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Canon EOS 5D Mark III – Especificações Previstas.

Mais uma vez notícias relevantes em relação à Canon EOS 5D Mark III, desta vez em relação às possíveis especificações do modelo, que em princípio será lançado no final deste ano ou início de 2012, conforme já havia sido referido neste artigo.

As principais novidades são:

  • 32mp
  • ISO 100-25600 (L1, H1, H2, H3)
  • DIGIC V
  • 4.2 fps
  • 19 point AF
  • CF Card
  • Slightly larger LCD (new ratio)
  • New autofocus while filming, performance unknown.
  • All the standard video stuff.
  • RAW video still unknown

Atenção: estas especificações são em relação a um protótipo que está a ser desenvolvido com mais dois em simultâneo, portanto poderá e deverá haver mais alterações em relação ao modelo final a ser comercializado.


Dicas para fotografar a preto e branco.

1 – Fotografar em *RAW

Poderá haver muitos fotógrafos que não podem fotografar em RAW porque não terão essa opção na sua câmera, ou porque podem simplesmente de não gostar de o fazer. Mas para um maior controle na fase de pós-produção para converter as suas fotos para preto e branco, você vai ter de fotografar em RAW se a sua câmera tiver essa opção.

Óbvio que você pode fotografar em JPEG e fotografar directamente a preto e branco, mas se tem RAW disponível não hesite e fotografe com esse formato, irá ficar impressionado com o que oferece no pós-produção.

2 – Fotografar a cores

Se não puder fotografar em RAW, então fotografe em JPEG a cores e faça mais tarde a conversão para preto e branco no seu programa de edição.

Enquanto a maioria das câmeras digitais oferecem a opção de fotografar a preto e branco (e podem produzir alguns resultados razoáveis​​), você tem mais controle sobre seus resultados finais, se tiver a sua foto a cores e trabalhar depois a sua conversão no seu computador.

3- Valores de ISO baixos

Fotografe com valores de ISO o mais baixo possível. Isso é algo que a maioria de nós faz em fotografia a cores, e é particularmente importante quando se trata de fotografar a preto e branco onde o ruído criado pela ISO se pode tornar ainda mais evidente. Se quiser mais tarde adicionar ruído/grão nas suas fotos, poderá fazê-lo no pós-produção. Enquanto o contrário, retirar o grão da foto original é uma tarefa bastante mais árdua e difícil de o fazer.

4 – Quando fotografar

Muitos fotógrafos preferem fotografar a preto e bran em dias em que a luz proporciona um baixo contraste. Então, um dia em que esteja encoberto pode ser excelente para fotografar no exterior.

Irónicamente, estes são aqueles dias em que os fotógrafos apenas fotografam a cores decidem ficar por casa a reclamae da “pouca ou fraca luz”.

Da próxima vez queestiver um dia escuro e sombrio, vá fazer algumas fotos a preto e branco e surpreenda-se com os resultados.

5 – Composição

A maioria das dicas gerais sobre como compor ou enquadrar uma boa foto aplica-se igualmente muito bem à fotografia a preto e branco (precisamente de como se faz quando se fotografa a cores),  no entanto você precisa treinar-se para olhar para as formas, tons e texturas nos seus enquadramentos como pontos de interesse na fotografia a preto e branco. Preste especial atenção nas sombras e luzes que se tornará uma característica de sua foto.

*(Num dos próximos artigos, irei explicar qual a diferença entre um ficheiro RAW e JPEG. “Mea culpa” ainda não o ter publicado).


Técnicas para fotografar retratos.

Alguns dos melhores retratos possuem o olhar da pessoa com uma feição bem confortável, como se a câmera não estivesse lá. Geralmente, quando as pessoas tentam sorrir ou fazer alguma pose, ficam com um aspecto muito artificial.

O principal objetivo é capturar a essência da pessoa fotografada.

Alguns fotógrafos têm algumas técnicas para fazer isto. Uma boa ideia é captar uma foto no momento em que a pessoa está a sorrir para a câmera e outra logo após, quando a pessoa normalmente recupera a naturalidade. Um ambiente relaxado e divertido faz igualmente com que a pessoa a ser fotografada se sinta mais natural e “solta”, o que faz com que seja meio passo para uma boa foto.

Os três tipos gerais de retratos são: close-ups, fotos da parte superior do corpo e retratos que envolvem o meio (onde você foca tanto a pessoa bem como o ambiente que a rodeia.

Close-ups

Uma das coisas  mais importantes na hora de retratar alguém, é a capacidade que temos para captar a expressão dessa pessoa, e os close-ups são a melhor opção. Normalmente enquadram-se os ombros e a cabeça. O erro mais comum cometido pelos fotógrafos é  não estarem suficientemente próximos em relação aos assuntos, ou seja, nalguns casos significa que a pessoa fotografada fique muito afastada e deixe de ser o principal motivo de interesse da foto, e o impacto perde-se.

É muito importante que a luz incida num bom ângulo. Se você quiser acentuar as rugas ou pequenos detalhes, a luz deve ser lateral. Se quiser o contrário, pode tirar fotos em dias nublados, quando a luz é difusa, e por isso não há sombras.

Foto de solofotones

Foque sempre nos olhos

Os olhos de uma pessoa são o elemento chave de um retrato, e devem ser o motivo central (excepto em determinadas situações em que desejamos chamar a atenção de outras partes). Eles representam o foco de maior impacto visual.

Utilize o flash para corrigir falhas

Ao fotografar sob a luz do sol, é muito importante o uso do flash para preencher as regiões de sombra, principalmente no rosto. Esta simples técnica, chamada “flash de preenchimento“, pode salvar a imagem.

Fotos de crianças e animais

Evite tirar retratos de crianças e animais enquadrando-os de cima para baixo. Para fotografá-los, ponha-se de cócoras e fotografe com a câmera à altura dos seus olhos.

Parte superior do corpo

São um pouco menos pessoais que as close-ups, e serão talvez o tipo de fotos mais  utilizado em retratos. São mais fáceis de obter resultados satisfatórios, principalmente porque a pessoa provávelmente se sentirá mais relaxada, e você pode incluir um pouco do fundo no enquadramento.

Foto de Samuel

Tenha em particular atenção o fundo

Tente utilizar fundos simples e que tenham um bom contraste em relação à pessoa. Evite fundos que contenham algo que possa distrair o observador. Utilize o diafragma o mais aberto possível, para que o fundo fique bem desfocado. Este conjunto de acções ajudam para que não haja distracções, e para que toda a atenção esteja em volta da pessoa.

Descentralize a pessoa do enquadramento

O enquadramento central também é um erro muito comum. Evite o máximo possível e descentralize a pessoa – em alguns casos, você pode colocá-la em um dos terços da foto – e procure colocar seus olhos próximos aos pontos de ouro (pontos determinados pela regra dos terços.

Varie a pose

Para a foto não ficar monótona e parecer mais natural, peça para a pessoa ir variando a sua posição, virando levemente o rosto ou movimentando o corpo.

