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Dicas

Limpeza de filtros ND e Polarizador.

Após bastante tempo sem algum novo artigo aqui no blog e por estar envolvido em vários projectos, vou tentar retomar mais assiduamente a actividade aqui no blog.

Desta vez deixo aqui um vídeo em como fazer a limpeza de filtros ND e filtros polarizadores.

Espero que seja útil.

 

 

 

 

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Objectivas fixas e de zoom.

Existem vários tipos de lentes, mas geralmente só falamos de dois tipos:

  • lentes fixas

  • lentes de zoom

Então irão dizer, que existem mais tipos de lentes….

Se repararmos todos os outros tipos englobam-se nas lentes fixas ou de zoom mas sbore isso já iremos falar mais à frente.

Ora, as lentes fixas só têm uma determinada distância, isto é, que não dá para fazer zoom da imagem para mais perto ou mais longe.

As Lentes de zoom são as lentes onde podemos fazer zoom dos objectos, tirando assim fotografias mais perto ou mais longe sem termos que nos deslocar. Para nós amadores, estas são as nossas preferidas pois muitas destas lentes podem servir para vários propósitos, o que nos fica mais “barato”  porque compramos uma lente com várias funções. Isto não quer dizer que estas lentes são melhores que as lentes fixas, não necessitamos de arranjar várias lentes para vários tipos de fotografia. As lentes fixas são mais precisas para determinados trabalhos como retratos e alguns tipos de macro. Quando falo em precisas quero dizer que são mesmo dotadas para esses trabalhos o que só por isso são melhores que as de zoom que dão para quase tudo mas não têm nenhum forte.

Em qualquer dos casos podem ser lentes para macro, e existem para todos as as distancias, geralmente podem atingir aberturas muito grandes. Uma das particularidades é o facto de poderem focar a curtas distâncias para obtermos objectos muito pequenos a “encher” a fotografia.

Ou lentes grande angulares, usando outro nome para as lentes “lentes olho de peixe” como alguns chamam, isto porque a lente que fica de de fora parece quase metade de uma bola, o objectivo destas lentes é “apanhar” o maior ângulo possível de uma imagem, é por essa razão que se fala dos olhos de peixe pois também sobressaem e têm um grande ângulo de visão. Muitas destas lentes chegam a capturar ângulos de 180º.

Ora voltando um pouco ao titulo da nossa conversa,  qualquer lente mesmo que sejam de marcas diferentes com as mesmas características no papel, podem produzir efeitos diferentes…. Isto para as máquinas SLR, para as máquinas normais de lente única torna-se mais fácil de conhecer as suas virtudes e defeitos…. Pois porque nas SLR é mesmo diferente de lente para lente, não julguem que se comprarem outra lente que produzem a imagem da mesma forma….

Ora vamos lá ver se compreendemos um pouco as nossas lentes….

Nas máquinas fotográficas normais de lente única temos uma lente que serve para tudo, tanto fotografam bastante perto como em algumas dão zooms muito acima das lentes comuns das máquinas SLR.

Um dos efeitos que encontramos nas lentes de zoom especialmente nas lentes de zoom abaixo 30mm é o efeito arredondado dos lados das fotografias. Se repararmos quando tiramos uma foto com a lente a menos de 30mm reparamos que os objectos que se encontras junto ao “fim” da fotografia parecem terem ficado arredondados, dando à foto o chamado efeito barril.

fotografia em Fátima - disturção da lente

Este efeito pode ser mau para fotografia panorâmica onde queremos fazer a “colagem” de fotografias, ora se os lados da fotografia ficam arredondados, a colagem tornasse mais difícil. Por exemplo encontro este efeito na minha lente 18-55mm da Canon e posso adiantar que este efeito é mais evidenciado aos 18mm e vai desaparecendo à medida que vou aproximando de mais ou menos 30mm.

