantes no mercado da fotografia digital, produzindo sensores de diversos tamanhos, câmeras compactas variadas e também lentes e câmeras dSLR da série Alfa.

Como o padrão Micro 4/3 – devido principalmente ao alto custo dos equipamentos – nunca teve grande expressão no mercado, a aposta da Sony e da Samsung seria o de ocupar ocupar um nicho práticamente inexplorado.

Apelos variados

Samsung NX10Em termos de mercado, as câmeras EVIL oferecem um benefícios para todo tipo de consumidores. Para o profissional e para os amadores avançados os novos modelos oferecem qualidade de imagem e recursos existentes em câmeras dSLR, mas mais portáteis e práticos. Ainda que não sejam utilizadas no dia a dia do trabalho fotográfico, as EVIL tornam-se uma opção muito válida para as fotos sem compromisso comercial, graças à sua portabilidade.

Aos amadores a oferta é semelhante, porém vista de um outro ângulo. Com este equipamento não é necessário abrir mão da prática e do conforto do uso de uma câmera compacta para se obter mais opções e versatilidade.

Como o mercado começa a reconhecer o espaço vazio que existia entre as câmeras atualmente disponíveis, e com a entrada de concorrentes de peso como a Sony, pode-se também esperar preços mais competitivos, além do desenvolvimento da tecnologia.

Canon e Nikon

Quando se fala em câmera fotográfica, é difícil imaginar que algo surgiu sem influência dos principais fabricantes. Apesar de existirem rumores – principalmente sobre a Nikon – de câmeras EVIL da dupla dinâmica da imagem, existem considerações a fazer.

Ambos os fabricantes têm uma longa história no mercado fotográfico – desde o tempo dos filmes essas são as marcas dominantes – e o lançamento de um equipamento compacto exigirá um investimento muito grande em tecnologia.

dSLR Canon EOS 5D MkII           dSLR Nikon D90

Também deve ser levado em conta o histórico de seus utilizadores, já que muita gente investiu dinheiro em lentes e equipamentos dSLR das duas marcas. Devido às diferenças de construção entre uma dSLR e uma câmera EVIL, é praticamente impossível acreditar que exista compatibilidade entre as lentes atuais e possíveis câmeras sem espelho desses fabricantes.

Compacta Canon Powershot G11Outro problema que pode desestimular os grandes fabricantes a entrar na competição é a necessidade de – uma vez lançada a linha EVIL – manter não só a produção de câmeras dSLR e compactas.

Um terceiro conjunto de equipamentos, que graças à sua engenharia não deve compartilhar acessórios com nenhuma das linhas já existentes, deve ser projetado. O custo operacional de uma jogada como essa pode ser crítico, e o risco é muito alto.

Confirmação absoluta no mercado?

Tudo indica que este mercado de câmeras veio para ficar e prosperar. Tanto para o fotógrafo amador como para o pofissional.

Os peços são atractivos e a gama de oferta não pára de aumentar por parte dos fabricantes.

Deixo um comparativo ente duas câmera quase em tudo semelhantes.


Video – Aula 13 – Parte 1/2

Esta é a 1ª parte de 2, do 13º vídeo de 24.

Lição 13 (parte 1 de 2) – A Composição.


Video – Aula 12 – Parte 2/2

Esta é a 2ª parte de 2, do 12º vídeo de 24.

Lição 12 (parte 2 de 2) – A optica fotografica.


Video – Aula 12 – Parte 1/2

Esta é a 1ª parte de 2, do 12º vídeo de 24.

Lição 12 (parte 1 de 2) – A optica fotografica.


Video – Aula 11

Este é o 11º vídeo de 24.

Lição 11 – Situações de fotografia rápida.


Video – Aula 10

Este é o 10º vídeo de 24.

Lição 10 – Apresentação de trabalhos.


Funcionamento do View Finder e Life View.

Entenda o funcionamento do View Finder e do Live View das SLR

Este artigo visa esclarecer algumas dúvidas que existem em relação ao funcionamento, das vantagens e desvantagens do View Finder e do Live View utilizados nas DSLR.