Retratos que envolvem o meio

São retratos que nos introduz sobre a vida da pessoa, incluindo todo um cenário e nos mostra o que elas fazem ou gostam de fazer: o tipo de casa que vivem e como a decoram, o tipo de trabalho que fazem e onde o fazem, etc. São usualmente usadas por fotojornalistas.

Foto de striatic

Fotos espontâneas: sendo discreto

São o tipo de foto que as não sabem que estão a ser fotografadas, ou pelo menos que não estão posando para a câmera.

Você pode querer tirar fotos de pessoas nos seus locais de trabalho, como um vendedor ou um mercado. Nestes casos, você não deseja que ele pareça saber que está sendo fotografado. Muitas vezes as pessoas vêem o fotógrafoe desperta curiosidade mas ao fim de algum tempo começam a ignorar, pois têm de estar concentradas nos seus afazeres, o que torna a altura ideal para fotografar.

Se estiver usando alguma teleobjetiva, e está a alguma distância da pessoa, pode demorar um pouco para que ela repare em você . Você deve ser capaz de compor a sua imagem e obter a foto antes disso acontecer. Uma outra forma de ser discreto é estar no local por um tempo, suficiente para que as pessoas parem de prestar atenção em você.

Antecipar comportamentos

Conhecer a pessoa bem o suficiente para ser capaz de antecipar o que ela irá fazer é um elemento importante para que você não perca bons momentos. Observe-a cuidadosamente, e pense sobre a situação retratada: como ela pode agir? Então esteja com sua câmera preparada.

Foto de publikaccion


Conheça a mítica Leica de Henri Cartier-Bresson.

Conheça a mítica Leica, o aparelho de eleição de Henri Cartier-Bresson.

A primeira Leica de Henri Cartier-Bresson

Leica. Este nome faz qualquer amante de fotografia curvar-se respeitosamente. Todavia, as origens deste puro-sangue das câmaras fotográficas remontam, curiosamente, ao cinema. Em 1913 Oskar Barnack, um funcionário da empresa de óptica Leitz, construiu uma câmera para testar película cinematográfica. O aparelho era em tudo idêntico a uma câmera de cinema com uma bobina no seu interior que alojava cerca de 2 metros de filme de 35 mm. No entanto, tinha a possibilidade de captar um fotograma de cada vez, sendo necessário rodar uma alavanca para passar ao seguinte. Durante esta operação um obturador tapava a abertura da lente impedindo a luz de impressionar o filme. A câmara era pequena e portátil mas a qualidade das fotografias que fazia era espantosa.

Durante a guerra, Barnack interrompeu o desenvolvimento do seu aparelho mas encontrava-se de tal modo fascinado pelas suas potencialidades que, mal o conflito terminou retomou o trabalho. Uma nova objectiva foi desenhada tendo em conta as particularidades do formato do filme de 24×36 mm. Outra inovação foi a introdução de um visor com um sistema óptico de precisão. Até então as câmaras fotográficas eram equipadas com uma simples moldura por onde o fotógrafo espreitava, dando origem a erros de paralaxe e de enquadramento frequentes.


O modelo original de 1914

Em 1923 produziram-se 31 exemplares deste novo modelo, distribuídos a fotógrafos profissionais para que o testassem. Paradoxalmente, as críticas foram desfavoráveis, pois achavam o formato muito pequeno. Mesmo assim a produção foi avante e na Feira de Leipzig de 1925 foi apresentada ao público a primeira Leica, abreviatura de Leitz Camera, um nome que haveria de perdurar e brilhar no mundo da fotografia. Nesse ano venderam-se 1000 exemplares e, em 1929, 15000.

O sucesso consolidou-se. A cada ano que passava a Leica apresentava melhoramentos técnicos e novos acessórios. Em 1932 lançou um modelo com um mecanismo de focagem integral e uma gama de velocidades de obturação que ia até 1/1000 de segundo, equipado com um conjunto de objectivas e compartimentos de filme intermutáveis. Sólida, pequena e fácil de usar, a Leica introduziu o padrão das modernas câmeras fotográficas. Tudo o que apresentava de inovador haveria de se tornar regra e ser copiado por todos os fabricantes de equipamento fotográfico, a começar pelo uso do filme de 24×36 mm.


Modelo de 1923


Modelo de 1925


Modelo de 1932

As suas características fizeram com que fosse o instrumento de trabalho favorito de muitos fotojornalistas, nomeadamente na Europa. Nas mãos de mestres como André Kertész ou Cartier-Bresson deu ao mundo algumas das melhores imagens do século XX.

Fonte.


Como abrir arquivos RAW no Photoshop.

O Potoshop não abre arquivos em formato RAW. Porém existe um plugin chamado Adobe Camera RAW que torna isso “possível”. Você abre um arquivo em RAW, faz as mudanças no arquivo e depois abre a foto no Photoshop.

Não é o Photoshop em si que abre o arquivo e sim o ACR (Adobe Camera RAW).

Como instalar o ACR

Na maioria das vezes o ACR é instalado ao mesmo tempo que você instala o Photoshop. Se você não consegue abrir um RAW no Photoshop é porque por algum motivo esse plugin não foi instalado. Nesse caso a solução é simples: instale manualmente.

Faça o Download nas seguintes páginas: para utilizadores de Windows | para utilizadores de Mac


Sózinho.

Copyright. All rights reserved.

Licença Creative Commons
Sózinho by Ricardo Vilela Photography is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Proibição de realização de Obras Derivadas 3.0 Unported License.
Based on a work at ricardovilelaphotography.wordpress.com.

Exif

Câmera Canon EOS 500D
Exposição 0,2 sec (1/5)
Abertura f/5.0
Distância focal 40 mm
ISO 1600
Compensação de exposição 0 EV
Flash Off, Did not fire

60 dicas de photoshop em fotografia.

Apesar de não ser grande fã de edições nas minhas fotos mas para quem não dispensa uma edição nas suas fotografias, deixo aqui um link que considero ser bastante útil.

Vale a pena visitarem e aconselho a adicionarem aos favoritos do browser.

  • 60 acções úteis para melhorar as suas fotos no Photoshop, por Hongkiat.

Video – Aula 12 – Parte 2/2

Esta é a 2ª parte de 2, do 12º vídeo de 24.

Lição 12 (parte 2 de 2) – A optica fotografica.


Como limpar a sua objectiva.

Para assegurar umas fotos com qualidade e preservar as suas objectivas é preciso de ter algum cuidado com elas. Uma limpeza periódica é um bom princípio para isso.

Material necessário:

  • Bomba de ar comprimido
  • Caneta de limpeza
  • Pano microfibras
  • Líquido de limpeza de lentes (de qualidade)


A melhor câmera compacta feita até hoje?

Não fazia qualquer tipo de intenção de publicar aqui no blog algum artigo sobre câmeras compactas, para além deste que publiquei: Tipos de câmaras digitais.

Não  por achar que sejam os parentes pobres da fotografia, nada disso. Aliás, faço-me acompanhar todos os dias de uma pequena compacta que por sinal (e não foi por coincidência) é a Fujifilm JZ300 que podem ver no artigo que linquei no primeiro parágrafo.

