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Leica M9-P and f/0.95 Noctilux-M Hands On Preview

Via Scoop.itReviews and comparisons gear

Leica M9-P 18 megapixel full frame Digital Rangefinder and Leica f/0.95 Noctilux-M 50mm ASPH Hands On Preview.
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Como limpar a sua objectiva.

Para assegurar umas fotos com qualidade e preservar as suas objectivas é preciso de ter algum cuidado com elas. Uma limpeza periódica é um bom princípio para isso.

Material necessário:

  • Bomba de ar comprimido
  • Caneta de limpeza
  • Pano microfibras
  • Líquido de limpeza de lentes (de qualidade)


Cartão cinza.

O cartão cinza (em inglês, gray card) para uso em fotografia é usado em conjunto com um exposímetro para obter imagens fotográficas consistentes.

Um cartão cinza é um objeto plano com uma cor cinza neutra que reflete as cores do espectro luminoso de modo plano.

Escala de cinzas

A escala que vai do branco ao preto é contínua, mas para melhor visualização, foi dividida em degraus, aos quais foram atribuídos algarismos romanos por seus idealizadores (ANSEL ADAMS e ARCHER). Vão de 0 (preto absoluto, sem detalhes) a IX (branco máximo, sem detalhes), compreendendo portando dez zonas. Alguns autores vão além das 10 zonas referidas. Os cartões cinzas servem de referência para determinar o valor de exposição (EV) correto para ajustar as câmeras fotográficas.

Um cartão cinza é um objeto plano com uma cor cinza neutra que reflete as cores do espectro luminoso de modo plano.

O cartão cinza comercializado pela Kodak apresenta uma reflectância de 18%, que representa o Cinza da Zona V da escala de zonas, de Ansel Adams.

Esta técnica de medir a exposição pela luz refletida pelo cartão cinza produz leitura similar à da luz incidente em que a exposição não é influenciada nem pelo reflexo de objetos brilhantes, nem pela forma dos objetos iluminados e nem pelo peso das sombras presentes no cenário.

Um cartão cinza médio neutro além de auxiliar na determinação do valor de exposição correto também serve como referência para o balanço de cores. O cartão cinza neutro permite que a câmeras com recurso de white balance efetuem compensação prévia das cores da iluminação ambiente.

Um cartão cinza neutro também pode ser usado para processar o balanço de cores na fase pós-produção. Para isso, uma foto do cartão cinza neutro é tomada e o software de tratamento de imagens usa os dados dos pixels da área do cartão cinza da foto para corrigir o balanço de branco da imagem como um todo ou de toda uma seção de fotos obtidas nas mesmas condições de iluminação.


O flash fotográfico.

O flash eletrónico é o sistema de iluminação artificial mais evoluído que existe, e cada vez tem se tornado mais sofisticado e mais fácil de usar. É um dispositivo que revolucionou a fotografia, e actualmente é uma arma de trabalho dos fotógrafos profissionais.

O flash é usado na fotografia para produzir uma luz instantânea com uma temperatura de cor por volta dos 5500ºK para ajudar a iluminar a cena. Mas é preciso tomar alguns cuidados, pois um mau uso do flash pode arruinar a foto, fazendo as imagens apresentarem efeitos artificiais.

O flash geralmente é usado nas seguintes situações:

Flash como luz principal:  O flash é usado como principal fonte de luz, como em interiores escuros e fotos nocturnas.

Flash de preenchimento:  Muito usado em dias ensolarados. Ao fotografar uma pessoa à luz do sol, aparecem sombras no rosto, ou a pessoa fica sub-exposta devido à contra-luz. Neste casos,  o flash é usado para iluminar essas áreas sombreadas e para equilibrar a exposição da cena. Veja os exemplos abaixo:

flash de preenchimento

Velocidade de sincronização

Para qualquer flash (externo, portátil, incorporado na câmera…), devemos observar a velocidade de sincronização, que se refere ao intervalo de tempo entre a abertura do obturador e o disparo do flash. É preciso uma velocidade que dispare o flash no momento em que o obturador esteja totalmente aberto para capturar o máximo de luz.

Caso você ajuste uma velocidade mais rápida que a velocidade de sincronização, a foto sairá parcialmente tapada pela cortina do obturador. Então, a velocidade de sincronização é a velocidade máxima na qual podemos operar ao utilizar o flash. Em câmeras SLR, geralmente, esta velocidade é à volta dos 1/200s.

