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Film Photography Is Not Dead.

 

Like old cameras and film photography?

You can follow the updates from this blog: Film Photography Is Not Dead.


Como limpar o sensor da sua DSLR.

ATENÇÃO

Se não se sentir confortável com este procedimento, contacte um profissional.

Esta operação pode provocar danos irreparáveis no seu sensor.

VIDEO PORTUGUÊS

ENGLISH VIDEO.


Canon EOS 5D mark III

A EOS 5D Mark III é uma DSLR com enquadramento total de 22,3 MP, AF de 61 pontos e disparo contínuo de 6 fps. Captura filmes Full HD de alta qualidade, com controlo manual de tudo, desde o intervalo de fotogramas ao áudio.

Características

  • Sensor de enquadramento total de 22,3 megapixels
  • AF de 61 pontos
  • Disparo contínuo de 6 fps
  • Sensibilidade ISO 100–25 600, extensível até ISO 102 400
  • Vídeo Full HD com controlo manual
  • Processador DIGIC 5+ de 14 bits
  • Protecção contra condições atmosféricas
  • Ecrã de 8,11 cm (3,2″) com 1 040 000 pontos
  • Modo HDR
Uma DSLR de enquadramento total, com capacidade para capturar imagens de 22 megapixels a 6 fps e filmes Full HD.

Sensor de enquadramento total de 22,3 megapixels
Capture imagens de alta qualidade, repletas de detalhe, com um sensor CMOS de 22,3 megapixels e processador de imagem DIGIC 5+. As cores são brilhantes, mas naturais, e os detalhes são preservados mesmo em áreas de sombras escuras e destaques claros.

Desempenho de alta qualidade, mesmo com pouca luz
A EOS 5D Mark III produz uma qualidade de imagem soberba, independentemente das condições de iluminação. Continue a fotografar manualmente, mesmo depois do pôr-do-sol, graças a um intervalo de sensibilidade ISO 100–25 600 (extensível até ISO 102 400).

Focagem automática de área ampla de 61 pontos
Foque de forma rápida e precisa, mesmo em motivos descentrados, com um sistema AF de área ampla de 61 pontos. 41 pontos de tipo cruzado (cinco dos quais do tipo cruz dupla extra sensíveis) asseguram um acompanhamento bastante preciso de objectos em movimento.

Disparos contínuos a alta velocidade
Acompanhe a acção a 6 fps, gravando até 16 270 imagens JPEG contínuas num cartão UDMA modo 7 numa única sequência de disparos.

Imagens de alta gama dinâmica (HDR)
Preserve os detalhes em áreas de realce ou sombra com a criação de imagens HDR na câmara.

Vídeo Full HD com controlo manual
Desfrute de vídeo Full HD de alta qualidade com resolução de 1080p. Utilize controlos manuais e a ampla gama de objectivas EF da Canon para alcançar efeitos visuais cinematográficos.

Som de grande qualidade
Dê à sua filmagem a banda sonora que merece. A EOS 5D Mark III grava som estéreo digital a 48 KHz e permite o controlo manual do nível de áudio. Uma tomada de microfone de 3,5 mm padrão permite a utilização de microfones de terceiros; uma tomada de auscultadores permite a monitorização de áudio durante a gravação.

Funções de edição na câmara
Inicie o seu fluxo de trabalho de edição digital antes de chegar a casa. Classifique as suas imagens numa escala de um a cinco e compare duas imagens simultaneamente no ecrã. Utilize o processamento Raw na câmara para explorar possibilidades criativas – como conversão para preto e branco e equilíbrio de brancos a posteriori.

Concebida para ir para todo o lado
Um chassis de magnésio fornece força e durabilidade, sem adicionar peso. A protecção contra condições atmosféricas oferece protecção contra o pó e a humidade.


Limpeza de filtros ND e Polarizador.

Após bastante tempo sem algum novo artigo aqui no blog e por estar envolvido em vários projectos, vou tentar retomar mais assiduamente a actividade aqui no blog.

Desta vez deixo aqui um vídeo em como fazer a limpeza de filtros ND e filtros polarizadores.

Espero que seja útil.

 

 

 

 


Objectivas fixas e de zoom.

Existem vários tipos de lentes, mas geralmente só falamos de dois tipos:

  • lentes fixas

  • lentes de zoom

Então irão dizer, que existem mais tipos de lentes….

Se repararmos todos os outros tipos englobam-se nas lentes fixas ou de zoom mas sbore isso já iremos falar mais à frente.

Ora, as lentes fixas só têm uma determinada distância, isto é, que não dá para fazer zoom da imagem para mais perto ou mais longe.

As Lentes de zoom são as lentes onde podemos fazer zoom dos objectos, tirando assim fotografias mais perto ou mais longe sem termos que nos deslocar. Para nós amadores, estas são as nossas preferidas pois muitas destas lentes podem servir para vários propósitos, o que nos fica mais “barato”  porque compramos uma lente com várias funções. Isto não quer dizer que estas lentes são melhores que as lentes fixas, não necessitamos de arranjar várias lentes para vários tipos de fotografia. As lentes fixas são mais precisas para determinados trabalhos como retratos e alguns tipos de macro. Quando falo em precisas quero dizer que são mesmo dotadas para esses trabalhos o que só por isso são melhores que as de zoom que dão para quase tudo mas não têm nenhum forte.

Em qualquer dos casos podem ser lentes para macro, e existem para todos as as distancias, geralmente podem atingir aberturas muito grandes. Uma das particularidades é o facto de poderem focar a curtas distâncias para obtermos objectos muito pequenos a “encher” a fotografia.