Pois como é fácil de perceber, no dia-a-dia não se torna de todo confortável andar sempre com a DSLR a reboque para tirar umas quantas fotos, e por vezes até fazemos a maior parte da semana o mesmo  percurso urbano e acabam por se esgotar as possiblidades de se fazerem fotos diferentes. A não ser que se faça disso profissão e aí sim acredito que uma compacta não faça sequer parte dos planos de um fotógrafo profissional.

Daí, fazer todo o sentido (já que não faço da fotografia profissão) ter sempre comigo uma compacta. Cabe em qualquer bolso e a qualquer momento está disponível para ser disparada, inclusive até fazer vídeos HD, e que actualmente quase todos os  modelos trazem essa opção.

Bom, passando ao que interessa realmente e conforme indica o título do artigo, será esta a melhor câmera compacta feita até hoje?

Fujifilm FinePix X100

Para já o que chama logo a atenção é o seu aspecto “retro”, é na minha opinião simplesmente maravilhosa.

Acima de tudo as especificações é que deixam qualquer fotógrafo boquiaberto (seja profissional ou não), deixo-vos apenas algumas e o resto poderão consultar no site e aproveitem para dar uma “volta” por lá que vale a pena.

  • Corpo: Liga de magnésio com acabamento/revestimento em pele
  • Número efectivos de pixeis:  12.3 milhões de pixels
  • Sensor:  23.6mm×15.8mm(APS-C)CMOS com filtro primário de cor (sensor do tamanho igual às das DSLR)
  • Ficheiros de imagem:  JPEG (Exif Ver 2.3 *2), RAW (RAF format), RAW+JPEG
  • Distância focal: f=23mm, lente fixa F2 (campo de visão equivalente a uma lente de 35mm em full frame)
  • Ocular: Visor electrónico/Visor híbrido (alternando as funções rápidamente num simples botão)
  • Botões de controle: De estilo tradicional, botões de controle de velocidade de obturador, abertura e compensação de exposição
  • Vídeo: 1280×720 gravação de filmes em HD com som estéreo

Site oficial: Fujifilm FinePix X100

De referir que neste momento julgo não ser fácil ainda encontrar este modelo em Portugal devido ao seu recente lançamento e também as que chegarem nem para as prateleiras irão, devido ao inúmero pedido de pré-reservas.

Fujifilm Finepix X100 Hands-on Review

Fuji X100 Hands-On Preview Video [UPDATED]


Ler e entender o histograma.

Um histograma pode conter mais informações do que parece. É basicamente uma representação gráfica da distribuição da luz na imagem, e atualmente é o melhor amigo do fotógrafo digital, mas geralmente são ignorados por fotógrafos amadores.

A maioria das câmeras digitais podem gerar instantaneamente um histograma, ajudando muito fotógrafos a fazerem os ajustes necessários e garantirem uma exposição ideal.

Distribuição de tons

Tipicamente, o sensor de uma câmera digital é feito para ver uma escala de 256 tons. O zero representa preto puro, 255 é o branco puro, e entre estes valores temos diversas tonalidade de cinza. O tamanho do gráfico indica o número de pixels que possuem determinado tom.

Veja o seguinte exemplo:

Histograma

Histograma

Aqui temos a mesma foto tirada com duas exposições diferentes. Na primeira, usou-se 1/2000s, e na segunda, 1/200s. O primeiro histograma possui um grande tamanho na área escura, mostrando que a imagem está subexposta, enquanto o segundo possui um grande tamanho na área clara, mostrando que a imagem está sobrexposta, e em ambos os casos há uma grande perda de detalhes.

Existem algumas exceções nas quais não podemos nos orientar pelos histogramas, como em fotos de pôr-do-sol por exemplo, que tipicamente possuem muitas regiões escuras.

O LCD de sua câmera não será capaz de revelar todas as informações sobre a sua foto, e o histograma servirá como um ótimo complemento! Como pudemos ver, este simples gráfico foi capaz de indicar informações muito importantes, e pode ser muito útil para um fotógrafo que saiba analisá-lo.


Cartão cinza.

O cartão cinza (em inglês, gray card) para uso em fotografia é usado em conjunto com um exposímetro para obter imagens fotográficas consistentes.

Um cartão cinza é um objeto plano com uma cor cinza neutra que reflete as cores do espectro luminoso de modo plano.

Escala de cinzas

A escala que vai do branco ao preto é contínua, mas para melhor visualização, foi dividida em degraus, aos quais foram atribuídos algarismos romanos por seus idealizadores (ANSEL ADAMS e ARCHER). Vão de 0 (preto absoluto, sem detalhes) a IX (branco máximo, sem detalhes), compreendendo portando dez zonas. Alguns autores vão além das 10 zonas referidas. Os cartões cinzas servem de referência para determinar o valor de exposição (EV) correto para ajustar as câmeras fotográficas.

Um cartão cinza é um objeto plano com uma cor cinza neutra que reflete as cores do espectro luminoso de modo plano.

O cartão cinza comercializado pela Kodak apresenta uma reflectância de 18%, que representa o Cinza da Zona V da escala de zonas, de Ansel Adams.

Esta técnica de medir a exposição pela luz refletida pelo cartão cinza produz leitura similar à da luz incidente em que a exposição não é influenciada nem pelo reflexo de objetos brilhantes, nem pela forma dos objetos iluminados e nem pelo peso das sombras presentes no cenário.

Um cartão cinza médio neutro além de auxiliar na determinação do valor de exposição correto também serve como referência para o balanço de cores. O cartão cinza neutro permite que a câmeras com recurso de white balance efetuem compensação prévia das cores da iluminação ambiente.

Um cartão cinza neutro também pode ser usado para processar o balanço de cores na fase pós-produção. Para isso, uma foto do cartão cinza neutro é tomada e o software de tratamento de imagens usa os dados dos pixels da área do cartão cinza da foto para corrigir o balanço de branco da imagem como um todo ou de toda uma seção de fotos obtidas nas mesmas condições de iluminação.


Video – Aula 12 – Parte 1/2

Esta é a 1ª parte de 2, do 12º vídeo de 24.

Lição 12 (parte 1 de 2) – A optica fotografica.


Canon lançamentos. Novos prazos.

Depois de aqui ter anunciado que a Canon iria lançar a EOS 5D Mark III em meados de 2011, eis que novos prazos se adivinham para este modelo bem como para outros:

  • 1Ds Mark IV – Início de 2012
  • 1D Mark V – Início de 2012
  • 5D Mark III – Final de 2011/Meados de 2012
  • 7D Mark II – Final de 2012
  • 70D – Início de 2013
  • T4i  – Início de 2012

Objectivas

Em relação a lançamento de novas objectivas, actualmente não existe nada de concreto que se possa afirmar que irá ser lançado este ou aquele modelo, mas estarei atento a qulaquer situação por parte da Canon


Canon EOS 5D Mark III – Actualização.

Em estado selvagem?

Conforme tinhamos reportado neste artigo e segundo fonte segura, a Canon está a enviar (para testes) corpos da EOS 5D para fotógrafos chave. Óbviamente que esses mesmos fotógrafos não serão divulgados por razões claras.