Para contornar esta limitação, alguns flashes possuem uma função chamada “High speed synchro”, que permite ao fotógrafo utilizar velocidades bem acima da velocidade de sincronização padrão, como em fotografias ao sol ou fazendo flash de preenchimento, por exemplo. Nestes casos, o obturador não estará completamente aberto no momento do flash, então este é disparado diversas vezes seguidas (visualmente imperceptível) para que sua luz atinja todo o sensor.

Modo de operação automática

Hoje em dia já não há razão para utilizar o flash em modo manual. A maioria é capaz de operar em modo automático, utilizando uma moderna função chamada TTL (Through the lens), que faz a medição da luz na cena a ser fotografada directamente através da lente. Tanto a câmera como os flashes possuem uma unidade de processamento que calcula o volume de luz disponível, trocando informação entre si.

Então, de acordo com a combinação entre abertura do diafragma / distância ao assunto a ser fotografado / luz ambiente, a intensidade da luz a ser emitida pelo flash é ajustada para expor corretamente a imagem. Este método é bastante eficaz e por este motivo é o mais utilizado pelos fotógrafos, proporcionando muito mais comodidade e agilidade.

Para regular o flash manualmente, deve-se observar a abertura do diafragma e a distância entre o flash e o assunto a ser fotografado. Para isso, utilizamos o número guia, uma unidade de medida de potência normalmente informada pelo fabricante nas especificações. Quanto mais alto o número guia, mais potente será o flash, e maior será a distância percorrida por sua luz.

Para obter qual a abertura a ser utilizada na máquina, é preciso dividir o número guia pela distância do assunto a ser fotografado. Por exemplo, fotografando em ISO 100 com um flash cujo número guia é 30, teremos:

– Distância de 5 metros: 30/5 = 6 ou seja, teríamos que usar uma abertura de F5.6.

O flash rebatido

Fotógrafos profissionais, principalmente os de estúdio, raramente usam o flash directamente para iluminar uma pessoa num retrato, pois o resultado não é natural nem atractivo, deixando o primeiro plano muito claro e o fundo muito escuro. Além disso, provocam os conhecidos “olhos vermelhos” e uma grande sombra atrás da pessoa. No exemplo abaixo, é possível ver claramente a diferença entre a utilização do flash direto e o flash rebatido, uma técnica que veremos logo a seguir:

Para fazer isto, você precisará de um flash externo com cabeça móvel. A técnica baseia-se na reflexão da luz: em ambientes fechados, devemos direccionar a cabeça do flash para o tecto com um ângulo de aproximadamente 45° (dependendo da sua distância à pessoa a ser fotografada), fazendo com que a luz seja reflectida de forma muito mais homogenea. Fique atento ao ângulo utilizado, pois este interfere directamente no local de incidência da luz ao ser reflectida de volta (que pode ser mais atrás ou à frente da pessoa).

Nalguns casos, o tecto pode estar a uma altura muito grande, então você pode também rebater a luz nalguma parede ou numa qualquer outra superfície branca. Deve de ter-se cuidado, pois se o tecto ou a parede forem de alguma outra cor sem ser branco, esta cor será reflectida, causando um efeito indesejado em toda a cena.

O flash rebatido melhora completamente o aspecto das fotos, mas causa perda de certa potência do flash já que ele se espalha. Certifique-se de que a foto ficou bem exposta, caso contrário, use aberturas maiores ou maiores sensibilidades ISO.

Rebatendo o flash em locais externos

Como você viu, esta técnica está limitada a ambientes fechados onde você disponha de alguma superfície branca para rebater a luz. Mas e em ambientes externos, terei que usar o flash directo?… Não!

Nestes casos, você poderia utilizar rebatedores, que são presos directamente à cabeça do flash através de elásticos. Talvez já tenha visto fotógrafos a usar algo assim e perguntou-se para que servia aquilo. Veja este exemplo:

Há diversos tipos à venda pelo mercado, mas também é possível encontrar na internet diversos modelos que você mesmo pode fazer utilizando materiais simples, uns mais eficientes que os outros.