Ou lentes grande angulares, usando outro nome para as lentes “lentes olho de peixe” como alguns chamam, isto porque a lente que fica de de fora parece quase metade de uma bola, o objectivo destas lentes é “apanhar” o maior ângulo possível de uma imagem, é por essa razão que se fala dos olhos de peixe pois também sobressaem e têm um grande ângulo de visão. Muitas destas lentes chegam a capturar ângulos de 180º.

Ora voltando um pouco ao titulo da nossa conversa,  qualquer lente mesmo que sejam de marcas diferentes com as mesmas características no papel, podem produzir efeitos diferentes…. Isto para as máquinas SLR, para as máquinas normais de lente única torna-se mais fácil de conhecer as suas virtudes e defeitos…. Pois porque nas SLR é mesmo diferente de lente para lente, não julguem que se comprarem outra lente que produzem a imagem da mesma forma….

Ora vamos lá ver se compreendemos um pouco as nossas lentes….

Nas máquinas fotográficas normais de lente única temos uma lente que serve para tudo, tanto fotografam bastante perto como em algumas dão zooms muito acima das lentes comuns das máquinas SLR.

Um dos efeitos que encontramos nas lentes de zoom especialmente nas lentes de zoom abaixo 30mm é o efeito arredondado dos lados das fotografias. Se repararmos quando tiramos uma foto com a lente a menos de 30mm reparamos que os objectos que se encontras junto ao “fim” da fotografia parecem terem ficado arredondados, dando à foto o chamado efeito barril.

fotografia em Fátima - disturção da lente

Este efeito pode ser mau para fotografia panorâmica onde queremos fazer a “colagem” de fotografias, ora se os lados da fotografia ficam arredondados, a colagem tornasse mais difícil. Por exemplo encontro este efeito na minha lente 18-55mm da Canon e posso adiantar que este efeito é mais evidenciado aos 18mm e vai desaparecendo à medida que vou aproximando de mais ou menos 30mm.

Em outras lentes este efeito pode ser mais evidenciado e pode desaparecer a outras medidas. É por isso que devem conhecer as vossas lentes.

Esta fotografia foi tirada em Fátima a 21mm, como podem reparar o portão deveria aparecer exactamente quadrado em vez disso parece “abaulado” com todos os lados redondos.

Provavelmente se a fotografia tivesse sido tirada a a 30mm ou mais já não se notaria este efeito.

Outro dos efeitos é o facto de podermos tirar a mesma foto de distâncias completamente diferentes e obter resultados interessantes.

Perspectiva Fotográfica com menos zoomPerspectiva Fotográfica com mais zoom

Se repararmos as duas fotografias têm diferenças de perspectiva, e isto devido à mesma lente de zoom. Ambas as fotografias foram tiradas com uma lente de zoom 70-300mm da Sigma. Ora descubra as diferenças…

A fotografia da esquerda foi tirada a 70mm e se repararmos no relvado e principalmente nos prédio por detrás reparamos que parecem mais longe. Na da direita tentei tirar mais ou menos a primeira árvore da mesma maneira como a da fotografia da esquerda a única diferença é que foi tirada a 190mm. Reparamos que na da direira os prédios parecem estar mais próximos e a perspectiva do relvado é diferente.

Mais uma dica a não esquecer: quanto mais zoom usarmos mais curta vai parecer a distância entre os objectos e o fundo.

 


DIY – Fotografar um motivo com iluminação de um plano inferior.

 

 

1º – Preparando a caixa

Com uma caixa retangular, coloque-a ao alto e faça uma abertura numa lateral da caixa.

Exactamente como mostra a figura acima!!

2º – Preparando o suporte para o flash

Com uma caixa mais pequena, faça duas aberturas conforme vê na imagem em baixo, que irá servir de suporte ao flash.

No caso foi usado um flash de estúdio, mas pode ser usado qualquer tipo de flash ou até luz contínua, fria de preferência.

3º: Montando a base

Cubra a parte de trás da caixa com um veludo preto, para que a luz “esbata” um pouco e não incidir directamente no objecto a ser fotografado.

 

Agora coloque um vidro sobre a caixa, formando assim a mesa de ensaio. Lembre-se de limpar bem o vidro antes de fotografar.

Coloque por trás da nossa mesa de ensaio uma cartolina preta (ou pode igualmente utilizar veludo preto), que irá servir de fundo à fotografia

Depois de tudo pronto podemos testar como irá ficar (neste exemplo) uma garrafa fotografada, somente com a luz que vem de dentro da caixa.

Depois da luz acertada e caso não fique totalmente satisfeito com o resultado final (repare que se nota a borda do vidro no plano de fundo e que se perde todo o efeito pretentido), aconselha-se então igualmente, uma iluminação de ambos os lados do objecto. Obterá dessa maneira resultados finais mais satisfatórios e mais de acordo com o que se pretende como resultado final.

Eis o resultado final.

Making Of.


Leica M9-P and f/0.95 Noctilux-M Hands On Preview

Via Scoop.itReviews and comparisons gear

Leica M9-P 18 megapixel full frame Digital Rangefinder and Leica f/0.95 Noctilux-M 50mm ASPH Hands On Preview.
Show original


Canon 24-105mm f/4 L IS USM Hands-on Review (feat. 5D Mark II)

Via Scoop.itReviews and comparisons gear

Although this L lens has been out for a few years now, we still get a lot of questions about it, especially given that it is one of the “kit” lenses that com…
Show original


Video – Aula 14 – Parte 2/2

Esta é a 2ª parte de 2, do 14º vídeo de 24.