Há rumores que a próxima EOS 5D não irá apostar num sensor com maior número de megapixels,  caso venha a apostar a faixa de 26-28 megapixelsmas não deverá ser ultrapassada. Mas irá ser na qualidade da imagem e redução de ruído que a Canon irá apostar mais fortemente. Haverá muito mais nitidez e detalhe com maior ISO.

Aparentemente existirá nesta altura um par de protótipos diferentes em testes.

O que é certo, é que terá um  sistema AF de 19 pontos, mas não existe nenhuma certeza em relação ao número de pontos cruzados.


Canon EOS 5D Mark III?

Não sendo ainda oficial por parte da Canon, prevê-se que venha a ser anunciado brevemente e lançada no mercado sensivelmente a meio do ano de 2011, a Canon EOS 5D Mark III.

Características esperadas:

  • 26,4 milhões de pixels efetivos
  • ISO expansível até 102.400
  • Sistema AF de 19 pontos, 3 pontos de tipo cruzado
  • DIGIC 5
  • 4,9 fps de disparo contínuo
  • 63 zonas de medição iFCL
  • 1,04 milhões de pontos do LCD
  • Melhoria do grip da câmara
  • Melhoria do pentaprisma,  cobertura de imagem cerca de 100%
  • Lançamento previsto em meados de 2011

Best Professional Lens: Canon EF 70-200mm f/2.8L IS II USM – TIPA awards 2011.

A Canon vence a categoria Best Professional Lens nos TIPA Awards 2011 com a  objectiva EF 70-200mm f/2.8L IS II USM de zoom telefotográfico na sua série L. Esta objectiva sucede à popular EF 70-200mm f/2.8L IS USM, oferecendo uma melhor performance em todas as áreas.

Seguindo a herança das objectivas da série L, a EF 70-200mm f/2.8L IS II USM proporciona uma excelente óptica nas situações mais desafiadoras. Para além de uma renovação do sistema óptico interno, a objectiva foi também estruturalmente renovada de acordo com o feedback dos utilizadores, tornando-se tão robusta e fiável como avançada em termos ópticos.

Os fotógrafos da Reuters utilizaram a EF 70-200mm f/2.8L IS USM  durante vários anos o que lhes permitiu ter uma grande flexibilidade,” afirma Kevin Coombs, Editor de Produção da Reuters. “A distância focal, a abertura rápida e o Estabilizador de Imagem (IS), em conjunto, contribuem para que seja uma das objectivas mais usadas no terreno e vemo-la frequentemente nas mochilas de muitos fotógrafos profissionais. Estou bastante ansioso para ver os melhoramentos proporcionados pela EF 70-200mm f/2.8L IS II USM.”

Qualidade premium, performance premium

A EF 70-200mm f/2.8L IS II USM inclui um sistema óptico redesenhado, composto por 23 elementos em 19 grupos para proporcionar resultados verdadeiramente impressionantes. Um elemento em fluorite de elevada performance é usado no centro da trajectória da objectiva, e está equipado com não menos do que cinco elementos de dispersão (UD) ultra-baixa, reduzindo drasticamente a aberração cromática nos vários tipos de zoom para produzir um contraste elevado em imagens com definição elevada.

Um sistema de Auto Focagem (AF) de alta velocidade adapta-se perfeitamente às capacidades das novas câmaras digitais DSLR EOS-1D Mark IV eEOS 7D. Esta nova objectiva inclui também um motor USM AF  tipo anel, que se combina com uma nova CPU de elevada velocidade e um algoritmo de AF optimizado para tornar a auto focagem mais rápida e silenciosa.

Um distância de focagem reduzida a um mínimo de 1,2 metros e uma magnificação de 0.21x melhorada vão permitir aos fotógrafos aproximar os motivos sem ser necessário trocar de objectiva – beneficiando os fotógrafos de eventos e fotojornalistas que vivem com a pressão temporal das notícias e necessitam de flexibilidade. Um mecanismo de Estabilização de Imagem optimizado oferece também uma vantagem em termos de velocidade do obturador equivalente a 4-stops, reduzindo o efeito de desfocagem resultante das trepidações da câmara em ambientes fotográficos movimentados.

Design melhorado, facilidade de utilização excepcional

Para além de uma melhoria na construção interna, a EF 70-200mm f/2.8L IS II USM sofreu também uma optimização na aparência externa para melhorar a operação da objectiva. A espessura das partes salientes exteriores e dos botões foi reduzida, prevenindo toques acidentais e apresentado um melhor aspecto. O punho de borracha de focagem foi também redesenhado e ampliado; com estrias finas tornando mais fácil a focagem manual.

Sendo uma objectiva da série L, a EF 70-200mm f/2.8L IS II USM é totalmente à prova de água, tornando-a ideal para utilização em todas as condições climatéricas. O botão e o anel de focagem incluem uma estrutura que evita a entrada de pó ou água na câmara e na objectiva quando usada com corpos EOS à prova de água. A objectiva foi redesenhada para se adaptar ao desgaste da utilização diária, o que faz dela uma objectiva altamente resistente e fiável para utilização por fotógrafos profissionais.

Acessórios de elevada qualidade para a série L

A EF 70-200mm f/2.8L IS II USM vem equipada com diversos acessórios, incluindo a nova tampa ET-87 e um Ring-Type Tripod Collar B (W). A nova bolsa para objectivas LZ1326 está também incluída, proporcionando um acesso rápido e fácil quando os utilizadores necessitam de trocar de objectiva em situações de pressão.

A compatibilidade com vários acessórios opcionais da Canon também permite aos utilizadores conjugar a EF 70-200mm f/2.8L IS II USM com o Extensor EF 1.4x II, com o Extensor EF 2x II, com o Tubo de Extensão EF 12 II, com o Tubo de Extensão EF 25 II e com os filtros de 77mm.


Pentax 645D – Best D-SLR Professional – TIPA AWARDS 2011.

Best D-SLR Professional – TIPA (Technical Image Press Association) 2011.

Hoya Corporation Pentax A Pentax 645D com lentes intercambiáveis, de médio formato SLR digital. Graças à incorporação de um grande sensor de imagem, igual em desempenho profissional padrão costas câmera digital, este modelo de alto desempenho oferece imagens de alta-resolução super com cerca de 40 megapixeis efectivos. Também oferece confiabilidade excepcional e excelente operacionalidade e capacidade de manobra para fazer fotos ao ar livre sem esforço e confortável para fotógrafos exigentes.

A 645D PENTAX foi desenvolvida para fornecer super-alta resolução de imagens produzidas por sensores de imagem grande – algo até então disponível somente em modelos profissionais. Ela combina qualidade de imagem excepcional, com excelente maneabilidade e excelente confiabilidade para simplificar a nível profissional fotos ao ar livre.

Graças à incorporação de um grande sensor de imagem de alta performance (medindo 44 milímetros por 33 milímetros) a PENTAX com uma tecnologia original de processamento de imagem, produz imagens nítidas e de super-alta resolução com cerca de 40 megapixeis efectivos. Possui durabilidade e fiabilidade notável, graças ao seu corpo leve, mas solidamente construído com um corpo de magnésio-aço, vidro reforçado com protetores de LCD de confiança à prova de poeira e de construção resistente às intempéries. Além disso, é projectada para ser compatível com a maioria dos actuais sistemas 645 PENTAX, de modo que os utilizadores de câmeras PENTAX actual 645-series, podem tirar proveito de seus recursos valiosos, incluindo os de alto desempenho smc PENTAX 645 lentes intercambiáveis.