Flash anelar ou circular

Diferente dos modelos convencionais os flahes anelares ou circulares, são especiais para o uso a curtas distâncias. A área emissora de luz é acoplada directamente na lente, tendo um formato circular e um material que porporciona uma luz bem suave e difusa, sendo que em alguns modelos, o grau de difusão é controlável. Seu uso limita-se a uma distância de 1,2 metros, aproximadamente, adequados à fotografia científica ou para macrofotografias.


Canon EOS 1100D.

Características

  • Qualidade de imagem superior de 12 megapixels
  • Guia de funções no ecrã
  • Basic+ e Automático criativo
  • Captura de vídeo em HD
  • Sensibilidade ISO 100-6400
  • Sistema AF de área ampla de 9 pontos
  • Medição de exposição iFCL de 63 zonas
  • Ecrã de 6,8 cm (2,7”), com 230 000 pontos
  • Utilize com qualquer objectiva EF e EF-S

Resolução de 12 megapixels
Evolua para qualidade de imagem DSLR com um sensor APS-C de 12 megapixels. O processador de imagens DIGIC 4 de 14 bits proporciona até 3,2 fps de gravação contínua e imagens repletas de detalhes e com uma grande gama de tons.

 

Guia de funções intuitiva no ecrã
O guia de funções da EOS 1100D fornece descrições de muitas das funções da câmara, assim como conselhos sobre como as utilizar nas suas fotografias.

Modos de cena e Basic+ fáceis de utilizar
Os modos de cena temáticos seleccionam automaticamente as definições de exposição, a focagem e o avanço mais adequados para o motivo a fotografar, e o modo Automático criativo apresenta funções ajustáveis de uma forma fácil de compreender. Com a tecnologia Basic+ da Canon, a aparência e toque destes modos automáticos básicos podem ser afinados de acordo com o tipo de ambiente e iluminação.

Modo de filme HD EOS
Grave vídeos HD impressionantes a 25 ou 30 fps, com controlo automático de exposição, deixando-o concentrar-se na acção. Os vídeos gravados podem ser editados no seu PC ou Mac, ou reproduzidos directamente numa TV HD através da ligação HDMI da câmara.

Sensibilidade ISO 100-6400
É possível fotografar em condições de pouca luz sem flash graças ao intervalo de sensibilidade ISO 100-6400 da EOS 1100D. O processador DIGIC 4 de 14 bits da câmara ajuda a controlar o ruído e a manter a qualidade da imagem.

Sistema AF de área ampla de 9 pontos
A EOS 1100D foca rapidamente e com precisão motivos estáticos ou em movimento, graças a nove pontos AF, espalhados pela moldura. Um ponto de AF cruzado central é sensível a linhas horizontais e verticais.

Medição de exposição iFCL de 63 zonas
A medição de exposição iFCL avançada divide uma cena em 63 zonas antes de a analisar para descobrir a combinação perfeita de velocidade de obturador, abertura e ISO.

Ecrã LCD de 6,8 cm (2,7”), com 230 000 pontos
Componha e reveja imagens num ecrã LCD grande de 230 000 pontos, que também dá acesso ao sistema de menu da câmara e ao ecrã de controlo rápido.

Utilize com qualquer objectiva EF e EF-S
A EOS 1100D é suportada por toda a gama de objectivas e acessórios EOS: unidades de flash, controlos remotos e um sistema de mais de 60 objectivas em que fotógrafos profissionais de todo o mundo confiam.


Funcionamento do View Finder e Life View.

Entenda o funcionamento do View Finder e do Live View das SLR

Este artigo visa esclarecer algumas dúvidas que existem em relação ao funcionamento, das vantagens e desvantagens do View Finder e do Live View utilizados nas DSLR.

O View finder ótico nas SLR
O View Finder ótico das DSLR  utiliza de um espelho móvel e um sistema reflexivo fixo, que pode ser um Pentaprisma ou um Pentaespelho, para projetar a imagem que passa pela lente num visor ótico.