O View finder ótico nas SLR
O View Finder ótico das DSLR  utiliza de um espelho móvel e um sistema reflexivo fixo, que pode ser um Pentaprisma ou um Pentaespelho, para projetar a imagem que passa pela lente num visor ótico.

Neste sistema o auto-foco da câmera baseia-se na luz que atravessa uma área semi-permeável do espelho móvel e é refletida para um sensor detector de fases. A obturação requer uma operação múltipla, onde o espelho é levantado e a cortina é aberta assim que a remoção do espelho móvel é concluída.
Como benefício este visor apresenta uma imagem bastante clara do que é fotografado, não utiliza uma capacidade muito grande do processador da câmera, produz menor ruído nas imagens, elimina a hipótese de formação de manchas, devido a áreas muito iluminadas, e possibilita o uso do sensor baseado no detector de fases, que é muito mais rápido do que o auto-foco realizado pelas alternativas baseadas na detecção de contrastes. Porém o sistema apresenta blackouts durante o acionamento do obturador (pois o espelho móvel é levantado cortando a imagem que chega ao dispositivo ótico) e não possibilita a visualização prévia do resultado da exposição da foto, requerendo maior conhecimento do processo de exposição por parte do fotógrafo.
O uso do View finder ótico também leva à necessidade de uso da câmera junto ao rosto, que pode ser incómodo para alguns,  ou algumas condições onde a imagem precise ser fotografada de vários ângulos onde o uso do View finder seria desconfortável.

O Live View convencional
Uma alternativa criada para o View Finder ótico foi o uso do sensor principal da câmera para captar uma imagem, que é passada ao LCD da câmera possibilitando seu uso para visualizar o que será fotografado, como numa câmera de filmar. Este sistema é o mesmo utilizado para alimentar as imagens do LCD das compactas e também pode ser utilizado para alimentar EVFs (ou views finders eletrónicos), que não são nada além de um LCD que projeta a imagem dentro de uma pequena janela.

Neste sistema o sensor principal da câmera é utilizado para fazer o auto-foco, através de um processo de detecção de contrastes. A obturação pode ser eletrónica ou a cortina pode-se fechar no momento em que se captura a imagem.
Como vantagem em relação ao View Finder ótico esta configuração permite ao fotógrafo fotografar através do LCD, o que pode ser bastante confortável em certas condições, este sistema também permite visualizar uma prévia da exposição, assim como um histograma, antes de executar a foto, o que torna bem mais simples o ajuste da exposição.
Em relação ao Live View com sensor auxiliar (próximo sistema que será tratado) este sistema apresenta uma maior precisão para foco manual, uma vez que permite o uso da resolução do sensor principal, que normalmente é muito maior do que a resolução usada neste outro tipo de sistema de Live View.
Este sistema também abre portas para a implementação do modo vídeo, uma vez que este modo exige o mesmo tipo de princípio de auto-foco utilizado por este sistema. Quando não utiliza a cortina ele também reduz o efeito de blackout.
Como desvantagem este sistema gera mais ruído e risco de manchas (quando não usa a cortina) do que o View Finder ótico  e o Live View com sensor auxiliar e acima de tudo apresenta perdas significativas na performance do auto-foco, pois o sistema por contrastes exige mais capacidade de processamento e mais ciclos para detectar o ponto ideal de foco, do que o sistema por detecção de fases. Este sistema de foco também pode ser “enganado” com mais facilidade, tornando-o mais propício a erros.

O Live View com sensor auxiliar (Quick AF Live View)
Este sistema baseia-se em desviar a luz que seria enviada para o View Finder ótico para um sensor secundário, que se encarrega de captar a imagem enviada para o LCD.