Principais Características

Qualidade de imagem sem precedentes

  • Super imagens de alta resolução possível em cerca de 40 megapixels – A Pentax 645D incorpora uma alta performance sensor de imagem CCD produzidos pela Kodak.  Mede 44 milímetros por 33 milímetros, e é aproximadamente 1,7 vezes maior do que suas congéneres de 35mm. Graças aos cerca de 40 megapixels,  garante uma ampla faixa dinâmica para reproduzir fielmente o ambiente vigente e o sentido de profundidade em super alta resolução de imagens que são ricas em gradação e verdadeiro na descrição de textura. A fim de trazer todo o potêncial da lente e do sensor de imagem e assegurar o mais alto nível de poder de resolução de imagem.
  • De alto desempenho, alta velocidade PRIME mecanismo de imagem II – A Pentax 645D possui o aclamado,  PRIME PENTAX original (PENTAX Real Image Engine) II como seu mecanismo de imagem. Graças à sua capacidade de processamento de dados de alta velocidade e novo algoritmo exclusivo programado para médio formato de câmeras SLR digitais, este mecanismo de imagem de alta performance de alta qualidade produz imagens de super-ricas em gradação e fiel na reprodução de cores, permitindo a transmissão de dados rápida de grande volume dados da imagem – imagens mesmo em formato RAW, tão grande como alguns 50MB por arquivo.
  • Um 14-bit conversor A / D para a conversão de fiéis de dados de imagem em sinais digitais  – A Pentax 645D possui um alto desempenho conversor A / D, que converte fielmente o grande volume de saída analógica de dados de imagem pelo sensor de imagem CCD, carregando uma grande quantidade de dados de imagem, incluindo a resolução e gradação.

Sólido, o corpo manipulável

O quadro principal 645D da Pentax é feita de liga de leve, mas forte em fibra de magnésiol, enquanto que o chassis é feito de alumínio fundido para minimizar a expansão e extensão causados pelo calor e também para optimizar a precisão cinematográfica e estabilidade térmica. Os painéis LCD – uma no painel superior da câmera, outro no painel traseiro – são cobertas com placas de vidro temperado para proteção extra. O corpo da 645D PENTAX também é projetado para ser uma câmera  de medio formato compacto e altamente manobrável, apesar da incorporação de características tão confiáveis como sendo à prova de pó, de construção resistente ao tempo com 70 selos especiais, performance resistentes ao frio excepcional para garantir a operação contínua em um temperatura de até -10 ° C, e uma unidade recém-projectado do obturador com uma velocidade máxima de obturador de 1 / 4000 segundo que pode suportar até 50.000 expansível no obturador.

SD Dual / slots para cartão de memória SDHC

A Pentax 645D possui um par de slots de cartão de memória para a gravação de imagens em SD e SDHC. Este projecto dual-slot dá ao fotógrafo opções adicionais de armazenamento de dados: por exemplo, as imagens gravadas podem ser atribuídos a diferentes cartões de acordo com o formato de gravação (como RAW ou JPEG) ou um dos cartões pode ser usado como backup do outro. As configurações para cada slot de cartão memória pode ser feito fácilmente por um botão dedicado.

Confiável DR II mecanismo para minimizar as manchas de poeira

A 645D PENTAX vem equipado com o mecanismo altamente confiável DR II (Dust Removal), que minimiza as manchas de poeira desagradáveis sobre as imagens gravadas, mesmo quando as lentes são mudadas em ambientes propensos ao pó, nomeadamente ao ar livre. Ao mudar os filtros UV / IR-cut colocado na frente do sensor de imagem CCD em velocidade supersónica usando um elemento piezoelétrico, este mecanismo eficaz e eficiente sacode a poeira do sensor de imagem. Graças ao sistema de user-friendly pó de alerta, o fotógrafo pode conferir em uma rápida visualização ao pó que adere ao sensor de imagem antes de fotografar.

Design renovado, 11 pontos de alta precisão com um amplo sensor AF

A nova 645D Pentax SAFOX IX + quadro amplo sistema de autofoco tem 11 pontos de sensores (com nove sensores do tipo cruzado posicionado no meio) para assegurar a extra-alta precisão de foco exigido no médio formato em câmeras digitais SLR. Para desenvolver este sofisticado sistema AF, todo o sistema óptico foi redesenhado, ao mesmo tempo com a adição de novas funcionalidades para analisar e fazer uso dos dados de fontes de luz no campo de visão.

Avançado 77 segmentos de medição multi-padrão

A 645D PENTAX emprega um state-of-the-art, 77  segmentos do sistema de medição multi-padrão para garantir a super-alta precisão de medição de luz. A precisão da exposição é ainda reforçada através da recolha de dados adicionais, tais como a orientação da imagem (horizontal ou vertical) e a distância e ampliação do tema utilizando os sensores instalados no interior do corpo da câmera, com os dados obtidos incorporado nos cálculos de exposição.

Grande, fácil de ver no visor óptico

Constituída em unidade 645D Pentax finder, um prisma de vidro em formato trapezoidal, não só garante um campo de aproximadamente 98% da visão, mas também muito contribui para a redução do tamanho do corpo da câmera. Acoplado com um  visor brilhante, de fácil foco Natural-Bright-Matte, o visor da 645D da Pentax oferece uma visão geral clara do assunto.

Função Imagem personalizada para criar os efeitos desejados visual com facilidade

A função imagem personalizada da 645D Pentax  permite ao fotógrafo controlar fácilmente os toques finais de uma imagem mais precisa e reflectir as intenções da fotografia criada pelo utilizador, e reproduzir fielmente o ambiente da cena. O utilizador pode selecionar um dos oito modos, incluindo o novo modo de filme reverso projectado para criar imagens com as cores que são típicas de filme de reversão. Além disso, todos os parâmetros – como saturação, matiz, contraste, nitidez, chave, e destacar / sombra contraste – podem ser fácilmente ajustados aos níveis desejados, de modo a que o fotógrafo possa gravar imagens com grande facilidade.

Versátil, o modo multi-sistema de exposição para a reprodução fiel de imagens criativas

  • Função Hyper Program – O Hyper 645D Pentax função Programa permite ao usuário mudar de imediato de modo AE Programado para obturação ou com prioridade à abertura AE modo com uma simples volta dos mostradores elétricos posicionados ao redor do punho. Um simples toque no botão verde muda o modo de exposição de volta ao original de modo AE Programado.
  • Hyper função manual – Ao fotografar no modo Medido manual, o PENTAX 645 do Hyper modo manual permite ao fotógrafo definir rápidamente a exposição correta para o assunto com um simples toque no botão verde.
  • Modo de Prioridade de Sensibilidade – O único modo de Prioridade de Sensibilidade (Sv) selecciona automticamente a melhor combinação de abertura e velocidade do obturador para a sensibilidade´definida pelo utilizador. A sensibilidade pode ser deslocada rápidamente pelo botão eletrónico no painel traseiro. O montante variável do ISO pode ser configurado para 1 / 2 ou 1 / 3  por clique.
  • Shutter / modalidade com prioridade à abertura – Aproveitando ao máximo a capacidade exclusiva de câmeras digitais para o deslocamento automático da sensibilidade a qualquer momento, o obturador /-Priority Mode (TAv) seleciona automáticamente a sensibilidade mais adequada para a abertura selecionada pelo fotógrafo / combinação de velocidade do obturador. Ele permite fácilmente experimentar uma maior variedade de expressões fotográficas.