Neste sistema o auto-foco da câmera baseia-se na luz que atravessa uma área semi-permeável do espelho móvel e é refletida para um sensor detector de fases. A obturação requer uma operação múltipla, onde o espelho é levantado e a cortina é aberta assim que a remoção do espelho móvel é concluída.
Como benefício este visor apresenta uma imagem bastante clara do que é fotografado, não utiliza uma capacidade muito grande do processador da câmera, produz menor ruído nas imagens, elimina a hipótese de formação de manchas, devido a áreas muito iluminadas, e possibilita o uso do sensor baseado no detector de fases, que é muito mais rápido do que o auto-foco realizado pelas alternativas baseadas na detecção de contrastes. Porém o sistema apresenta blackouts durante o acionamento do obturador (pois o espelho móvel é levantado cortando a imagem que chega ao dispositivo ótico) e não possibilita a visualização prévia do resultado da exposição da foto, requerendo maior conhecimento do processo de exposição por parte do fotógrafo.
O uso do View finder ótico também leva à necessidade de uso da câmera junto ao rosto, que pode ser incómodo para alguns,  ou algumas condições onde a imagem precise ser fotografada de vários ângulos onde o uso do View finder seria desconfortável.

O Live View convencional
Uma alternativa criada para o View Finder ótico foi o uso do sensor principal da câmera para captar uma imagem, que é passada ao LCD da câmera possibilitando seu uso para visualizar o que será fotografado, como numa câmera de filmar. Este sistema é o mesmo utilizado para alimentar as imagens do LCD das compactas e também pode ser utilizado para alimentar EVFs (ou views finders eletrónicos), que não são nada além de um LCD que projeta a imagem dentro de uma pequena janela.

Neste sistema o sensor principal da câmera é utilizado para fazer o auto-foco, através de um processo de detecção de contrastes. A obturação pode ser eletrónica ou a cortina pode-se fechar no momento em que se captura a imagem.
Como vantagem em relação ao View Finder ótico esta configuração permite ao fotógrafo fotografar através do LCD, o que pode ser bastante confortável em certas condições, este sistema também permite visualizar uma prévia da exposição, assim como um histograma, antes de executar a foto, o que torna bem mais simples o ajuste da exposição.
Em relação ao Live View com sensor auxiliar (próximo sistema que será tratado) este sistema apresenta uma maior precisão para foco manual, uma vez que permite o uso da resolução do sensor principal, que normalmente é muito maior do que a resolução usada neste outro tipo de sistema de Live View.
Este sistema também abre portas para a implementação do modo vídeo, uma vez que este modo exige o mesmo tipo de princípio de auto-foco utilizado por este sistema. Quando não utiliza a cortina ele também reduz o efeito de blackout.
Como desvantagem este sistema gera mais ruído e risco de manchas (quando não usa a cortina) do que o View Finder ótico  e o Live View com sensor auxiliar e acima de tudo apresenta perdas significativas na performance do auto-foco, pois o sistema por contrastes exige mais capacidade de processamento e mais ciclos para detectar o ponto ideal de foco, do que o sistema por detecção de fases. Este sistema de foco também pode ser “enganado” com mais facilidade, tornando-o mais propício a erros.

O Live View com sensor auxiliar (Quick AF Live View)
Este sistema baseia-se em desviar a luz que seria enviada para o View Finder ótico para um sensor secundário, que se encarrega de captar a imagem enviada para o LCD.

Neste caso o auto-foco e a obturação continuam baseadas nos mesmos princípios do View Finder ótico, mas o sensor auxiliar gera alguns benefícios auxiliares.
A qualidade de visualização no LCD não é tão boa quanto no Live View clássico, porém preserva-se o desempenho do auto-foco por detecção de fases e os benefícios da obturação com cortina fechada (que reduzem o ruído e a chance de manchas). Acrescenta-se a estes benefícios alguns dos benefícios do Live View, no que tange a pré-visualizar a imagem com as possíveis simulações de exposição e o histograma, que pode ser capturado pelo sensor secundário.
Este sistema também acaba por incorrer numa perda no View Finder ótico, uma vez que este acaba sendo limitado ao uso do pentaespelho (que normalmente é mais escuro) e precisa de espaço que poderia ser destinado à elaboração de um view finder ótico maior. Em relação ao Live View clássico tem-se como desvantagem o fato de este não servir para a inclusão do modo vídeo e acima de tudo a questão da resolução, que pode ser crucial para a execução do foco manual.