Lição 14 (parte 2 de 2) – Película fotrográfica e cartões de memória.


Video – Aula 14 – Parte 1/2

Esta é a 1ª parte de 2, do 14º vídeo de 24.

Lição 14 (parte 1 de 2) – Película fotrográfica e cartões de memória.


Lensbaby.

Há alguns anos atrás, a Lensbaby original foi lembrada pelo seu conceito simples e divertido. Na verdade, a lente original Lensbaby é apresentada como bastante engraçada e muito diferente do habitual, com um tubo plástico macio e deformável.

As Lensbabies já estão disponíveis em vários formatos, Control FreakMuse, Scout e Composer  que incorporam o conceito de objectivo deformável e elástica, com algumas inovações.

O tubo plástico flexível permite que você fácilmente, com dois dedos, desloque a objectiva para qualquer lado. Não sómente você pode focar  mais perto ou mais longe  para fazer o foco, mas pode igualmente inclinar a lente do plano focal, para alterá-lo e assim criar áreas específicas bastante desfocadas.

O conceito

Quando se estreou há alguns anos, bastantes fotógrafos foram seduzidos pela Lensbaby com o seu conceito original e surpreendente. Com a Lensbaby, que são a antítese das características desejáveis de uma lente (dita) normal.

Aqui, não estamos a falar de nitidez, mas sim de imagens com um ponto de foco (nítido) e o restante da imagem bastante difusa e que cria em muitas das vezes o tão desejado efeito bokhe.  Todos os ajustes são manuais e até mesmo o grau de exposição não é automática.

Exemplos de fotos captadas com lensbabies

Para quem não tem uma noção exacta do que estas objectivas possam fazer, aqui ficam alguns exemplos que espelham todo o potencial criativo destas lentes.

 

Video review

(Nota: as imagens foram retiradas aleatóriamente da web e não violam a lei de privacidade de direitos de autor)


Diferenças entre objectivas Canon – EF e EF-S.

A diferença visual entre modelos EF (para sensor full frame) e EFS (para sensor APS-C, distância focal multiplicada por 1,6x), está na parte traseira da objetiva, o que as torna "incompatíveis" com determinados modelos de câmeras.

No caso, as EF-S da Canon têm uma tecnologia chamada de Short Back Focus, que aproveita o facto do espelho ser menor para criar objectivas mais compactas e/ou facilitar a construção das outras, tornando-as mais baratas.

Assim, as objectivas EF-S são o único caso de objectivas para sensores APS-C que não encaixam fisicamente em camaras que sejam fullframe.

Objectivas de outras marcas exclusivas para APS-C usam ainda assim a baioneta EF, o que significa que podem ser encaixadas em camaras fullframe, embora depois, sofram de vinhetagem e/ou perda acentuada de resolução nos cantos da imagem.

Quanto ao factor de multiplicação, isto é um dado da camara e não da objectiva. As distancias focais nunca mudam, o que varia é o campo de visão que a objectiva dá, em comparação ao que daria numa fullframe.

Por isto, o factor de multiplicação deve ser tido em conta quaisquer que sejam as objectivas usadas…


Zoriah Miller e Alissa Everet – Fotógrafos de guerra.

Zoriah Miller

Alissa Everet

Aqui não há tempo para enquadramentos,  duas câmeras a tiracolo com objectivas diferentes  prontas a disparar para não perder nenhum momento, o tripé não faz parte do equipamento, se o material se estraga ou parte têm de ter sempre uma solução à mão. O medo serve para terem os sentidos todos em alerta, e assim evitarem danos físicos ou mesmo a própria vida.

Eles vivem no meio dos conflitos internacionais e põem inúmeras vezes as suas vidas em risco, para mostrarem ao mundo através das suas fotografias o que realmente se passa nos pontos mais quentes do globo.

Nesta sequência de vídeos, estes dois fotógrafos cobrem o conflito Israelo-Palestiniano em Gaza.

Dois fotógrafos freelancers que nos merecem todo o respeito e que conquistaram o mundo com as suas fotografias de guerra.

Zoriah Miller e Alissa Everet.


Canon anuncia objectiva EF-S 55-250 f/4-5.6 IS II

Londres, 13 jun 2011 – A Canon anuncia o lançamento da sua mais recente teleobjectiva de alta qualidade zoom. A nova EF-S 55-250mm f/4-5.6 IS II é uma lente compacta e acessível, oferecendo desempenho da teleobjectiva poderoso combinado com alta qualidade de imagem, tornando-a ideal para fotógrafos que querem aproximar-se da acção.

A versátil objectiva nova permite aos fotógrafos fotografar uma variedade de assuntos, devido à sua gama focal variável. É ideal para fotografar qualquer coisa, desde retratos de indivíduos a longa distância, como animais selvagens, desportos, ou mesmo recurso a paisagens – garantindo sempre o momento capturado com impressionantes detalhes.

A EF-S 55-250mm f/4-5.6 IS II estará disponível individualmente e também como parte de kits de lentes duplas, juntamente com o pacote recém-anunciado EF-S 18-55mm f/3.5-5.6 IS II em corpos da EOS 550D com , EOS 600DEOS 60D, proporcionando aos fotógrafos iniciantes um início fantástico para o seu sistema de fotografia.
Projcetado e fabricado para os padrões mais exigentes, a EF-S 55-250mm f/4-5.6 IS da Canon II reflecte a filosofia de design premium, com um design exterior e uma série de tecnologias premium para garantir a qualidade principal da imagem.