Grande, de fácil visualização de 3,0 polegadas LCD com cerca de 921.000 pontos

Posicionado no painel traseiro da câmera, uma cor de 3.0 polegadas LCD com aproximadamente 921.000 pontos oferece uma visão clara e brilhante das imagens no LCD e menus. Desde a sua concepção de visão larga permite a confirmação rápida e sem esforço da imagem do monitor de aproximadamente 170 graus na horizontal e na vertical, o fotógrafo tem pouca dificuldade em captar imagens de ângulos baixos e altos. O monitor LCD também é tratado com um exclusivo revestimento AR (anti-reflexo) para minimizar os reflexos, mesmo em locais ao ar livre sob o sol brilhante.

Longa vida útil da bateria
A 645D PENTAX é alimentada por uma grande capacidade, bateria de íons de lítio recarregável, que pode capturar cerca de 800 imagens * quando totalmente carregado.

Outras características

  • HDR (high dynamic range) para criar uma imagem composta com uma gradação de alcance extra-larga a partir de três imagens com exposições diferentes
  • Dynamic-Range função de expansão para compensar tanto brancas (excessivamente superexposta) e escuras (excessivamente subexposta) áreas
  • Digital função Nível de fácil verificação dos níveis da imagem
  • A compensação automática de distorção e aberração cromática lateral (disponível em combinação com o D AF 645 – e FA 645 – As lentes da série)
  • Versátil sistema de controle de balanço de brancos, incluindo o modo CTE projetado para enfatizar os componentes de cor dominante das imagens captadas, que funciona especialmente bem com a cena, tais como o pôr do sol.
  • Espelho de choque / ruído de funcionamento, função de redução para assegurar um funcionamento suave e silencioso do espelho durante a filmagem
  • Penhora de créditos de direitos autorais sobre as imagens gravadas
  • Compatível com o SDM (Supersonic Direct-drive do motor) o mecanismo de foco automático, projetado para assegurar um funcionamento suave e silencioso com o motor supersônico instalado dentro lentes SDM
  • Terminal HDMI (para conectores do tipo mini-C) de alta resolução de saída de dados de imagem
  • Convivial, cor-classificados botões de controle / opções, com base no conceito de design universal cor
  • Pentax Digital Camera Utility pacote de software 4, incluindo um aplicativo de processamento de dados RAW (baseado no popular motor de processamento de dados RAW SILKYPIX desenvolvido pelo Laboratório de Ichikawa Soft) e aplicação de browser

* Em condições de ensaio prescrito pela PENTAX, quando se utiliza uma bateria D-LI90-íon de lítio
bateria sem flash.

PENTAX 645D especificações

Tipo de Câmera focagem automática TTL, exposição automática de médio formato SLR digital
Sensor • 40 milhões de pixels efetivos
• 40,1 milhões de pixels total
• 44 x 33 mm sensor CCD
• 6,0 x 6,0 mM mM tamanho do pixel
Dynamic Range 11.5f – pára
remoção de poeira Sensor de Imagem função de limpeza por vibração supersônica (DR II) com a poeira função de alerta
Processador de Imagem PRIME II
Os tamanhos das imagens • 7264 x 5440 pixels
• 6528 x 4896 pixels
• 5376 x 4032 pixels
• 4224 x 3168 pixels
• 3072 x 2304 pixels
Formatos de imagem (Foto)
• JPEG (EXIF 2.21) – Melhor / Melhor / Bom
• RAW (PEF ou DNG)
Montagem da lente • Pentax baioneta 645AF2 montagem
• As lentes Útil: 645AF2 Pentax, 645AF, 645A e lentes de montagem
Focalizando TTL de detecção de diferença de fase, 11 pontos, sistema de focagem automática (SAFOX IX +)
Os modos de foco • AF Único
• AF Contínuo
• Foco manual
Selecção de ponto AF • Selecione
• Centro
• Auto
Medição Abertura TTL • Abrir
• 77 – Sensor de segmento
• Faixa de Medição: EV 2-21 EV (ISO 200, 55 mm F2.8)
Modos de medição
• Multi-segmento
• A taxa média ponderada ao centro
• Spot
Bloqueio AE Sim
A compensação de exposição + / – 5,0 EV
Sensibilidade
• Auto (ISO 200-1000)
• Reforço (100,1600)
• 1EV, 1/2EV, 1/3EV
Shutter • controlado eletronicamente Obturador de plano focal de movimento vertical
• 30 sec-1/4000
• 1 / 3 ou 1 / 2 EV
• Flash X-sync: 1 / 125 sec
• Bulbo
função Preview • Pré-visualização óptica
• previsão Digital
Balanço dos brancos • Auto
• luz do dia
• Sombra
• Nublado
• Fluorescente (D, N, W, L)
• Tungstênio
• Flash
• CTE
• Manual (3 ajustes)
• Temperatura de Cor (3 memórias) com ajuste fino
imagem configurações personalizadas • Brilhante
• Natural
• Retrato
• Paisagem
• Vibrante
• Mudo
• Cinema Reversão
• Monocromática
Visor • Localizador de prisma Trapézio
• 98% de campo vista
• Ampliação: 0,62 x aprox (com D FA645 55mmF2.8 no infinito), aprox. 0.85X (com FA645 75mmF2.8 no infinito)
• Ajuste de dioptrias: -3,5 a +2,0 dioptria m
• Natural Bright Tela Matte
flash externo • Sapata
• Tomada de X-Sync
• P-TTL
• alta velocidade de sincronização, a sincronização sem fio com flash externo dedicado PENTAX
Modos de fotografia
• Programa AE
• Prioridade de Sensibilidade
• Prioridade do obturador
• Prioridade de Abertura
• Obturador e Prioridade à abertura
• Medição manual
• Bulbo
• X-Speed
modos de condução • Único
• Contínuo Hi
• Contínuo Lo
• Temporizador: 2 segundos ou 12
• Controle remoto: imediato, demora três segundos
Tiroteio remoto • Contínuo
• Bracketing de Exposição
• Extensão Bracketing
• Intervalo
• Exposição Múltipla
O disparo contínuo Aprox. 1,1 fps
Monitor LCD • 3.0 “TFT LCD
• 921.000 pontos
• Ajuste de nível de brilho
• Cor ajustável
Recursos de reprodução • Imagem única
• 2, 4, 9, 16, 36, 81 de miniaturas
• Ampliação (até 32x, desloque-se disponível)
• Rotação de Imagem
• Visualização de pastas
• Apresentação de slides
• Histograma
• Redimensionar
• Recorte
• Brilhante / área escura
• exibição Calendário
• Índice de vista
Filtros Digitais (Modo Reprodução) Monocromático, extrato cor, cor, Tweaking Base, Soft
Conectividade
• USB 2.0 Hi-Speed
• HDMI Tipo C mini
• Saída de vídeo NTSC / PAL
• DC-IN
Armazenamento SD / SDHC
Poder • Lithium-Ion D-LI90 bateria recarregável (fornecida  carregador)
• O adaptador AC opcional
Dimensões 156 x 117 x 119 mm (6,1 x 4,6 x 4,7 in)
Peso • Sem bateria: 1400g (49,4 oz)
• Com a bateria e 2 cartões SD: 1480g (52,2 oz)

Canon vence quatro prémios TIPA 2011.