Em outras lentes este efeito pode ser mais evidenciado e pode desaparecer a outras medidas. É por isso que devem conhecer as vossas lentes.

Esta fotografia foi tirada em Fátima a 21mm, como podem reparar o portão deveria aparecer exactamente quadrado em vez disso parece “abaulado” com todos os lados redondos.

Provavelmente se a fotografia tivesse sido tirada a a 30mm ou mais já não se notaria este efeito.

Outro dos efeitos é o facto de podermos tirar a mesma foto de distâncias completamente diferentes e obter resultados interessantes.

Perspectiva Fotográfica com menos zoomPerspectiva Fotográfica com mais zoom

Se repararmos as duas fotografias têm diferenças de perspectiva, e isto devido à mesma lente de zoom. Ambas as fotografias foram tiradas com uma lente de zoom 70-300mm da Sigma. Ora descubra as diferenças…

A fotografia da esquerda foi tirada a 70mm e se repararmos no relvado e principalmente nos prédio por detrás reparamos que parecem mais longe. Na da direita tentei tirar mais ou menos a primeira árvore da mesma maneira como a da fotografia da esquerda a única diferença é que foi tirada a 190mm. Reparamos que na da direira os prédios parecem estar mais próximos e a perspectiva do relvado é diferente.

Mais uma dica a não esquecer: quanto mais zoom usarmos mais curta vai parecer a distância entre os objectos e o fundo.

 


DIY – Fotografar um motivo com iluminação de um plano inferior.

 

 

1º – Preparando a caixa

Com uma caixa retangular, coloque-a ao alto e faça uma abertura numa lateral da caixa.

Exactamente como mostra a figura acima!!

2º – Preparando o suporte para o flash

Com uma caixa mais pequena, faça duas aberturas conforme vê na imagem em baixo, que irá servir de suporte ao flash.

No caso foi usado um flash de estúdio, mas pode ser usado qualquer tipo de flash ou até luz contínua, fria de preferência.

3º: Montando a base

Cubra a parte de trás da caixa com um veludo preto, para que a luz “esbata” um pouco e não incidir directamente no objecto a ser fotografado.

 

Agora coloque um vidro sobre a caixa, formando assim a mesa de ensaio. Lembre-se de limpar bem o vidro antes de fotografar.

Coloque por trás da nossa mesa de ensaio uma cartolina preta (ou pode igualmente utilizar veludo preto), que irá servir de fundo à fotografia

Depois de tudo pronto podemos testar como irá ficar (neste exemplo) uma garrafa fotografada, somente com a luz que vem de dentro da caixa.

Depois da luz acertada e caso não fique totalmente satisfeito com o resultado final (repare que se nota a borda do vidro no plano de fundo e que se perde todo o efeito pretentido), aconselha-se então igualmente, uma iluminação de ambos os lados do objecto. Obterá dessa maneira resultados finais mais satisfatórios e mais de acordo com o que se pretende como resultado final.

Eis o resultado final.

Making Of.


Que objectiva usar para assuntos específicos de fotografia.

Independemente da marca da sua câmera fotográfica, deixo um link que considero bastante útil em relação às objectivas que deve de usar para fotografar os temas/assuntos que mais gosta.

Se tem dúvidas com que objectiva deve fotografar, macro, paisagem, retrato, desporto ou vida selvagem. Consulte o link em baixo e com a possibilidade igualmente de ver tutoriais em vídeo (inglês).


Fotografia panorâmica – Introdução e Video-Aula.

Fotografia panorâmica, assim como a palavra “panorama”, refere-se a uma vista inteira de uma área circunvizinha. As fotografias panorâmicas tentam capturar tal vista.

Não há nenhuma definição formal para o ponto em que “ângulo largo” termina e “panorâmica” começa, mas uma imagem verdadeiramente panorâmica deve capturar um campo de vista comparável (ou maior do que) a do olho humano, que é de 160° por 75°, e deve fazer assim ao manter os detalhes precisos através do retrato inteiro.