Canon quatro-stops,  Estabilizador de Imagem (IS) desfocagem da imagem com contadores durante a luz baixa e em filmagem, e a inclusão de um elemento Ultra-low de lente de dispersão (UD), e revestimentos  Canon Super Spectra também garantem maravilhosamente um nítido contraste, alta resolução de imagens sem brilhos indesejáveis . A última objectiva EF-S adicionada à gama da Canon, é ideal para fotógrafos que procuram uma lente acessível e versátil para o objectivo geral de fotografia telefoto.

A nova EF-S 55-250mm f/4-5.6 IS II estará disponível a partir de Julho de 2011.

Link oficial.


Formato RAW vs JPEG.

Um ficheiro RAW é:

• não é um arquivo de imagem em si (vai exigir um software especial para ler e converter para JPEG.
• tem típicamente um formato próprio (com a excepção do formato Adobe DNG que não é amplamente utilizado até ao momento).
• pelo menos 8 bits por cor – vermelho, verde e azul (12 bits por X, posição Y), embora a maioria das DSLRs de cor de 12 bits do registo (36 bits por posição).
• descomprimir (uma câmera de 12 megapixels irá produzir um arquivo RAW 12 MB).
• completo, dados do sensor da câmera.
• maior na faixa dinâmica – dynamic range (capacidade de apresentar destaques e sombras).
• menor contraste (mais achatada, deslavada ao olhar).
• não tão acentuada.
• não apropriado para a impressão diretamente da câmera ou sem pós-processamento.
• somente de leitura (todas as alterações são salvas num arquivo normalmente em formato JPEG).
• por vezes admissíveis em tribunal como prova (em contrário a um formato de imagem editável).
• espera para ser processado pelo computador.

Em comparação com JPEG é:

• um formato padrão lido por qualquer programa de imagem no mercado ou de código aberto.
• exatamente 8 bits por cor (12 bits por posição).
• bastante pequeno em tamanho de arquivo (uma câmera de 8 megapixels produzirá JPEG entre 1 e 3 MB no tamanho).
• menor na faixa dinâmica.
• maior contraste.
• mais nítidas.
• imediatamente adequados para compartilhamento, impressão ou publicação na web.
• não precisa de correção na maioria das vezes.
• capaz de ser manipulado, embora não sem perda de dados de cada vez que uma edição é feita – mesmo que seja apenas para girar a imagem.
• processado pela câmera.

Estas diferenças conduzem implicitamente a situações que exigem escolher um sobre o outro. Por exemplo, se você não tem muita capacidade para armazenar as imagens na câmera (cartão memória) e depois gravar em JPEG permitirá a captura de 2 ou 3 vezes mais o número que você pode fotografar em RAW. Esta também é uma boa ideia se você está numa festa ou nalgum outro evento, depois torna-se fácil compartilhar suas fotos rápido e fácilmente.

Por outro lado, se a capacidade do cartão não é um problema , você pode considerar a fotografar em RAW + JPEG, apenas para cobrir todas as possibilidades. Se você não puder ou não quiser fazer qualquer pós-processamento, então você simplesmente pode fotografar em JPEG. Tirar uma fotografia em RAW é apenas o primeiro passo na produção de uma imagem de qualidade pronto para impressão. Se, por outro lado, a qualidade é de extrema importância (como quando você está gravando profissionalmente), e você deseja obter todo o desempenho que a sua DSLR pode oferecer, então você deve fotografar em formato RAW.

Dito isto, há muitos fotógrafos especialmente amadores que não fotografam em RAW por duas razões:

1.) desconhecem a existência do formato RAW, ou

2) não querem perder tempo a editar depois as imagens e convertê-las para JPEG.

Fotografar em JPEG

Quando você fotografa em JPEG –  software interno da câmera (muitas vezes chamado de “firmware” já que é parte do hardware dentro da sua câmera) irá tirar as informações do sensor e rápidamente processá-lo antes de salvá-lo. Alguma cor e resolução são perdidas em relação ao RAW (algumas câmeras apresentam mais ruído em JPEG do que em Raw).

O  principal responsável neste processo é o Discrete Cosine Transforamtion (ou DCT), que divide a imagem em blocos (geralmente 8 × 8 pixels) e determina o que pode ser “seguro” e ser descartado, porque é menos perceptível (quanto maior a ração de compressão / JPEG de baixa qualidade, mais descartado é durante esta etapa). E quando a imagem é colocada em volta de um conjunto uma linha de 24 pixels, que tinha 24 tons diferentes podem ter agora só 4 ou 5. Essa informação será perdida definitivamente, sem os dados brutos do sensor registados num arquivo RAW.

Em RAW e em disparo contínuo, a sua DSLR poderá chegar a um certo ponto que pára de disparar. Devido ao tempo de armazenamento que um ficheiro RAW demora a ser gravado no cartão memória, enquanto que em JPEG essa situação práticamente nem se coloca.

Fotografar em RAW

Se você fotografar em Raw o seu computador ao contrário da câmera, irá processar os dados e gerar um arquivo de imagem. Para isso conforme já foi referido em cima, precisa de um editor que abra arquivos RAW.

Fotografar em Raw vai-lhe dar muito mais controle sobre a imagem e de poder de corrigir os erros que possa ter cometido quando você tirou a fotografia, como a exposição por exemplo.