Neste caso o auto-foco e a obturação continuam baseadas nos mesmos princípios do View Finder ótico, mas o sensor auxiliar gera alguns benefícios auxiliares.
A qualidade de visualização no LCD não é tão boa quanto no Live View clássico, porém preserva-se o desempenho do auto-foco por detecção de fases e os benefícios da obturação com cortina fechada (que reduzem o ruído e a chance de manchas). Acrescenta-se a estes benefícios alguns dos benefícios do Live View, no que tange a pré-visualizar a imagem com as possíveis simulações de exposição e o histograma, que pode ser capturado pelo sensor secundário.
Este sistema também acaba por incorrer numa perda no View Finder ótico, uma vez que este acaba sendo limitado ao uso do pentaespelho (que normalmente é mais escuro) e precisa de espaço que poderia ser destinado à elaboração de um view finder ótico maior. Em relação ao Live View clássico tem-se como desvantagem o fato de este não servir para a inclusão do modo vídeo e acima de tudo a questão da resolução, que pode ser crucial para a execução do foco manual.

A realidade hoje
A maioria das fabricantes de SLR trabalham com sistemas que combinam o Live View clássico com o View Finder ótico. Porém o Live View baseado  num sensor auxiliar surgiu há pouco mais de 4 anos como uma opção para aqueles que exigem AF de alto desempenho, mas são adeptos da fotografia pelo LCD da câmera.
Mais recentemente os fabricantes estão a adoptar a postura de implementar os 3 sistemas em suas câmeras, abrindo uma maior possibilidade de escolha para seus clientes, que podem direcionar o tipo de visualização que pretendem usar, de acordo com os benefícios e desvantagens de cada sistema. De recordar que apesar de os sistemas híbridos com os dois modelos de Live View carregarem as vantagens dos 3 sistemas eles ainda carregam algumas desvantagens do Live View com o sensor auxiliar, como as limitações de espaço e tipo de refletor fixo na construção do View Finder ótico.

Fonte: Autor: Leo Terra. Autor dos cursos da Teia do Conhecimento


Video – Aula 9 – Parte 2/2

Esta é a 2ª parte de 2, do 9º vídeo de 24.

Lição 09 (parte 2 de 2) – Exercícios fotográficos.


Video – Aula 9 – Parte 1/2

Esta é a 1ª parte de 2, do 9º vídeo de 24.

Lição 09 (parte 1 de 2) – Exercícios fotográficos.


Video – Aula 8

Este é o 8º vídeo de 24.

Lição 08 – Enquadramento.


Video – Aula 7 – Parte 2/2

Esta é a 2ª parte de 2, do 7º vídeo de 24.

Lição 07 (parte 2 de 2) – Primeiras fotos de exterior.


Video – Aula 7 – Parte 1/2

Esta é a 1ª parte de 2, do 7º vídeo de 24.

Lição 07 (parte 1 de 2) – Primeiras fotos de exterior.

 


Sensores câmeras digitais (2).

Full frame vs APS-C

Tudo tem a ver com o tamanho do sensor, existem diferenças em vários aspectos dos sensores das máquinas fotográficas, como “absorvem a luz“, como transformam a cor, e neste caso a diferença de tamanhos dos sensores que geralmente difere de marca para marca e depende do tipo de máquina fotográfica. Tipo uma máquina chamada “profissional” tem um sensor maior do que uma máquina fotográfica de bolso, mas devido a custos as marcas tendem para ter o mesmo tamanho de sensores para os modelos chamados “equivalentes” ou “equiparados“.

As câmeras chamadas full-frame são as máquinas com sensores de tamanho equivalente às velhinhas máquinas fotográficas analógicas de filme de 35mm. Digamos que foi uma das maneiras de equipararmos as máquinas profissionais digitais às máquinas profissionais analógicas.

Os outros sensores mais pequenos são geralmente falados nos artigos de “crop factor”, tal como a palavra “crop” que indica cortar, que para quem usa um editor de fotografia em Inglês sabe que usa esta ferramenta para cortar parte da fotografias.

Mas será que a minha máquina é full-frame?

Os sensores de full-frame têm uma medida de 36mm x 24mm equiparando as máquinas de filme de 35mm. Estes sensores só são encontrados nas máquinas profissionais de topo das marcas de máquinas fotográficas, todas as restantes têm sensores mais pequenos… Existem sensores maiores mas para casos especiais…

Mas afinal qual é a diferença dos sensores em termos práticos?