Atualmente, é possível fazer fotografias panorâmicas em qualquer proporção com o uso de câmera fotográfica comum e scanner, ou mesmo câmeras digitais. Há software especial para tal, capaz de combinar várias fotos numa única imagem, atingindo uma visão de até 360 graus.

Panorama fotográfico da parte sul de Manhattan, Nova Iorque, feita a partir de 12 fotografias.

Lentes

Qualquer câmera fotográfica pode ser utilizada para fazer panorâmicas. No entanto, as lentes mais indicadas são as grande angulares. Para 90º a 180º, melhores resultados podem ser obtidos com lentes de 28 mm. Por outro lado, imagens em 360º tornam-se mais fáceis com lentes de 8 mm. Lentes normais (50 mm) não obtém grande riqueza de detalhes nem qualidades, devendo, portanto, ser evitadas.

Acessórios

Na fotografia panorâmica, o uso de tripé é extremamente desejável, para facilitar a posterior composição das fotografias.

 


O que é o sistema micro quatro terços?

Quando a fotografia digital foi desenvolvida, a maioria dos grandes fabricantes apressou-se em adaptar equipamentos à nova tecnologia. Mesmo com essa corrida, as câmeras e lentes de hoje ainda são construídas de forma muito semelhante aos equipamentos da era analógica. Tanto isso é verdade que diversos fabricantes ainda utilizam peças com as mesmas marcas dos tempos do filme, principalmente em termos de lentes.

Os quatro terços

Como toda adaptação, vários recursos possíveis com a tecnologia digital não são completamente explorados nos equipamentos derivados diretamente da tecnologia analógica, sem contar o grande número de peças hoje desnecessárias para o funcionamento e que continuam nas câmeras “porque sempre estiveram lá”. Casos clássicos desse fenómeno são o espelho móvel e o visor pentaprismático das dSLR (digital Single Lens Reflex – Reflex digital de lente única).

Recorte de uma dSLR mostrando espelhos, prismas e demais componentes

Assim como o conjunto de espelho e visor, a própria maneira de fabricar lentes continua baseada principalmente no filme. Porém o sensor das câmeras digitais – seja ele CCD, CMOS ou qualquer outro – tem propriedades bastante diferentes da película analógica. Em virtude disso uma lente otimizada para projetar imagens num substrato químico normalmente não desempenha o seu papel com tanta qualidade no sensor eletrónico.

A proposta da iniciativa Four Thirds (Quatro Terços) é exatamente esta: criar equipamentos fotográficos levando em conta unicamente as necessidades do sensor digital, para aproveitar melhor a qualidade da imagem obtida por este processo. Através de adaptações em diversas características das lentes e câmeras, o projeto inicialmente ainda contava com alguns resquícios das câmeras SLR analógicas – principalmente o conjunto espelho-visor que as caracteriza como câmeras Reflex. Ainda assim, as câmeras 4/3 já eram bem menores e mais compactas que as dSLR de outras tecnologias.

Sensor Micro 4/3O nome do formato  deve-se ao tamanho do sensor utilizado nessas câmeras, que foi projetado para equilibrar qualidade de imagem e tamanho compacto, que tem as mesmas dimensõpes de uma foto 3 x 4 cm . A grande comparação, na verdade, é a diagonal útil (onde a imagem é projetada), que no formato 4/3 equivale a aproximadamente metade da diagonal útil do filme de 35mm. Com isso, para uma lente exibir um ângulo de visão equivalente, no formato 4/3, ela precisa de apenas metade do comprimento de uma lente construída com o filme 35mm como padrão.