Para aproveitar isso,  vai precisar usar algum software no seu computador para processar os arquivos e converter para JPEG. Aconselho o Camera Raw que vem com o Adobe Photoshop CS5 por ser bastante bom em processamento de arquivos RAW, apesar de todos os fotógrafos terem um  seu favorito (Adobe Lightroom é igualmente muito apreciado). Quando você carrega um arquivo RAW usando o Adobe Photoshop  a caixa de diálogo Camera Raw irá aparecer automáticamente. Na maioria das vezes as configurações automáticas são bastante decentes, mas você tem a hipótese de mudar o equilíbrio de brancos, exposição, contraste, saturação e até mesmo de calibração dos vermelhos, verdes e azuis ou corrigir aberração da lente – tudo sem perdas.

Se o balanço de brancos não estiver correcto é muito mais fácil de corrigir usando o Camera Raw do que corrigir em JPEG e manipulando em RAW – o resultado final é muito melhor também. A riqueza de detalhes (nitidez), a gama de cores e capacidade de ajustar estas definições acabam tendo muito melhores resultados com um arquivo RAW.

Software para processar ficheiros RAW?


Envelhecer fotos no Photoshop.

Para quem gostar de envelhecer fotos, dar um estilo retro, ou conhecer a técnica de como fazer esse processamento no Photoshop, deixo aqui um video tutorial bem simples e fácil de perceber.


Video – Aula 13 – Parte 2/2

Esta é a 2ª parte de 2, do 13º vídeo de 24.

Lição 13 (parte 2 de 2) – A Composição.


Que objectiva usar para assuntos específicos de fotografia.

Independemente da marca da sua câmera fotográfica, deixo um link que considero bastante útil em relação às objectivas que deve de usar para fotografar os temas/assuntos que mais gosta.

Se tem dúvidas com que objectiva deve fotografar, macro, paisagem, retrato, desporto ou vida selvagem. Consulte o link em baixo e com a possibilidade igualmente de ver tutoriais em vídeo (inglês).


EVIL – Nova categoria de câmeras fotográficas.

O mercado das câmeras digitais tem dois lados bastante distintos. Enquanto profissionais e amadores avançados procuram as dSLR (digital Single Lens Reflex – Reflex digitais de lente única), com milhares de lentes diferentes, sensores enormes e controles avançados, as pessoas que só querem um meio de registar seus momentos especiais procuram as compactas: simples de usar, muitas funções, leves e portáteis.

Num paralelo com o mundo dos computadores, de um lado você tem os super equipamentos – desktops poderosos, com componentes de altíssima performance – ocupando o espaço que, na fotografia, pertence às dSLR. No outro lado reverso estão os netbooks – tecnologia avançada voltada principalmente à portabilidade, mesmo que isso diminua a capacidade total – equivalentes às câmeras compactas.

As câmeras EVIL (Electronic Viewfinder, Interchangeable Lens – visor eletrónico e lentes intercambiáveis) pretendem ocupar – nessa comparação – o espaço de notebooks. Mais poderosos que netbooks e bastante portáteis, porém sem a mesma capacidade dos desktops.

Qual o nome?

Além do acrónimo EVIL, algumas pessoas referem-nas como MIL (Mirrorless Interchangeable Lens – lentes intercambiáveis sem espelho), mencionando uma das principais diferenças em relação às dSLR, que usam um espelho em frente ao sensor para direcionar a imagem até ao visor.

As câmeras EVIL da Sony, anunciadas na PMA 2010

Compacta, mas quase profissional

A fotografia digital entrou no gosto dos consumidores muito antes de chegar ao meio profissional. A qualidade das imagens – nos seus primórdios – era péssima, e levou vários anos até conseguir equiparar-se ao resultado obtido em filme. Desde que isso aconteceu, entretanto, as diferenças entre uma câmera profissional e uma amadora eram claras: sensor grande e troca de lentes.

Mesmo câmeras com 6 ou 8 Megapixels e um sensor grande produzem imagens de mais qualidade que compactas de 10 ou 12 MP.

Sigma DP1

Com isso em mente, em 2007 a Sigma lançou a DP1, primeira câmera compacta utilizando exatamente a mesma tecnologia de uma dSLR (no caso, a Sigma SD14). Processadores, sensor e software eram os mesmos nas duas câmeras, mas a DP1 ainda não podia ser considerada uma câmera EVIL, pois não permitia a troca de lentes.

Um pouco antes, em 2006, diversas empresas reuniram-se em consórcio para a criação de um novo sistema de lentes e câmeras – o sistema Four-Thirds ou 4/3 – que ainda utilizava o espelho característico das câmeras Reflex.

Olympus, Panasonic, Kodak e vários fabricantes menores do mercado de fotografia digital comprometeram-se com o formato e lançaram câmeras e lentes para ele. A grande diferença das câmeras 4/3 para dSLRs comuns era seu tamanho menor – tanto em termos de câmera bem como de sensor.

Micro 4/3

Olympus EP-1Em 2009 o consórcio responsável pelo formato 4/3 resolve inovar e, utilizando vários conceitos comuns em câmeras compactas – como a ausência de espelho e a utilização de uma ecrã LCD para a composição da imagem – lança o padrão Micro 4/3, explicado em detalhe aqui.

Com rigor, pode-se considerar as câmeras Micro 4/3 como as primeiras da categoria EVIL, já que apresentam todas as características consideradas marcantes desse tipo de câmera. Porém o nome e a própria menção de “categoria” só aparece em 2010.