A Canon foi distinguida com quatro Prémios da Technical Image Press Association (TIPA). Visando honrar os melhores produtos lançados no ano anterior, os Prémios TIPA são reconhecidos como os mais cobiçados no mundo inteiro. Os prémios 2011 reconhecem de novo a qualidade presente na gama Canon, reconhecendo modelos de quatro diferentes grupos de produtos.

O painel de Jurados da TIPA integra editores de revistas de fotografia líderes em toda Europa que se reúnem anualmente para avaliar os produtos mais recentes, tomando em consideração desde a inovação ao design e à qualidade geral do produto. O júri selecciona e reconhece os melhores produtos em imagem dos últimos 12 meses e este ano premiou os seguintes produtos Canon:

  • Melhor DSLR Entrada de Gama: Canon EOS 600D
  • Melhor Câmara Superzoom: Canon PowerShot SX230 HS
  • Melhor Objectiva Profissional: Canon EF 70-200mm f/2.8L II USM
  • Melhor Multifuncional Fotográfico: Canon PIXMA MG8150

Estamos muito orgulhosos por receber quarto prémios TIPA”, afirma Steve Marshall, Director de Marketing dos Produtos de Consumo da Canon Europa. “Os prémios TIPA são reconhecidos por premiarem os melhores produtos de imagem, e estamos satisfeitos por estar tão fortemente representados num leque tão amplo de categorias. Estes prémios demonstram claramente a qualidade presente em todas as gamas Canon, desde multifuncionais e câmaras de consumo até à imagem profissional, e sublinham o nosso compromisso para conquistar a excelência em todas as categorias.

Relativamente aos produtos da Canon premiados, o júri da TIPA afirmou:

Melhor Objectiva Profissional: Canon EF 70-200mm f/2.8L IS II USM

A nova Canon EF 70-200mm f/2.8L IS II USM melhora a velocidade de auto focagem, a estabilização de imagem óptica e a qualidade óptica da sua antecessora, o que não é tarefa fácil. A EF 70-200mm f/2.8L IS II USM possui uma melhor qualidade óptica e características que reduzem a aberração cromática graças a um elemento de lentes em fluorite e cinco em UD. A nova estabilização de imagem óptica proporciona agora 4 stops de correcção em todas as distâncias focais. O que se manteve foi um design robusto, à prova de poeira e humidade, para utilização nas condições de disparo mais extremas.

Melhor DSLR de Entrada de Gama: Canon EOS 600D

A EOS 600D continua o legado de facilidade de operação e alta funcionalidade. Os membros da TIPA ficaram bastante impressionados com características como sensor de imagem CMOS de 18.0Megapixels, gravação de vídeo em full HD, Live View shooting, fotografia com flash através de Wireless e um ecrã LCD rotativo de 3 polegadas. Proporcionando 3,7 frames por segundo, uma velocidade do obturador de 1/4000 segundos e uma sensibilidade do ISO de 6400 (mais 12,800 H), esta câmara permite uma experiência DSLR completa com facilidade de operação, o que a torna na primeira câmara perfeita para quem procura fazer a passagem das câmaras compactas para DSLR.

Melhor Câmara Superzoom: Canon PowerShot SX230 HS

A Canon PowerShot SX230 HS possui o Sistema HD de 12.1 Megapixels com sensor CMOS de alta sensibilidade e um zoom óptico de 14x (equivalente a 28-392mm) com estabilização de imagem óptica. Um ecrã LCD de 3 polegadas, com cobertura de enquadramento de 100% torna fácil a visualização e o controlo do menu. Os membros da TIPA ficaram impressionados com definições como vídeo Full HD a 1080p com Estabilizador de Imagem Dinâmico, função GPS (incluindo o software Map Utility) e sensor CMOS de alta sensibilidade juntamente com o processador de imagem DIGIC 4 da Canon que reduz os níveis de ruído mesmo nos níveis mais elevados (até ISO 3200).

Melhor Multifuncional Fotográfico: Canon PIXMA MG8150

A Canon PIXMA MG8150 oferece tecnologia de impressão avançada num design elegante em preto. Com o novo Sistema Táctil Inteligente e acesso directo ao Flickr® a partir do software Canon Easy-PhotoPrint EX, torna ainda mais fácil a impressão de fotos a partir de várias fontes para todos os níveis de fotógrafos. A nova função de Full HD Movie Print permite aos utilizadores imprimir as suas imagens favoritas de vídeos full HD, uma característica interessante que se enquadra perfeitamente com as últimas tendências das câmaras.


Prémio Pulitzer 2011 – Feature Photography.

Barbara Davidson

Já é conhecido o vencedor do Pulitzer para “Feature Photography” de 2011. A escolha recaíu sobre Barbara Davidson do Los Angeles Times, pelo trabalho desenvolvido sobre as vítimas inocentes das “guerras de gangues” que são frequentes naquela cidade.

Mais informação: The Pulitzer Prizes


Video – Aula 11

Este é o 11º vídeo de 24.

Lição 11 – Situações de fotografia rápida.


O flash fotográfico.

O flash eletrónico é o sistema de iluminação artificial mais evoluído que existe, e cada vez tem se tornado mais sofisticado e mais fácil de usar. É um dispositivo que revolucionou a fotografia, e actualmente é uma arma de trabalho dos fotógrafos profissionais.

O flash é usado na fotografia para produzir uma luz instantânea com uma temperatura de cor por volta dos 5500ºK para ajudar a iluminar a cena. Mas é preciso tomar alguns cuidados, pois um mau uso do flash pode arruinar a foto, fazendo as imagens apresentarem efeitos artificiais.

O flash geralmente é usado nas seguintes situações:

Flash como luz principal:  O flash é usado como principal fonte de luz, como em interiores escuros e fotos nocturnas.

Flash de preenchimento:  Muito usado em dias ensolarados. Ao fotografar uma pessoa à luz do sol, aparecem sombras no rosto, ou a pessoa fica sub-exposta devido à contra-luz. Neste casos,  o flash é usado para iluminar essas áreas sombreadas e para equilibrar a exposição da cena. Veja os exemplos abaixo:

flash de preenchimento

Velocidade de sincronização

Para qualquer flash (externo, portátil, incorporado na câmera…), devemos observar a velocidade de sincronização, que se refere ao intervalo de tempo entre a abertura do obturador e o disparo do flash. É preciso uma velocidade que dispare o flash no momento em que o obturador esteja totalmente aberto para capturar o máximo de luz.