Existem várias diferenças no produto final devido à diferença dos sensores, vejamos:

Pegamos numa máquina fotográfica DSLR com sensor abaixo de full-frame e metemos uma máquina DSLR full-frame no mesmo lugar, usamos a mesma lente e neste caso uma lente preparada para full-frame, se tirarmos a mesma fotografia com as mesmas características podemos encontras várias diferenças:

Notamos que a imagem fica mais pequena na máquina DSLR de sensor menor que na máquina DSLR de full-frame e porquê? É devido a esta diferença que falam dos sensores abaixo de full-frame com como croped e passo a explicar:

Se temos uma lente preparada para full-frame quer dizer que a lente tem que “dar” uma imagem do tamanho do sensor que seria de 36mm x 24mm, ora se o sensor da nossa máquina fotográfica tiver menos que esta medida quer dizer que só vai apanhar parte desta imagem… Por essa razão é falado em “crop”.

As marcas de máquina fotográficas têm geralmente um standard para as máquinas fotográficas com sensores abaixo das full-frame, geralmente esse standard difere como já tinha dito de marca para marca, mas é medido pelo factor de “crop” que efectua na imagem.

Marca
Crop
Canon 1.6x
Nikon 1.5x
Olympus 2.0x
Pentax 1.5x
Sony 1.5x

Mas afinal o que quer dizer este 1.6, 1.5, 2….?

Quer dizer que se tirarmos uma fotografia com uma máquina DSLR que tenha um factor de “crop”, vamos mas é falar em Português, uma máquina que tenha o factor de “corte” de 1.5 quer dizer que corta 1/5 da fotografia. mas não só, quer dizer que com a mesma lente a máquina com o sensor mais pequeno tem maior zoom que a máquina de full-frame. Isto porque capta parte da imagem e não necessitamos de estar tão perto para captar o mesmo tamanho de imagem que a full-frame. Era por isso que falei na mensagem das lentes manuais antigas que as lentes correspondiam a valores maiores que os valores que têm, porque estas lentes foram feitas para máquinas fotográficas de 35mm. seria algo como:

Lente Crop
Valor Final
50mm 1.5x 50mm x 1.5 = 75mm
50mm 1.6x 50mm x 1.6 = 80mm
100mm 1.5x 100mm x 1.5 = 75mm
100mm 1.6x 100mm x 1.6 = 160mm
200mm 1.5x 200mm x 1.5 = 300mm
200mm 1.6x 320mm x 1.6 = 75mm

Ok, se acham que as diferenças ficaram por aqui estão enganados. Porque se o zoom é maior quer dizer que o campo de profundidade é diferente usando o mesmo f. Quanto maior é o zoom e maior o f, maior é o campo de profundidade. Por isso é simples se a lente é de 50mm em full-frame nos outros sensores equivale a um valor mais alto, por essa razão os sensores mais pequenos têm mais campo de profundidade.

E o que será que acontece com as lentes angulares para paisagem? Pois é, a lente em full-frame apanha um ângulo muito maior do que as outras com a mesma lente pois apanha mais imagem devido ao tamanho do sensor e ao multiplicador que vimos acima…

Os sensores de full-frame produzem menos “grão digital” ou ruído nas fotografias.

E ainda, como o sensor é maior necessita de mais luz para tirar a mesma fotografia que os outros tipos de sensor. É devido a esses problemas que por vezes notamos um pouco escuro nos cantos das fotos. Este efeito é geralmente chamado de “Vignette“/vinhetagem.

As desvantagens da máquinas de full-frame são o facto de serem muito mais caras que as outras, e também pelo facto de as lentes de valor “razoável” estarem também preparadas para máquinas de sensores inferiores o que indica que não são as melhores escolhas para as máquinas fotográficas de full-frame, o que nos leva às lentes “caríssimas”.

Fonte: efotospt.com

Artigo relacionado: Sensores câmeras digitais (1)


Sensores câmeras digitais (1).