A realidade hoje
A maioria das fabricantes de SLR trabalham com sistemas que combinam o Live View clássico com o View Finder ótico. Porém o Live View baseado  num sensor auxiliar surgiu há pouco mais de 4 anos como uma opção para aqueles que exigem AF de alto desempenho, mas são adeptos da fotografia pelo LCD da câmera.
Mais recentemente os fabricantes estão a adoptar a postura de implementar os 3 sistemas em suas câmeras, abrindo uma maior possibilidade de escolha para seus clientes, que podem direcionar o tipo de visualização que pretendem usar, de acordo com os benefícios e desvantagens de cada sistema. De recordar que apesar de os sistemas híbridos com os dois modelos de Live View carregarem as vantagens dos 3 sistemas eles ainda carregam algumas desvantagens do Live View com o sensor auxiliar, como as limitações de espaço e tipo de refletor fixo na construção do View Finder ótico.

Fonte: Autor: Leo Terra. Autor dos cursos da Teia do Conhecimento


Canon EOS 60D.

Canon 60D é oficial e já foi anunciada

Canon EOS 60D

 

Em temos de características, destaque para: sensor CMOS APS-C de 18 MP, processador DIGIG 4, ecrã LCD de 3″ (7,7 cm) articulado, sensibilidade ISO 100 a 6400 (expansível até 12800), velocidade de disparo de 5,3 fotos por segundo (até 58 em formato JPEG), gravação de vido em Full HD (1080p) e sistema de edição de vídeo na própria câmara.

A Canon Portugal ainda não divulgou os preços, mas já há sites europeus a anunciar um preço recomendado de 1149 euros para o corpo e 1399 euros para o kit onde a máquina é acompanhada de uma objetiva 18-135 mm.

Sensor CMOS de 18 MP
Ideal para quem pretende criar impressões grandes, tipo poster – ou cortar imagens sem perder nenhum dos detalhes necessários para impressão – o sensor CMOS de 18 MP da EOS 60D é extraordinário em situações de baixa luminosidade e produz imagens com muito pouco ruído.
Funções criativas avançadas
Use a sua imaginação para melhorar as suas fotografias com uma gama de filtros criativos como o efeito de toy camera ou de focagem suave. Estes filtros podem ser aplicados a imagens RAW e JPEG, dando-lhe controlo criativo depois de ter tirado a fotografia. O Basic+ permite-lhe aplicar um ambiente criativo em fotografias tiradas nos modos Basic (básicos), dando-lhe controlo criativo sem necessidade de um grande conhecimento fotográfico

LCD Clear View 3:2 de ângulo variável com 7,7 cm (3,0″)
Visualize imagens e vídeos pormenorizadamente ou capte ângulos únicos ou difíceis com o ecrã LCD Clear View 3:2 de 7,7 cm (3,0”) que inclui uma elevada contagem de 1 040 000 pontos para uma maior claridade. Passe para o modo Live View (Visualização directa) e utilize a função de alimentação visual em tempo real para o ajudar a captar o melhor ângulo.

Gravação de filmes Full HD
A EOS 60D combina a possibilidade de tirar fotografias excepcionais com a gravação de vídeos Full HD (1080p). Para satisfazer a sua criatividade, a EOS 60D inclui as funções de controlo manual total e intervalos de fotogramas variáveis. Pode ainda gravar filmes de 720p a alta velocidade: 50/60 fps para quando a acção é realmente rápida. A ligação HDMI permite a reprodução de filmes e imagens em Alta Definição em qualquer HDTV. Para televisores com função HDMI a reprodução pode ser controlada utilizando o telecomando.

DIGIC 4
O processador DIGIC 4 da Canon trabalha com o sensor CMOS proporcionando um processamento de imagens de 14 bits, para cores com tonalidades naturais e gradações suaves. O DIGIC 4 também possui funções de Redução de Ruído quando utiliza velocidades ISO mais elevadas, tempos de arranque extremamente rápidos e consulta da imagem quase instantânea após a captura.

Velocidade ISO elevada para baixa luminosidade
Quando os níveis de luz diminuem, a EOS 60D dispõe de um intervalo ISO de até 6400, expansível até 12 800, para aqueles ambientes onde não é aconselhável o uso de flash.

Sistema de medição iFCL
O sensor de medição de dupla camada de 63 zonas analisa as informações relativas à focagem, cor e luminância, oferecendo medições precisas e consistentes.

Ecrã de controlo rápido
Acessível através de um botão próprio, o ecrã facilita o acesso às funções mais utilizadas, assegurando que está pronto para tirar a fotografia quando necessário.

Crie um sistema de captura de imagens único para si
A EOS 60D é compatível com a gama completa de objectivas EF/EF-S e Speedlites da série EX da Canon.