Novidades “Made in Asia”

Samsung NX10Apesar de quase desconhecida, uma câmera pode ser considerada precursora de todo o buzz em torno das câmeras EVIL hoje. No final de 2009, a coreana Samsung apresentava a NX10, com sensor APS-C de 15.1 Megapixels e baioneta NX para lentes específicas. Até agora apenas três lentes acompanham a NX10: 30mm fixa e as zoom 18-55mm e 50-200mm.

Em janeiro de 2010 a Sony anunciou o projeto de câmeras conceito, com corpo menor que uma dSLR, mas usando o sensor de tamanho APS-C – o mesmo que na maioria das câmeras profissionais.

A empresa é uma das maiores fabricantes no mercado da fotografia digital, produzindo sensores de diversos tamanhos, câmeras compactas variadas e também lentes e câmeras dSLR da série Alfa.

Como o padrão Micro 4/3 – devido principalmente ao alto custo dos equipamentos – nunca teve grande expressão no mercado, a aposta da Sony e da Samsung seria o de ocupar ocupar um nicho práticamente inexplorado.

Apelos variados

Samsung NX10Em termos de mercado, as câmeras EVIL oferecem um benefícios para todo tipo de consumidores. Para o profissional e para os amadores avançados os novos modelos oferecem qualidade de imagem e recursos existentes em câmeras dSLR, mas mais portáteis e práticos. Ainda que não sejam utilizadas no dia a dia do trabalho fotográfico, as EVIL tornam-se uma opção muito válida para as fotos sem compromisso comercial, graças à sua portabilidade.

Aos amadores a oferta é semelhante, porém vista de um outro ângulo. Com este equipamento não é necessário abrir mão da prática e do conforto do uso de uma câmera compacta para se obter mais opções e versatilidade.

Como o mercado começa a reconhecer o espaço vazio que existia entre as câmeras atualmente disponíveis, e com a entrada de concorrentes de peso como a Sony, pode-se também esperar preços mais competitivos, além do desenvolvimento da tecnologia.

Canon e Nikon

Quando se fala em câmera fotográfica, é difícil imaginar que algo surgiu sem influência dos principais fabricantes. Apesar de existirem rumores – principalmente sobre a Nikon – de câmeras EVIL da dupla dinâmica da imagem, existem considerações a fazer.

Ambos os fabricantes têm uma longa história no mercado fotográfico – desde o tempo dos filmes essas são as marcas dominantes – e o lançamento de um equipamento compacto exigirá um investimento muito grande em tecnologia.

dSLR Canon EOS 5D MkII           dSLR Nikon D90

Também deve ser levado em conta o histórico de seus utilizadores, já que muita gente investiu dinheiro em lentes e equipamentos dSLR das duas marcas. Devido às diferenças de construção entre uma dSLR e uma câmera EVIL, é praticamente impossível acreditar que exista compatibilidade entre as lentes atuais e possíveis câmeras sem espelho desses fabricantes.

Compacta Canon Powershot G11Outro problema que pode desestimular os grandes fabricantes a entrar na competição é a necessidade de – uma vez lançada a linha EVIL – manter não só a produção de câmeras dSLR e compactas.

Um terceiro conjunto de equipamentos, que graças à sua engenharia não deve compartilhar acessórios com nenhuma das linhas já existentes, deve ser projetado. O custo operacional de uma jogada como essa pode ser crítico, e o risco é muito alto.

Confirmação absoluta no mercado?

Tudo indica que este mercado de câmeras veio para ficar e prosperar. Tanto para o fotógrafo amador como para o pofissional.

Os peços são atractivos e a gama de oferta não pára de aumentar por parte dos fabricantes.

Deixo um comparativo ente duas câmera quase em tudo semelhantes.


Canon 1Ds Mark IV mais 3 lentes em Agosto?

1Ds Mark IV antes 5D Mark III?

Agosto será um mês de grandes novidades. A substituição da Canon 1Ds Mark III  e mais 3 lentes serão anunciadas. Não existe referência alguma sobre as características das lentes que serão lançadas.

No seguimento será anunciada a 5D Mark III, segundo alguns rumores a circular.

Em princípio o anúncio não será efectuado até Julho,  com especificações esperadas conforme já havia sido divulgado neste artigo.

 7D Mark II?

Não será anunciada antes de 2012.


Fotografia panorâmica – Introdução e Video-Aula.

Fotografia panorâmica, assim como a palavra “panorama”, refere-se a uma vista inteira de uma área circunvizinha. As fotografias panorâmicas tentam capturar tal vista.

Não há nenhuma definição formal para o ponto em que “ângulo largo” termina e “panorâmica” começa, mas uma imagem verdadeiramente panorâmica deve capturar um campo de vista comparável (ou maior do que) a do olho humano, que é de 160° por 75°, e deve fazer assim ao manter os detalhes precisos através do retrato inteiro.

Atualmente, é possível fazer fotografias panorâmicas em qualquer proporção com o uso de câmera fotográfica comum e scanner, ou mesmo câmeras digitais. Há software especial para tal, capaz de combinar várias fotos numa única imagem, atingindo uma visão de até 360 graus.

Panorama fotográfico da parte sul de Manhattan, Nova Iorque, feita a partir de 12 fotografias.

Lentes

Qualquer câmera fotográfica pode ser utilizada para fazer panorâmicas. No entanto, as lentes mais indicadas são as grande angulares. Para 90º a 180º, melhores resultados podem ser obtidos com lentes de 28 mm. Por outro lado, imagens em 360º tornam-se mais fáceis com lentes de 8 mm. Lentes normais (50 mm) não obtém grande riqueza de detalhes nem qualidades, devendo, portanto, ser evitadas.