Tipos de sensores

Nem todos os sensores de câmeras digitais são iguais. Eles têm diferenças quanto à sua fabricação e consumo de energia. Veja os principais modelos existentes.

CCD (charge-coupled device) – é o tipo mais comum e equipa a maioria das câmeras compactas e DSLR. Apesar de sua qualidade de captura de imagem ser a melhor que existe, consome muita energia e a sua produção é cara.

CMOS (complementary metal-oxide-semiconductor) – sensores mais baratos e com baixo consumo de energia. Seus resultados costumam ser abaixo da qualidade do CCD, mas o seu preço faz com que ele equipe a maioria das câmeras de baixa qualidade à venda no mercado, mas é usado com sucesso nas DSLR da Canon, onde os factores de qualidade da lente e do processador interno fazem a diferença.

Foveon – Sensor desenvolvido pela Sigma para equipar as suas câmeras reflex. O Foveon baseia-se numa tecnologia de três camadas, onde cada uma é responsável por capturar uma das três cores primárias (vermelho, verde, azul). Nos sensores comuns as três cores são capturadas numa única camada em forma de mosaico.

O futuro – por mais que a tecnologia avance dia a dia, algumas surpresas ainda estão por vir. A Fuji está a trabalhar numa tecnologia muito parecida com a do Foveon e baptizou o seu projeto como Sensor Orgânico (CMOS Organic Image Sensor). Este sensor vai tornar tudo que conhecemos como fotografia digital obsoleto.

Tamanho do sensor

Esse é um fator muito importante. Existem vários tamanhos de sensores no mercado. A norma dita que quanto maior o sensor melhor vai ser a qualidade da imagem. Isso acontece também por conta do tamanho dos píxeis. Quando dizemos que uma câmera tem 5 megapíxels estamos afirmando que existem 5 milhões de píxels no sensor. Quando um fabricante lança um novo modelo com 6 megapíxels, mas com o sensor do mesmo tamanho do modelo anterior, implica numa diminuição do tamanho do píxel para que mais um milhão sejam alojados nesse sensor. O píxel é a unidade básica de captação de luz no sensor. Quanto maior for seu tamanho físico melhor será a qualidade da imagem. Veja na figura abaixo a relação de tamanhos de sensores disponíveis no mercado.

Existem duas câmeras com sensores do mesmo tamanho que os antigos negativos de 35mm as câmeras com sensores Fullframe.  As demais  utilizam sensores menores que causam distorções nas distâncias focais das lentes (factor de corte,ou crop). O principal efeito causado pela diminuição constante do tamanho do píxel é o nível de ruído em fotos com pouca luz. O ruído é uma aberração cromática onde o píxel comporta-se de maneira errada e apresentando uma cor que não é real, gerando uma granulação estranha na foto. Isso acontece com fotos onde o ISO é elevado.

Da próxima vez que for comprar uma câmera fique atento nestes detalhes. O tamanho e o tipo do sensor da câmera podem oferecer um indicativo da qualidade do equipamento. Desconfie de equipamentos compactos com um zilhão de píxeis e sensores pequenos.

Fontelorenti.org

Artigo relacionado: Sensores câmeras digitais (2)


Video – Aula 6 – Parte 2/2

Esta é a 2ª parte de 2, do 6º vídeo de 24.

Lição 06 (parte 2 de 2) – Manejo de uma câmera manual.


Video – Aula 6 – Parte 1/2

Esta é a 1ª parte de 2, do 6º vídeo de 24.

Lição 06 (parte 1 de 2) – Manejo de uma câmera manual.


Video – Aula 5 – Parte 2/3

Esta é a 2ª parte de 3, do 5º vídeo de 24.

Lição 05 (parte 2 de 3) – Manejo de uma câmera manual.


Video – Aula 5 – Parte 1/3

Esta é a 1ª parte de 3, do 5º vídeo de 24.

Lição 05 (parte 1 de 3) – Manejo de uma câmera manual.


Video – Aula 4

Este é o 4º vídeo de 24.

Lição 04 – Partes importantes da sua câmera fotográfica.