Caso você ajuste uma velocidade mais rápida que a velocidade de sincronização, a foto sairá parcialmente tapada pela cortina do obturador. Então, a velocidade de sincronização é a velocidade máxima na qual podemos operar ao utilizar o flash. Em câmeras SLR, geralmente, esta velocidade é à volta dos 1/200s.

Para contornar esta limitação, alguns flashes possuem uma função chamada “High speed synchro”, que permite ao fotógrafo utilizar velocidades bem acima da velocidade de sincronização padrão, como em fotografias ao sol ou fazendo flash de preenchimento, por exemplo. Nestes casos, o obturador não estará completamente aberto no momento do flash, então este é disparado diversas vezes seguidas (visualmente imperceptível) para que sua luz atinja todo o sensor.

Modo de operação automática

Hoje em dia já não há razão para utilizar o flash em modo manual. A maioria é capaz de operar em modo automático, utilizando uma moderna função chamada TTL (Through the lens), que faz a medição da luz na cena a ser fotografada directamente através da lente. Tanto a câmera como os flashes possuem uma unidade de processamento que calcula o volume de luz disponível, trocando informação entre si.

Então, de acordo com a combinação entre abertura do diafragma / distância ao assunto a ser fotografado / luz ambiente, a intensidade da luz a ser emitida pelo flash é ajustada para expor corretamente a imagem. Este método é bastante eficaz e por este motivo é o mais utilizado pelos fotógrafos, proporcionando muito mais comodidade e agilidade.

Para regular o flash manualmente, deve-se observar a abertura do diafragma e a distância entre o flash e o assunto a ser fotografado. Para isso, utilizamos o número guia, uma unidade de medida de potência normalmente informada pelo fabricante nas especificações. Quanto mais alto o número guia, mais potente será o flash, e maior será a distância percorrida por sua luz.

Para obter qual a abertura a ser utilizada na máquina, é preciso dividir o número guia pela distância do assunto a ser fotografado. Por exemplo, fotografando em ISO 100 com um flash cujo número guia é 30, teremos:

– Distância de 5 metros: 30/5 = 6 ou seja, teríamos que usar uma abertura de F5.6.

O flash rebatido

Fotógrafos profissionais, principalmente os de estúdio, raramente usam o flash directamente para iluminar uma pessoa num retrato, pois o resultado não é natural nem atractivo, deixando o primeiro plano muito claro e o fundo muito escuro. Além disso, provocam os conhecidos “olhos vermelhos” e uma grande sombra atrás da pessoa. No exemplo abaixo, é possível ver claramente a diferença entre a utilização do flash direto e o flash rebatido, uma técnica que veremos logo a seguir:

Para fazer isto, você precisará de um flash externo com cabeça móvel. A técnica baseia-se na reflexão da luz: em ambientes fechados, devemos direccionar a cabeça do flash para o tecto com um ângulo de aproximadamente 45° (dependendo da sua distância à pessoa a ser fotografada), fazendo com que a luz seja reflectida de forma muito mais homogenea. Fique atento ao ângulo utilizado, pois este interfere directamente no local de incidência da luz ao ser reflectida de volta (que pode ser mais atrás ou à frente da pessoa).

Nalguns casos, o tecto pode estar a uma altura muito grande, então você pode também rebater a luz nalguma parede ou numa qualquer outra superfície branca. Deve de ter-se cuidado, pois se o tecto ou a parede forem de alguma outra cor sem ser branco, esta cor será reflectida, causando um efeito indesejado em toda a cena.

O flash rebatido melhora completamente o aspecto das fotos, mas causa perda de certa potência do flash já que ele se espalha. Certifique-se de que a foto ficou bem exposta, caso contrário, use aberturas maiores ou maiores sensibilidades ISO.

Rebatendo o flash em locais externos

Como você viu, esta técnica está limitada a ambientes fechados onde você disponha de alguma superfície branca para rebater a luz. Mas e em ambientes externos, terei que usar o flash directo?… Não!

Nestes casos, você poderia utilizar rebatedores, que são presos directamente à cabeça do flash através de elásticos. Talvez já tenha visto fotógrafos a usar algo assim e perguntou-se para que servia aquilo. Veja este exemplo:

Há diversos tipos à venda pelo mercado, mas também é possível encontrar na internet diversos modelos que você mesmo pode fazer utilizando materiais simples, uns mais eficientes que os outros.

Flash anelar ou circular

Diferente dos modelos convencionais os flahes anelares ou circulares, são especiais para o uso a curtas distâncias. A área emissora de luz é acoplada directamente na lente, tendo um formato circular e um material que porporciona uma luz bem suave e difusa, sendo que em alguns modelos, o grau de difusão é controlável. Seu uso limita-se a uma distância de 1,2 metros, aproximadamente, adequados à fotografia científica ou para macrofotografias.


Video – Aula 10

Este é o 10º vídeo de 24.

Lição 10 – Apresentação de trabalhos.


Tributo a Tim Hetherington e Chris Hondros.

“Em 20 de abril de 2011, nossa tribo perdeu dois dos seus melhores, quando Tim Hetherington e Chris Hondros perderam as suas vidas em Misrata, na Líbia. Nós da Magnum desejamos honrar ambos sempre extremamente dedicados, corajosos e talentosos fotógrafos que morreram a fazer o que eles gostavam de fazer: sendo testemunhas onde mais ninguém se atreveu a ir, e contando a história de povos isolados em condições extremas.

Nossos pensamentos vão para as famílias de Hetherington e Hondros. Embora possa não ser de muito consolo no meio de tal choque e perda, serão um grande motivo de orgulho. Ambos deixam grandes buracos com as suas ausências, e  as suas fotografias falam sobre vidas que muito tocaram emocionalmente quem as vê.

A perda de Tim foi a que bateu mais forte e mais de perto a casa da Magnum. Um querido e grande amigo para todos nós, lamentamos a perda desse  ente querido. O que sempre foi muito claro para o Tim era a base para a sua extrema dedicação e talento criativo, simplesmente ele era uma excelente pessoa. Ele adorava pessoas, era curioso a respeito delas, e ele tinha sempre como grande objectivo poder comunicar com elas.

Tim extrapolou os limites do nosso ofício mais do que quase qualquer um, e tornou-se um farol de inspiração para a fotografia documental, e que se pode evoluir ainda mais a partir deste ponto.

Como as pessoas próximas a ele sabiam, Tim estava-se a preparar para se vincular à Magnum em Junho deste ano, enquanto nós estávamos a prepararmo-nos para recebê-lo na nossa família. Muitos de nós agora sentem que há uma cadeira vazia com seu nome durante as nossas reuniões.

Esperamos que o legado de Tim seja o seu próprio exemplo para as futuras gerações de fotógrafos. Esta poderia ser a mudança insignificante para a perda de um homem, tanto e tão bom trabalho ainda por fazer, por esse companheirismo e tantas histórias não contadas. Mas isso é o que nos resta.

Tim, nós agradecemos-te por isso.”

Jonas Bendiksen
Presidente
Magnum Photos