Acessórios

Na fotografia panorâmica, o uso de tripé é extremamente desejável, para facilitar a posterior composição das fotografias.

 


O que é o sistema micro quatro terços?

Quando a fotografia digital foi desenvolvida, a maioria dos grandes fabricantes apressou-se em adaptar equipamentos à nova tecnologia. Mesmo com essa corrida, as câmeras e lentes de hoje ainda são construídas de forma muito semelhante aos equipamentos da era analógica. Tanto isso é verdade que diversos fabricantes ainda utilizam peças com as mesmas marcas dos tempos do filme, principalmente em termos de lentes.

Os quatro terços

Como toda adaptação, vários recursos possíveis com a tecnologia digital não são completamente explorados nos equipamentos derivados diretamente da tecnologia analógica, sem contar o grande número de peças hoje desnecessárias para o funcionamento e que continuam nas câmeras “porque sempre estiveram lá”. Casos clássicos desse fenómeno são o espelho móvel e o visor pentaprismático das dSLR (digital Single Lens Reflex – Reflex digital de lente única).

Recorte de uma dSLR mostrando espelhos, prismas e demais componentes

Assim como o conjunto de espelho e visor, a própria maneira de fabricar lentes continua baseada principalmente no filme. Porém o sensor das câmeras digitais – seja ele CCD, CMOS ou qualquer outro – tem propriedades bastante diferentes da película analógica. Em virtude disso uma lente otimizada para projetar imagens num substrato químico normalmente não desempenha o seu papel com tanta qualidade no sensor eletrónico.

A proposta da iniciativa Four Thirds (Quatro Terços) é exatamente esta: criar equipamentos fotográficos levando em conta unicamente as necessidades do sensor digital, para aproveitar melhor a qualidade da imagem obtida por este processo. Através de adaptações em diversas características das lentes e câmeras, o projeto inicialmente ainda contava com alguns resquícios das câmeras SLR analógicas – principalmente o conjunto espelho-visor que as caracteriza como câmeras Reflex. Ainda assim, as câmeras 4/3 já eram bem menores e mais compactas que as dSLR de outras tecnologias.

Sensor Micro 4/3O nome do formato  deve-se ao tamanho do sensor utilizado nessas câmeras, que foi projetado para equilibrar qualidade de imagem e tamanho compacto, que tem as mesmas dimensõpes de uma foto 3 x 4 cm . A grande comparação, na verdade, é a diagonal útil (onde a imagem é projetada), que no formato 4/3 equivale a aproximadamente metade da diagonal útil do filme de 35mm. Com isso, para uma lente exibir um ângulo de visão equivalente, no formato 4/3, ela precisa de apenas metade do comprimento de uma lente construída com o filme 35mm como padrão.

Cada vez menor

Micro Four Thirds logoApesar de o padrão 4/3 já apresentar avanços significativos sobre as dSLR, ainda trabalha com uma boa parcela de tecnologia arcaica. Para compactar ainda mais as câmeras, e diminuir o peso das lentes ao mesmo tempo, a iniciativa que desenvolveu o padrão 4/3 projetou um novo formato, baseado na mesma filosofia de adaptação completa ao ambiente digital. Retirando partes desnecessárias, e refinando tecnologias encontradas em câmeras amadoras, chegou-se então ao formato Micro 4/3 que você começa a entender melhor a partir de agora.

Vantagens e desvantagens

Compacta  Micro 4/3 dSLR profissional

Como as câmeras Micro 4/3 se colocam no mercado entre as poderosas dSLR e as práticas compactas, as comparações devem sempre levar em conta ambas as concorrentes. Enquanto em alguns tópicos a vantagem é clara para compactas ou dSLR, a combinação de características das Micro 4/3 permite dizer com certa segurança que, para o entusiasta da fotografia, essas câmeras são uma excelente opção.

Micro só no tamanho

Apesar de o tamanho do sensor 4/3 ser menor do que os sensores APS (Advanced Photo System – Sistema Avançado de Fotografia) ou FF (Full Frame – Sensor Completo), a qualidade da imagem oferecida por eles é equivalente – e dependendo da ótica envolvida, até melhor – à obtida com as câmeras maiores. Isso deve-se à maneira como o conjunto sensor – lente é projetado. Nas câmeras Micro 4/3 a luz sempre chega ao sensor orientada perpendicularmente ao pixel, o que não ocorre nas câmeras dSLR.

Comparação de tamanho dos sensores de compactas, 4/3, APS e FF

Mas o tamanho reduzido do padrão Micro 4/3 também traz dificuldades. Por causa de suas dimensões reduzidas, a variação de profundidade de campo conseguida nessas câmeras também é menor. Com isso, aquele belo efeito de fundo desfocado – muito comum em retratos – é menos visível nas câmeras Micro 4/3, ainda que muito mais nítido do que em câmeras compactas.

Lentes intercambiáveis

A maior vantagem do padrão Micro 4/3 sobre as compactas amadoras é a possibilidade de trocar de lentes dependendo da situação. Durante muito tempo essa capacidade era exclusiva das câmeras ditas profissionais, mas desde a iniciativa Four Thirds e o subsequente Micro 4/3, câmeras mais voltadas ao público entusiasta por fotografia, mas não profissional, também contam com a variação das objetivas.