Cada vez menor

Micro Four Thirds logoApesar de o padrão 4/3 já apresentar avanços significativos sobre as dSLR, ainda trabalha com uma boa parcela de tecnologia arcaica. Para compactar ainda mais as câmeras, e diminuir o peso das lentes ao mesmo tempo, a iniciativa que desenvolveu o padrão 4/3 projetou um novo formato, baseado na mesma filosofia de adaptação completa ao ambiente digital. Retirando partes desnecessárias, e refinando tecnologias encontradas em câmeras amadoras, chegou-se então ao formato Micro 4/3 que você começa a entender melhor a partir de agora.

Vantagens e desvantagens

Compacta  Micro 4/3 dSLR profissional

Como as câmeras Micro 4/3 se colocam no mercado entre as poderosas dSLR e as práticas compactas, as comparações devem sempre levar em conta ambas as concorrentes. Enquanto em alguns tópicos a vantagem é clara para compactas ou dSLR, a combinação de características das Micro 4/3 permite dizer com certa segurança que, para o entusiasta da fotografia, essas câmeras são uma excelente opção.

Micro só no tamanho

Apesar de o tamanho do sensor 4/3 ser menor do que os sensores APS (Advanced Photo System – Sistema Avançado de Fotografia) ou FF (Full Frame – Sensor Completo), a qualidade da imagem oferecida por eles é equivalente – e dependendo da ótica envolvida, até melhor – à obtida com as câmeras maiores. Isso deve-se à maneira como o conjunto sensor – lente é projetado. Nas câmeras Micro 4/3 a luz sempre chega ao sensor orientada perpendicularmente ao pixel, o que não ocorre nas câmeras dSLR.

Comparação de tamanho dos sensores de compactas, 4/3, APS e FF

Mas o tamanho reduzido do padrão Micro 4/3 também traz dificuldades. Por causa de suas dimensões reduzidas, a variação de profundidade de campo conseguida nessas câmeras também é menor. Com isso, aquele belo efeito de fundo desfocado – muito comum em retratos – é menos visível nas câmeras Micro 4/3, ainda que muito mais nítido do que em câmeras compactas.

Lentes intercambiáveis

A maior vantagem do padrão Micro 4/3 sobre as compactas amadoras é a possibilidade de trocar de lentes dependendo da situação. Durante muito tempo essa capacidade era exclusiva das câmeras ditas profissionais, mas desde a iniciativa Four Thirds e o subsequente Micro 4/3, câmeras mais voltadas ao público entusiasta por fotografia, mas não profissional, também contam com a variação das objetivas.

Lente 7 - 14 mm Lente 17mm Lente 14 - 45 mm Lente 45 - 200 mm

Infelizmente, devido a limitações físicas, de engenharia e principalmente económicas, ainda não é possível construir lentes superzoom  para sensores do tamanho do 4/3 ou maiores. Aproximações de 20 ou até 30 vezes resultariam em lentes extremamente pesadas, caras e difíceis de manusear. Graças a isso a variação entre a extensão máxima e mínima de lentes – tanto para 4/3 quanto para dSLRs – é menor.

Visor eletrónico

O LiveView ajuda a compor fotos em condições de iluminação não ideais. Foto: CanadaPenguinUsar o LiveView do visor LCD é uma lição que os profissionais vêm aprendendo com os amadores. O visor eletrónico é muito mais eficaz que o refletido em cenas de baixa luminosidade e ótimo para fotografar em posições onde a câmera não está diretamente à frente do fotógrafo. Além disso, ele permite a conferência – em tempo real – de informações de exposição e outras configurações da câmera. O lado negativo de toda essa facilidade é o consumo de energia, muito maior em câmeras com o LiveView. Outro problema é a visualização do visor LCD em ambientes muito iluminados, bastante prejudicada por reflexos no vidro.

Ausência de espelho

Outra característica “herdada” das digitais amadoras, a ausência do espelho móvel diminui a ocorrência de tremores e vibrações mecânicas na câmera – em dSLRs esse fenómeno ocorre mesmo com a câmera fixa em um tripé e disparada remotamente – que podem prejudicar o resultado final da fotografia. Porém, como o padrão Micro 4/3 permite a troca de lentes, o sensor fica muito exposto à poeira.