Lente 7 - 14 mm Lente 17mm Lente 14 - 45 mm Lente 45 - 200 mm

Infelizmente, devido a limitações físicas, de engenharia e principalmente económicas, ainda não é possível construir lentes superzoom  para sensores do tamanho do 4/3 ou maiores. Aproximações de 20 ou até 30 vezes resultariam em lentes extremamente pesadas, caras e difíceis de manusear. Graças a isso a variação entre a extensão máxima e mínima de lentes – tanto para 4/3 quanto para dSLRs – é menor.

Visor eletrónico

O LiveView ajuda a compor fotos em condições de iluminação não ideais. Foto: CanadaPenguinUsar o LiveView do visor LCD é uma lição que os profissionais vêm aprendendo com os amadores. O visor eletrónico é muito mais eficaz que o refletido em cenas de baixa luminosidade e ótimo para fotografar em posições onde a câmera não está diretamente à frente do fotógrafo. Além disso, ele permite a conferência – em tempo real – de informações de exposição e outras configurações da câmera. O lado negativo de toda essa facilidade é o consumo de energia, muito maior em câmeras com o LiveView. Outro problema é a visualização do visor LCD em ambientes muito iluminados, bastante prejudicada por reflexos no vidro.

Ausência de espelho

Outra característica “herdada” das digitais amadoras, a ausência do espelho móvel diminui a ocorrência de tremores e vibrações mecânicas na câmera – em dSLRs esse fenómeno ocorre mesmo com a câmera fixa em um tripé e disparada remotamente – que podem prejudicar o resultado final da fotografia. Porém, como o padrão Micro 4/3 permite a troca de lentes, o sensor fica muito exposto à poeira.

Para amadores e profissionais

Como já foi dito, a posição das câmeras Micro 4/3 no mercado é intermédia entre as profissionais dSLR e as compactas amadoras. Assim, é fácil interpretar quem é o público-alvo do formato: qualquer pessoa que espere imagens com excelente qualidade, mas não tem razões ou meios para gastar os milhares de euros necessários para a compra de equipamento profissional. O amador avançado – verdadeiro entusiasta da fotografia – é certamente o principal beneficiado com o surgimento de câmeras Micro 4/3, já que terá um equipamento capaz de proporcionar bons resultados sem tanta despesa.

Panasonic Lumix GF-1 Olympus EP-1 Panasonic Lumix G-1

Porém o tamanho reduzido da câmera aliado à qualidade de imagem também servem como atrativo para profissionais, principalmente quando o trabalho exige uma agilidade maior, ou mesmo transportes muito longos.


Enquadramento, composição e macrofotografia.

Após ter sido contactado por uma bloguer em que lhe suscitaram dúvidas em relação aos termos “enquadramento“, “composição” e “macro fotografia“. Quais as diferenças entre enquadramento e composição, e quando é que se pode considerar uma foto uma “macrofotografia“.

Na realidade em alguns sites de fotografia, vejo bastantes comentários em algumas fotos que recebem o tipo de comentário que “é uma bela macro”. Quando na verdade não passam na maior parte das vezes de um “close up” –  exibição de uma imagem em plano aproximado e com destaque, sendo um tipo de zoom mas não com o detalhe de uma macrofotografia.

Vamos então por partes:

Enquadramento: Conforme a palavra indica é o “quadro” onde vamos incluir todos os elementos que compõem a imagem.

Seguindo regra geral e para termos uma foto equilibrada, a regra dos terços. Assim sendo, se tivermos todos os elementos que compõem a imagem bem distribuídos e que conferem um equilíbrio harmonioso ao olhar do observador, podemos dizer que a foto está “com um enquadramento perfeito”.

Seja criativo e aproveite para explorar ângulos diferentes e poder assim fazer um enquadramento de cena diferente do habitual.

Composição: São todos os elementos da imagem que compõem o enquadramento. Ou seja quando fotografamos algo, tentamos contar uma história ou passar uma mensagem mesmo que seja algo abstracto, será uma mensagem que o fotógrafo está a passar ao observador (afinal  é esse o objectivo primordial da fotografia).

Para se conseguir tal efeito, há que ter em atenção à composição em si. Em como os elementos são distribuídos, o ambiente que se tenta transmitir e evidenciando para tal, o cenário, a luz, os detalhes, a colocação do motivo central na foto, e toda a envolvência que queremos transmitir.

Nesta conjunção toda de factores, é o que chamamos de composição da imagem/fotografia. De salientar mais uma vez a importância da regra dos terços para se criar uma boa composição.

Macrofografia: A fotografia Macro é a fotografia de pequenos seres e objectos ou detalhes que normalmente passam despercebidos no nosso dia-a-dia. São fotografados com o seu tamanho natural ou levemente aumentados através de aproximação da câmera ou fazendo uso de acessórios destinados a este tipo de fotografia. As macrofotografias são exibidas em tamanho bastante ampliado para causar um maior impacto visual.

Clássicamente, o campo da macrofotografia está delimitado pela captura de imagens em escala natural ou aumentada em até cerca de dez vezes do seu tamanho natural (entre 1:1 e 10:1 de ampliação). Muitas fotos são obtidas à distância, com o uso de teleobjetivas para captura da imagem, e nem por isso a foto capturada deixa de ser uma macrofotografia.

De relembrar uma vez mais que não se deve confundir uma fotografia macro com um “close up” –  exibição de uma imagem em plano aproximado e com destaque, sendo um tipo de zoom mas não com o detalhe de uma macrofotografia.


Video – Aula 13 – Parte 1/2

Esta é a 1ª parte de 2, do 13º vídeo de 24.

Lição 13 (parte 1 de 2) – A Composição.