Para amadores e profissionais

Como já foi dito, a posição das câmeras Micro 4/3 no mercado é intermédia entre as profissionais dSLR e as compactas amadoras. Assim, é fácil interpretar quem é o público-alvo do formato: qualquer pessoa que espere imagens com excelente qualidade, mas não tem razões ou meios para gastar os milhares de euros necessários para a compra de equipamento profissional. O amador avançado – verdadeiro entusiasta da fotografia – é certamente o principal beneficiado com o surgimento de câmeras Micro 4/3, já que terá um equipamento capaz de proporcionar bons resultados sem tanta despesa.

Panasonic Lumix GF-1 Olympus EP-1 Panasonic Lumix G-1

Porém o tamanho reduzido da câmera aliado à qualidade de imagem também servem como atrativo para profissionais, principalmente quando o trabalho exige uma agilidade maior, ou mesmo transportes muito longos.


Enquadramento, composição e macrofotografia.

Após ter sido contactado por uma bloguer em que lhe suscitaram dúvidas em relação aos termos “enquadramento“, “composição” e “macro fotografia“. Quais as diferenças entre enquadramento e composição, e quando é que se pode considerar uma foto uma “macrofotografia“.

Na realidade em alguns sites de fotografia, vejo bastantes comentários em algumas fotos que recebem o tipo de comentário que “é uma bela macro”. Quando na verdade não passam na maior parte das vezes de um “close up” –  exibição de uma imagem em plano aproximado e com destaque, sendo um tipo de zoom mas não com o detalhe de uma macrofotografia.

Vamos então por partes:

Enquadramento: Conforme a palavra indica é o “quadro” onde vamos incluir todos os elementos que compõem a imagem.

Seguindo regra geral e para termos uma foto equilibrada, a regra dos terços. Assim sendo, se tivermos todos os elementos que compõem a imagem bem distribuídos e que conferem um equilíbrio harmonioso ao olhar do observador, podemos dizer que a foto está “com um enquadramento perfeito”.

Seja criativo e aproveite para explorar ângulos diferentes e poder assim fazer um enquadramento de cena diferente do habitual.

Composição: São todos os elementos da imagem que compõem o enquadramento. Ou seja quando fotografamos algo, tentamos contar uma história ou passar uma mensagem mesmo que seja algo abstracto, será uma mensagem que o fotógrafo está a passar ao observador (afinal  é esse o objectivo primordial da fotografia).

Para se conseguir tal efeito, há que ter em atenção à composição em si. Em como os elementos são distribuídos, o ambiente que se tenta transmitir e evidenciando para tal, o cenário, a luz, os detalhes, a colocação do motivo central na foto, e toda a envolvência que queremos transmitir.

Nesta conjunção toda de factores, é o que chamamos de composição da imagem/fotografia. De salientar mais uma vez a importância da regra dos terços para se criar uma boa composição.

Macrofografia: A fotografia Macro é a fotografia de pequenos seres e objectos ou detalhes que normalmente passam despercebidos no nosso dia-a-dia. São fotografados com o seu tamanho natural ou levemente aumentados através de aproximação da câmera ou fazendo uso de acessórios destinados a este tipo de fotografia. As macrofotografias são exibidas em tamanho bastante ampliado para causar um maior impacto visual.

Clássicamente, o campo da macrofotografia está delimitado pela captura de imagens em escala natural ou aumentada em até cerca de dez vezes do seu tamanho natural (entre 1:1 e 10:1 de ampliação). Muitas fotos são obtidas à distância, com o uso de teleobjetivas para captura da imagem, e nem por isso a foto capturada deixa de ser uma macrofotografia.

De relembrar uma vez mais que não se deve confundir uma fotografia macro com um “close up” –  exibição de uma imagem em plano aproximado e com destaque, sendo um tipo de zoom mas não com o detalhe de uma macrofotografia.